Por que eu não tenho Twitter

Postado em Idiotices, Temas polêmicos em 19 de Outubro de 2009 por irmaodamara

O Twitter é hoje um serviço muito popular na Internet, com milhões de usuários cadastrados. É considerado como uma verdadeira mania entre os internautas.

Vários conhecidos meus utilizam o Twitter e dão suas “twittadas”, além de acompanharem o Twitter de outras pessoas. Mas eu mesmo não possuo uma conta no Twitter (e nem pretendo ter uma).

O motivo principal de eu não ter uma conta neste serviço de microblogging é justamente o fato de ele ser baseado em posts de no máximo 140 caracteres, posts curtos. E eu, quando escrevo, sempre escrevo textos grandes, principalmente nos dias de hoje, já que meus textos atuais têm ficado bem maiores do que os textos que eu escrevia há anos atrás (isto pode ser percebido quando se compara o tamanho dos posts do meu antigo blog dos Sonhos do Allan, no Zip.net, em relação ao tamanho dos posts do meu atual blog dos Sonhos do Allan, no WordPress).

Mesmo quando eu tento fazer com que determinado texto caiba num determinado limite de caracteres, tenho um trabalho danado, uma vez que tenho que ficar cortando palavras, substituindo palavras por outras que têm menos letras, procurando no texto partes que eu possa suprimir, etc. Isto sem contar que eu tenho que tomar o cuidado para o texto não perder o sentido.

Mesmo limites bem maiores do que 140 caracteres acabam não sendo suficientes em algumas ocasiões. Tem vez que eu preciso dividir um post no Orkut em dois ou mais outros posts, uma vez que o que eu quero escrever possui mais de 2048 caracteres.

No mini-currículo de um serviço de currículos pela Internet no qual eu me cadastrei, o sofrimento para fazer caber o texto é ainda maior, já que o limite é de 255 caracteres e eu ainda tenho que escrever algo que descreva meu perfil profissional e que facilite nas buscas pelo meu currículo completo (que tem um limite de caracteres bem maior, ainda bem).

Ou seja, se já é um problema fazer caber texto em limites maiores do que 140 caracteres, por que eu participaria de um serviço onde mal dá para escrever qualquer coisa, por menor que seja (pelo menos, para mim)? E, se eu quiser escrever alguma coisa, escrevo no meu blog, que não tem esse limite sufocante de 140 caracteres.

Posts que cabem nesse limite geralmente são textos no estilo “hoje eu estou triste”, ou “briguei com minha namorada, estou arrasado, tenho vontade de me suicidar”, ou então “soltei um gás fétido pelo meu cu, está fedendo tudo por aqui”, ou seja, frases curtas. Se prolongar o post por mais que isso, já era.

A única diferença entre o Twitter e um serviço de blogs convencional é basicamente o limite de caracteres. Qualquer outra coisa que tenha no Twitter poderia estar contida num serviço de blogs convencionais, como o WordPress.

E por que tanta gente usa o Twitter? A resposta, na minha opinião, é a mesma da pergunta “por que tanta gente gosta de funk?” Sabem por quê? Por que é o serviço da moda na Internet. Assim como já foi o Orkut, na época em que o povão ficava dando F5 nas comunidades para ver se alguém havia postado alguma coisa. Hoje em dia, o Orkut ainda existe, mas já não é mais aquela moda de antes. Comunidades que antes eram badaladas, com muita gente participando, hoje perdem cada vez mais membros (os poucos que sobraram) e os posts, que antes eram aos montes, com tópicos que facilmente chegavam aos mais de 500 posts, hoje são bem menos frequentes. Algumas comunidades chegaram até a ficar às moscas, como umas que eu participava e que antes havia bastante gente participando.

O Second Life foi outra modinha da Internet. Esse serviço dispensa maiores comentários. Basicamente, era algo tido como revolucionário, onde até empresas chegaram a fazer suas instalações virtuais (como ocorre com o Twitter, onde empresas usam o serviço como um canal de comunicação), mas que hoje em dia está esquecido, com poucos perfis ativos em relação ao total de perfis cadastrados. Está tendo o mesmo destino do ICQ, que também foi outra moda da Internet, um software de bate papo, mas que hoje em dia nem é mais lembrado. O ICQ ainda existe, mas é bem menos usado do que antes.

Pode ser que o Twitter um dia acabe como o Orkut. Ou pior, acabe como o Second Life. Ou ainda pior, acabe como o Third Voice (uma moda da Internet de vários anos atrás, mas hoje em dia ninguém nunca ouve mais falar do serviço (que nem existe mais) e nem tem ideia do que seja tal serviço).

Já fiquei sabendo que o Twitter já está sendo usado por algumas pessoas para disseminar SPAM. Eu já vi este filme antes: hoje em dia, as salas de bate-papo como as do BOL (as poucas que ainda restaram) estão forradas de spammers que, ao serem contatados, disparam SPAM, com propagandas dos mais diversos tipos (e alguns dos spammers ficam passando de sala em sala e jogando propagandas para todos os que estão na sala de bate-papo ver).

Não há nenhum motivo em especial para eu ter uma conta no Twitter. Se eu quiser postar alguma coisa, eu posto neste blog, no WordPress. Ou ainda, posso criar quantos blogs eu quiser, se eu assim desejar (assim como eu criei o blog dos Sonhos do Allan, onde eu escrevo meus sonhos).

Se alguém quiser me “seguir”, como ocorre no Twitter, basta assinar o feed RSS do blog. Tá certo que eu não posto muito (isto é devido à falta de tempo), mas se eu tivesse postando no Twitter, eu também postaria pouco por lá, assim como a esmagadora maioria dos usuários do Twitter. Sabia que 10% dos usuários do Twitter são responsáveis por 90% dos tweets (posts no Twitter)? Vi essa estatística não sei em que lugar.

Pelos motivos apresentados acima, eu não tenho uma conta no Twitter. E, além do mais, se o Twitter fosse bom mesmo, a Miley Cyrus não teria deletado sua conta (e não foi por causa do namorado dela, como foi espalhado por aí). Não teria deletado a conta e não teria cantado rap no Youtube (este sim, um serviço útil na Internet e que não é apenas uma modinha).

Se o Twitter me for útil de alguma coisa um dia, pode ser que eu mude de ideia e abra uma conta naquele serviço. Mas creio que isto seja improvável de acontecer.

E, antes que alguém me pergunte, o Third Voice era um serviço que permitia aos que tinham uma conta (e que tinham que instalar um software cliente para usufruir do serviço) fazer “pichações” em sites da Internet, ou seja, escrever alguma coisa que quiser em algum canto do site desejado. Tais “pichações” só eram visíveis para usuários do Third Voice e residiam nos servidores da empresa responsável pelo serviço. O Third Voice, ainda que nem seja mais lembrado pelos internautas de hoje, foi o percursor das chamadas páginas Wiki, onde uma pessoa pode ir lá e editar.

Minha opinião sobre temas polêmicos, parte 1

Postado em Temas polêmicos em 16 de Agosto de 2009 por irmaodamara

Neste post, eu irei postar minha opinião sobre alguns temas polêmicos. Este faz parte de uma série de dois ou mais posts (no mínimo, serão dois) onde exponho as minhas opiniões e, assim como os futuros posts dessa série, estão no formato de perguntas e respostas.

Este primeiro post foi resultado do que eu postei em um tópico do Orkut, na comunidade Odeio Maconha (que já expressa a minha primeira opinião sobre algo polêmico, entretanto, a minha opinião mais completa sobre maconha e sua legalização ficará para um outro post dessa mesma série).

Religião:
Crenças políticas:
Como você vê o governo?
Como você vê os serviços públicos?
Como você vê a educação?
Você é a favor do aborto?
Você é a favor da pena de morte?
Você é a favor dos direitos das minorias em geral (gays, maconheiros, presidiários, negros)?
O que você acha das aplicações dos direitos humanos no Brasil?
O que você acha dos comportamentos e tendencias sociais?

Religião:

Não tenho religião, e creio que elas fazem mais mal do que bem. Se as religiões não existissem, haveria menos gente ignorante no mundo e menos gente teria morrido em massacres e guerras com motivações religiosas.

Crenças politicas:

Favorável ao atual governo, contrária ao PSDB e ao DEM, mas eu me considero apolítico, pelo fato de não seguir uma ideologia de um partido político específico ou a um grupo deles a risca. Por exemplo, no caso da lei anti-fumo, o PT foi contra, o PSDB foi a favor. Eu sou a favor também. Em cada projeto de lei, em cada “caso político”, eu tenho a minha opinião própria e não copio a opinião de um partido político.

Às vezes, eu me considero como “semi-comunista”, por ser favorável ao comunismo, mas mantendo o direito de propriedade privada e a democracia. Digamos que sou centro-esquerda, mas mais para a esquerda do que para o centro.

Como você vê o governo?

O governo Lula está sendo um bom governo. Ele não é perfeito (nenhum governo será), mas eu considero como um dos melhores (se não o melhor) governo que já existiu.

Como você vê os serviços públicos?

Devido à verba reduzida, principalmente na saúde e na educação, estes estão indo de mal a pior. Para piorar, uma boa parcela dos funcionários públicos, por terem estabilidade no emprego, não estão nem aí se fazem o serviço direito ou não. E não é porque eles ganham pouco não, alguns ganham até bastante, e mesmo se os que ganham pouco ganhassem um salário maior, por ter a maldita estabilidade, eles não estão nem aí e trabalham que nem um nariz.

Na minha opinião, funcionário público é o que menos deveria ter estabilidade no emprego, e o povo é quem deveria avaliar se o serviço está sendo prestado direito ou não, se o povo reclama que determinado funcionário não está trabalhando direito, este funcionário é demitido na semana seguinte e é aberta uma nova vaga para quem quer trabalhar de verdade.

Como você vê a educação?

Deficiente, principalmente no estado de São Paulo, onde existe progressão continuada. Eu, na época que eu estudava, não precisei decorar a tabela periódica ou os afluentes do Rio São Francisco, mas tive que, muitas vezes, copiar longos textos que, no final, não me serviram para nada, a não ser aumentar a quantidade de lixo no Lixão do Sambaiatuba (que hoje está desativado devido à sua saturação) e gastar as minhas canetas.

O modelo educacional, principalmente no estado de São Paulo, precisa ser revisto. Os alunos não são estimulados a pensar, estão condicionados à velha e falha prática de decorar tudo para a prova e depois esquecer.

No terceiro colegial (ou foi no segundo?), na aula de matemática, lembro-me que a professora ensinou uma conta (que eu nem me recordo qual era e não usei até agora para nada no mundo real) e eu havia entendido, mas alguns colegas não, inclusive minha amiga. Era uma conta simples, que usava uma fórmula, mas sua resolução era basicamente usando contas básicas nas quatro operações. Fiquei bobo do povão não entender aquilo. E mesmo eu explicando para minha amiga, ela não entendia (e nem fazia esforço para entender).

Lembro-me de quando a professora de Geografia ditou a prova para os alunos copiarem, mas acabou ditando a prova errada e ditou a da sexta série (estávamos na sétima). O povo começou a reclamar que não sabia nada daquilo e eu mesmo não sabia a resposta para a maioria das perguntas (mas eu me lembro que uma das perguntas era qual era o maior estado brasileiro, que é o Amazonas, mas eu acho que esse tipo de pergunta não acrescenta nenhum conhecimento realmente útil para a vida do discente (ainda mais que, para saber qual é o maior estado, é só olhar no mapa, pegar uma régua e ver qual é o maior). Depois, a professora percebeu o erro e ditou a da sétima série, na qual os alunos sabiam (nem todos, melhor dizendo).

Os alunos devem ser estimulados a raciocinar, não decorar fórmulas prontas e usar só na hora da prova. Os alunos devem ser conscientizados de que devem estudar para aprender e não para simplesmente passar de ano.

Para piorar a situação, no estado de São Paulo, existe a progressão continuada, que desestimula ainda mais o aluno a aprender, visto que ele já sabe que irá passar de ano e que só reprova por faltas. Basta ele responder “presente” que ele já está com meio caminho andado para passar de ano. Meu professor de história da oitava série já disse, em sala de aula: “Vocês vão passar mesmo! Não vou esconder isso de vocês!” E, se ficar de recuperação, é só fazer um trabalhinho de recorte de jornal que já recuperou a nota perdida. E, graças a essa progressão burra, há analfabetos na quinta série nas escolas públicas do estado de São Paulo, sobretudo nas estaduais.

Minha antiga professora Maria Diná contou em sala de aula (não sei em que ano foi) que, na época que ela dava aula para as séries iniciais, havia um aluno no qual ela era professora e que estava na quarta série (ou terceira, não me lembro) e que, em um dado momento, ela descobriu que ele não sabia ler e escrever, ele copiava tudo da lousa como estava e passava de ano copiando tudo. A professora, quando chegou o final do ano letivo, reprovou o aluno, mas antes, tentou ensinar o menino a ler e a escrever, com cartilha e mais não sei mais o quê, em vão. No ano seguinte, ela viu esse mesmo aluno na quinta série (ou quarta, sei la), ou seja, ele passou de ano mesmo assim. Sem saber ler e escrever.

E o pior é que não é só isso: também há o caso onde os professores não estão nem aí para o ensino dos alunos.

Na sexta série, a professora Sílvia (que depois acabou virando diretora de não sei que escola) ensinou uma conta que nunca me serviu para porra nenhuma até hoje: produtos notáveis. Até aí, tirando o fato do bagulho não servir para nada no mundo real, tudo bem, mas ela só jogou aquilo na lousa e tacou exercícios à beça, explicou que nem um nariz e queria que a gente decorasse produtos notáveis do terceiro grau e fizesse vários exercícios com este tipo de cálculo. O cálculo de produtos notáveis de terceiro grau é uma conta enorme. Posteriormente, provavelmente no ano seguinte (agora não me lembro), eu vi num livro uma explicação bem mais simples do que seriam produtos notáveis.

Este episódio se repetiu com relação a sistemas de equações de primeiro e segundo grau com uma e com duas incógnitas e com outras contas. Essa professora era extremamente impopular e vivia ameaçando os alunos de dar “zero de nota no bimestre” e “zero de quinto conceito” (quando o ano letivo estava terminando).

Agora eu pergunto: qual é a vantagem de uma professora ser impopular? Ela e muitos outros professores não estão nem aí para o sistema educacional, estão apenas querendo encostar o burro na sombra com um emprego estável e não se importar com mais nada (e ainda por cima, fazem greve pedindo melhores salários, como se merecessem). É aquilo que eu postei sobre funcionários públicos. Isto também contribui para o sistema educacional estar assim.

Você é a favor do aborto?

Somente nos casos previstos em lei, com exceção de quando a mulher engravida por estupro. Neste caso, o estuprador (ou a família dele, já que estupro dá cadeia) tinha que sustentar a criança como todo pai, pagando pensão, e indenizar a mãe da criança por ela ter engravidado em um momento obviamente não planejado, além de ser preso.

Na minha opinião, não faz sentido abortar um bebê simplesmente porque a mulher foi estuprada. Ela não quis ser estuprada, mas é como se a camisinha furasse numa relação sexual com o marido, caiu gozo na boceta dela e o bagulho fecundou. Agora, vai abortar porque a camisinha furou? É tão sem sentido quanto abortar porque engravidou acidentalmente.

O bebê originado de um estupro nada tem a ver com o crime do estuprador e não merece ser condenado à morte (ainda mais considerando que o estuprador terá uma pena bem mais branda do que a morte). É um ser inocente.

O pior é quando se considera os cruéis métodos utilizados para abortar o bebê. Um dos piores deles é quando o médico abortador suga o feto e o tritura (não necessariamente nesta ordem) como se ele fosse alguma gordura localizada.

O único caso onde o aborto faz algum sentido é quando há risco para a mãe. Qual situação é menos pior, abortar o bebê (um morto) ou morrer a mãe e, por consequência, o bebê (dois mortos)? E teve aquele caso da menina grávida de gêmeos que foi estuprada e os gêmeos não tinham chance de sobreviver. Pior: a gravidez era de altíssimo risco da mãe morrer. Neste caso, qual é menos pior: morrer dois ou morrer três?

Ou seja, sou contra o aborto, exceto no caso acima.

Você é a favor da pena de morte?

Da mesma forma que o assassinato comum é errado, a pena de morte (uma outra modalidade de assassinato) também é. Não se deve punir um crime cometendo outro.

Não só isso: morrendo, o criminoso, na minha opinião, não paga o que devia pelo crime, pois morrer, todo mundo vai, e o que ocorre na pena de morte é o cara não ficar preso e acontecer algo que já ia acontecer de qualquer forma. É melhor a prisão perpétua, na qual ele também morre (de velho), mas passa a vida toda preso, pagando pelo seu crime.

Sem contar que, caso descubram que o condenado não é o culpado, não tem como reverter a morte, uma vez que as esferas do dragão só existem no universo Dragon Ball.

Você é a favor dos direitos das minorias em geral (gays, maconheiros, presidiários, negros)?

Todos deveriam ter exatamente os mesmos direitos, nenhum grupo deveria ter direitos exclusivos.

Aposentado não deveria ter gratuidade no transporte, ele é uma pessoa como qualquer outra, apenas ficou mais velha que as demais, não faz sentido ele não pagar passagem porque o planeta Terra deu 65 voltas em torno do Sol desde que ele nasceu.

Negro não deveria ter cotas nas universidades e nem um outro privilégio só porque é negro, ele é igual ao branco, só muda a quantidade de melanina na pele, algo que não quer dizer nada. E na minha opinião, o negro só não está inserido nas universidades pelo mesmo motivo das mulheres não estarem inseridas no mercado de trabalho na área de desenvolvimento de software, porque possui um preconceito interno de que não vai conseguir.

Muitos podem dizer que o Brasil tem uma dívida histórica com relação aos afrodescendentes, que estes foram escravizados, mas o que os negros de hoje em dia têm a ver com os escravizados do passado (não apenas africanos, mas também índios), sendo que muitos deles nem são afrodescendentes, como a Daiane dos Santos, não qual foi provado que ela, apesar de negra, tem descendência europeia?

Maconheiro é contraventor penal, tem, assim como eu e você que está lendo isso, o dever de cumprir a lei. É como se os ladrões requererem o direito de roubar pessoas.

Presidiário é quem, por determinação judicial, deve ficar afastado da sociedade e, assim, ser privado de alguns dos nossos direitos de quem está do lado de fora dos presídios. Não há nenhuma razão para os presos terem algum direito especial.

Gay é opção sexual. Os homossexuais, assim como outras minorias e como todo mundo, têm o direito de não serem discriminados, mas veja bem, é um direito de todos, não de um grupo específico. Também não há nenhuma razão para os gays terem algum direito especial só porque são gays.

O que você acha das aplicações dos direitos humanos no Brasil?

Acho falha, assim como no mundo todo, ainda mais que não há como fiscalizar 100% o que acontece no Brasil e no mundo. Mas convenhamos que, hoje em dia, os direitos humanos não bem mais respeitados do que há décadas e séculos atrás.

O que você acha dos comportamentos e tendências sociais?

Depende muito de que tipo de tendência, em relação ao quê. Há comportamentos e tendências que eu concordo e há comportamentos e tendências que eu discordo. Cada caso é um caso. Mas de um modo geral, acho que o povo deveria pensar baseado mais no racional e menos na cultura popular e em interesses pessoais.

Meu novo emprego em São Paulo

Postado em Atividades profissionais em 27 de Julho de 2009 por irmaodamara

Depois de meses procurando um emprego, enviando currículos e até participando de entrevistas, finalmente consegui um emprego como programador Java.

Logo no início desse mês, fui chamado para fazer umas provas a fim de averiguar se eu possuía o conhecimento teórico necessário para preencher a vaga. Fiz a prova em questão no dia 6.

Posteriormente, me chamaram para a segunda fase do processo de seleção, onde fiz uma entrevista de emprego e um teste prático. A entrevista e e este teste foram feitos no dia 10 de julho.

No dia 13, recebi um e-mail me convocando para ir no dia seguinte na empresa a fim de fazer a entrevista final de contratação. A essa altura, eu já estava com quase certeza que eu iria ser contratado. Em tal entrevista, me foram feitas algumas perguntas adicionais, me falaram como seria o cargo na empresa, as condições de trabalho e mais algumas outras coisas. Eu aceitei tais condições e fui informado que eu havia sido contratado para a vaga. Comecei a trabalhar no dia seguinte.

Nos três primeiros dias de trabalho, tive que ir e voltar de São Paulo, foi bastante corrido pelo fato de acordar de madrugada e voltar só de noite, pois o ônibus demora muito, principalmente o ônibus da volta.

Mas a partir dessa última semana, passei a ficar hospedado na casa da Tia Carmen, apesar dela morar um pouco longe do serviço (tenho que pegar ônibus e Metrô, inclusive com baldeação na estação Sé) e de não haver acesso à Internet na casa dela. Mas agora está sendo melhor do que subir e descer todo o dia, inclusive mais barato do que se eu tivesse contratado o ônibus fretado (que vai ficar mais caro do que já tá graças ao prefeito burro daquela cidade).

Nos fins de semana (ou melhor, ao término do expediente das sextas-feiras), eu retorno a Praia Grande para passar o fim de semana. Então, retorno a São Paulo na segunda-feira de manhã, já descansado.

Mas infelizmente, esta semana, acabei pegando uma gripe e passei este fim de semana meio mal, mas já estou recuperado para voltar ao trabalho. Por falar nisso, está havendo uma epidemia de gripe na capital paulista, pelo que vi no telejornal (também, né, com um monte de gente tossindo e espirrando nas estações do Metrô sem pôr a mão na boca e com todo aquele aperto principalmente na estação Sé, ainda mais com este clima frio, não tem como não pegar gripe).

Vou encerrando este post por aqui, ainda mais que eu já escrevi o que eu tinha que escrever e eu já deveria estar dormindo para amanhã eu acordar cedo para ir a São Paulo trabalhar. Até o próximo post (sabe-se lá quando será postado).

Observação: a Tia Carmen em questão é a mesma na qual eu sonhei no dia 30 de Março de 2004, sonho este postado no meu outro blog (o que eu escrevo meus sonhos) no dia 10 de Abril do mesmo ano, ainda no antigo endereço no Blig (ainda antes do blog ser transferido para o UOL Blog), na época que meus relatos de sonhos eram pequenos. Quem quiser conferir o sonho em questão, pode acessá-lo em http://sonhosdoallan.blig.ig.com.br/2004/04/ola-internautas-hoje-eu-irei.html

Robowebert Player, tocador de áudio em Java

Postado em Atividades profissionais, Lazer em 3 de Julho de 2009 por irmaodamara

Tenho desenvolvido nesses últimos meses (desde Fevereiro, para ser mais exato) um player de áudio escrito em Java no qual eu batizei de Robowebert Player. Ele reproduz áudio nos formatos MP3, OGG, Speex, FLAC e Monkey’s Audio, além dos formatos padrão do Java (AIFF, WAV e alguns outros). Suporta a leitura e salvamento de quatro formatos de playlists: M3U, PLS, XSPF e um formato próprio que estou desenvolvendo, chamado de RWPF. Além disso, possui um analizador de espectro, que é aquele monte de barrinhas que ficam subindo e descendo enquanto a música toca, além de controle de volume e de balanço, repetição de músicas, visualização dos metadados das músicas e uma barra de progresso meio capenga.

Tudo começou quando eu pesquisei pela Internet como fazer para tocar sons com Java. Encontrei um pequeno tutorial de como tocar arquivos MP3 usando a biblioteca JLayer, disponibilizada no site JavaZOOM.net e desenvolvi um minúsculo player que tocava apenas MP3 e que em sua interface possuía apenas três botões, um para selecionar a música, um para tocar a música e o último para parar de tocar a música. O player e mais a tela gráfica tinham cerca de umas cem linhas de código (ou nem isso). Com certeza, deve ser o menor player de MP3 da história.

Aí eu tive a idéia de desenvolver um player maior, que tocasse outros formatos de áudio além do MP3. Pensei em criar um subsistema para cada formato que o player fosse suportar. Entretanto, percebi o quanto isso iria ser difícil, pois a API da biblioteca JOrbis (biblioteca de suporte ao formato OGG) é completamente diferente da API do JLayer, além de mais complexa e de mais baixo nível.

Então, acessando o site do JavaZOOM acima citado, vi que os próprios desenvolvedores do JLayer desenvolveram um player em Java chamado JLGui, que suportava MP3, OGG e outros formatos de áudio. Era basicamente um clone do WinAmp e suportava os skins feitos para este. Resolvi testá-lo e não gostei muito de sua confusa interface, que além de confusa, a metade desta insistia em ficar na frente de todas as outras janelas. Para complicar, o player em si tinha uns bugs idiotas.

O JLGui é licenciado sob a LGPL, uma licença livre que me permite modificar o software de acordo com minhas necessidades. Entretanto, o código-fonte desse player é extremamente confuso, macarrônico e de extrema dificuldade de manutenção, além de ter sua camada de apresentação (o código responsável pela tela gráfica) colada na camada de negócios (o código responsável pela regra de negócios). Ou pior: todas as partes do player são coladas em várias outras partes.

Só para se ter uma idéia, se eu quisesse adicionar o suporte ao formato de playlist XSPF a este player, eu teria que fazer toda uma reengenharia no programa inteiro, praticamente.

A única parte que não era colada a nenhuma outra era o motor de execução de áudio, que foi concebido para ser aproveitado em outros softwares que desejassem tocar áudio com uma API de alto nível. Tal motor de execução era mantido em uma biblioteca separada chamada BasicPlayer.

O BasicPlayer utiliza uma API comum para todos os formatos de áudio baseada na API Java Sound, que usa Service Providers (bibliotecas especiais) que proveem o suporte aos formatos de áudio sem alterar o código-fonte que reproduz a música. Nas minhas pesquisas iniciais, eu já havia visto algo sobre a API Java Sound, entretanto, vi que ela era bastante confusa e de baixo nível. Já o BasicPlayer era de alto nível.

O que resolvi fazer? Criar um player que utilizasse o BasicPlayer como motor de execução de áudio. Aproveitei a interface simplória do minúsculo player que eu havia feito e a adaptei no BasicPlayer. A partir daí, fui implementando outras funcionalidades basicas, como controle de volume e de balanço e o botão de pausar e continuar a reprodução do áudio.

Aí o player foi evoluindo: passou a trabalhar com uma playlist na memória e a salvar e carregar um formato próprio de playlists baseado em XML, ganhou também botões de voltar à música anterior, voltar ao começo da música atual e ir para a próxima música.

Resolvi implementar o suporte à visualização dos metadados dos arquivos de áudio. O priemiro lugar onde pesquisei como fazer isso foi no macarrônico código do JLGui. Essa parte do código do JLGui não estava tão macarrônica e ligada às demais partes do player como as outras (só um pouco), então eu resolvi pegar este código e adapá-lo ao meu próprio player, fazendo alterações diversas a fim de retirar completamente a dependência das outras partes do JLGui.

Já com o suporte aos metadados das músicas e mesmo com a interface estando muito tosca, disponibilizei o player (ainda sem nome naquela época) para alguns membros da comunidade Linux versus Windows do Orkut para ver o que eles achavam. Eles emitiram suas opiniões e o que eles gostariam de ver no player.

Apartir daí, continuei a adicionar outros recursos ao player e a mudar um pouco sua interface (que ainda está tosca, mas menos do que antes). O último recurso adicionado até o momento foi o analizador de espectro, provido pela biblioteca KJ DSS.

O código-fonte do meu player, ao contrário do código do JLGui, é bastante claro e simples. O suporte à playlist na memória, por exemplo, é implementado por uma classe que gerencia um simples ArrayList contendo os objetos File, que provém acesso aos arquivos de áudio no HD. Já o JLGui implementa a mesma coisa com algumas classes, uma delas responsável por cada música na playlist (e que contém parte do código para manipular playlists no formato M3U – e manipular mal), outra cheia de métodos e mais uma interface gigantesca, além de mais algum código macarrônico colado na interface gráfica e em mais não sei onde.

Pelo fato da camada de apresentação ser completamente desacoplada da camada de negócios, será possível escrever telas gráficas alternativas ao visual atual do meu player. Inclusive, estou planejando para o futuro uma interface totalmente diferente e inovadora além da que já existe, além de uma interface alternativa usando a SwingWT, implementação alternativa (e mais leve) da API Swing baseada na biblioteca SWT.

No link abaixo, uma screenshot de como está o visual do meu player atualmente:

http://img30.imageshack.us/img30/4513/rwplayer.png

Ainda falta a grande maioria dos recursos que desejo implementar no meu player, como biblioteca de mídia, playlists dinâmicas, execução aleatória de músicas contidas numa playlist, edição de metadados das músicas, internacionalização e uma penca de outras coisas. O player vai ficar o bicho.

Entretanto, irei disponibilizar uma segunda versão pública com apenas alguns desses recursos, quando eu achar que ele está bom o suficiente para ser usado pelo público geral, ainda que incompleto. Irei disponibilizá-lo no SourceForge.net, onde já mantenho hospedado outro software que desenvolvo, o CapeTrivia.

Meu Player será licenciado sob a GPL 3, ou melhor, o código que escrevi está sob esta licença. O subsistema de leitura de metadados está sob a LGPL 2.0 pois não posso alterar a licença dessa parte, já que não fui eu que escrevi. E as demais bibliotecas estão nas suas respectivas licenças, todas compatíveis com a GPL 3.

Por falar em licenças, eu acabei tendo umas dúvidas com relação à compatibilidade destas, ainda mais por causa da bibblioteca que provê o suporte ao formato de playlist XSPF (JSpiff) estar na licença Apache 2.0 e haver código LGPL 2.0 no player. Resolvi mandar um e-mail para o Richard Stallman, presidente da Free Software Foundation (ou melhor, dois e-mails, o outro foi depois da resposta que ele me mandou). A troca de e-mails com o Stallman merece um post à parte (no próximo deste blog, quem sabe), mas resumidamente, ele respondeu que as licenças são todas compatíveis entre si.

Escolhi o nome Robowebert Player a fim de homenagear um antigo personagem das minhas histórias infantis de quando eu era criança e que eu mesmo inventei, o Robowebert. Este era um robô gigantesco ao estilo do Megazord dos Power Rangers que possuía vários componentes integrados e recursos diversos e que tinha a finalidade de lutar contra inimigos gigantescos que ameaçavam a cidade de Pret-a. O Robowebert era controlado pela Darker Webert, uma mulher que combatia o crime naquela cidade fictícia e que vivia cheia da grana. Ela também merece um post à parte, pois teve uma importância histórica na minha infância.

Não há uma previsão de quando a próxima versão pública (e desta vez disponível ao público geral e não só a alguns membros da Linux versus Windows) será disponibilizada, mas espero ver o Robowebert Player na próxima versão estável do Debian, codinome Squeeze, a ser lançada provavelmente no ano que vem.

Finalmente consegui a certificação SCJP 6.0!

Postado em Atividades profissionais, História em 5 de Maio de 2009 por irmaodamara

Enfim, no último dia 15 de Abril, fiz a prova a fim de obter a certificação SCJP 6.0 e passei no exame, com um percentual de acertos de 81% (59 questões respondidas corretamente, das 72 questões da prova).

Meu resultado detalhado foi:

Declarações, Inicialização e Escopo: 91%

Controle de Fluxo: 81%

Conteúdo da API: 80%

Concorrência: 87%

Conceitos OO: 70%

Coleções / Genéricos: 80%

Fundamentos: 81%

Tudo começou há um ano atrás, quando o David Muinos, um dos principais desenvolvedores do Perola (uma ferramenta de persistência de dados), me deu a idéia de eu obter a SCJP. Então, eu procurei saber mais acerca dessa certificação e me informei numa página do site da Sun Microsystems o que era a ditacuja e o que caía na prova. Além disso, perguntei a um ex-colega de faculdade, o Roberto Tengan (que havia obtido a SCJP 5.0 há algum tempo atrás), como ele havia procedido a fim de obter a certificação e ele me respondeu por e-mail, com todos os detalhes.

No site da Sun, eu vi que já havia disponível uma nova versão da SCJP, a 6.0, e resolvi que esta seria a melhor escolha, pois era a versão mais atual, ainda que a prova só estava disponível no idioma inglês (ao contrário da versão 5.0, que estava disponível em português).

Na ância de fazer a prova o mais rápido possível, comprei logo o voucher (cupom que dá direito a fazer qualquer certificação de Java da Sun) por R$330,00 ligando no número 0800 55 78 63, daí a atendente dá as instruções de como proceder (basicamente, ela pergunta o e-mail e o resto é feito tudo por e-mail). Depois que chegou o boleto bancário, paguei-o e então me enviaram um e-mail com o número do voucher.

Eu pretendia fazer a prova em poucos meses, mas devido a meu estágio, esforços para conseguir um emprego e principalmente por causa dos meus estudos para esta certificação, a data da prova foi adiada por vários meses, até que o final do prazo se aproximou, faltando apenas dois meses para terminá-lo (depois do prazo, o voucher expira).

Então, eu decidi por marcar a data exata da prova para o dia 15 de Abril e intensifiquei ainda mais meus estudos, lendo a versão em inglês do famigerado livro da Kathy Sierra e do Bert Bates que eu peguei emprestado. Embora eu não fale inglês, eu consigo ler normalmente textos nesse idioma, inclusive entendendo o que está escrito.

Li o livro inteiro em cerca de três semanas. Era para eu ter terminado a leitura em menos tempo, mas aconteceram uns imprevistos que me desvirtuaram dos meus estudos, incluindo a confecção de um software que minha amiga Mara encomendou (que eu tive que parar o desenvolvimento no meio para poder prosseguir com meus estudos, mas depois da certificação eu consegui terminá-lo). Terminei de ler um dia antes da prova.

No dia seguinte, acordei cedo. Isso não significa que eu dormi o suficiente, uma vez que eu demorei muito a pegar no sono (isso sempre ocorre às vésperas de algo importante, como uma entrevista de emprego). Dormi apenas 3 horas.

A prova havia sido marcada para às 13:15, então eu vi que dava tempo de fazer mais um exame simulado (já havia feito dois, obtendo um bom íncice de acertos).

Mas aí minha mãe, que ia me levar de carro até a Tecnoponta (escola profissionalizante que aplica a prova aqui na Baixada Santista), em Santos, ficou me pressionando para eu ir logo, pois não sabia quanto tempo iria demorar para chegar ao local.

A metade das questões daquele simulado eu respondi de qualquer jeito e correndo, e eu acabei tirando uma nota ruim, errando questões fáceis. Tirei 60% de acertos, 5% abaixo do mínimo necessário para a aprovação. Fiquei um pouco preocupado e um pouco mais nervoso.

Engoli o almoço com medo de me atrasar, ainda mais que minha mãe me pressionava cada vez mais para ir mais rápido, pois segundo ela (que conhece o caminho até Santos e teoricamente sabia quanto tempo demorava a ida até aquela cidade), poderia não dar tempo de chegar no horário marcado. Eu e minha mãe saímos de carro às 10:20 e, antes do meio-dia, chegamos.

Entrei no prédio e subi até o sétimo andar, onde ficava a Tecnoponta, que estava em reforma, com uma sala de aula cheia de bugigangas e um pedreiro lixando e pintando o teto. Lá, me informaram que eu havia chegado cedo demais e que eu tinha que esperar até às 13:15. Minha mãe me apressou tanto para eu ter que esperar no espaço reservado aos alunos no intervalo das aulas (se bem que não tinha ninguém além de mim). Fiquei andando e tomando café expresso de uma máquina que tinha no local.

Chegando a hora marcada, procedi como havia sido informado no e-mail que recebi no dia que marquei a prova pela Internet, no site da Prometric (empresa que aplica a prova, sendo a Tecnoponta um local credenciado por esta), mostrando um documento com foto, no caso, meu RG.

Entretanto, a moça me informou que eu precisava também apresentar o CPF, ainda que não falava nada de CPF no e-mail que eu havia recebido. Naquela hora, fiquei bastante preocupado, uma vez que talvez eu não fizesse a prova por não ter apresentado o CPF. Já preparava meu discurso de que ia processar a Prometric e a Tecnoponta por não ter avisado sobre a necessidade de apresenta o CPF e pelo fato do RG ser suficiente para me identificar, quando me liberaram de apresentar o CPF, para meu alívio.

Então, a moça que havia me pedido o CPF (uma moça bonita, mas que estava com uma cara bastante séria, como se eu tivesse cometido um crime inafiançável) pediu para eu segui-la até o local da prova, que ficava em outro andar, em um “lugar secreto”, onde ficava umas salas de aula onde estava tendo aula de algum curso, com umas alunas muito bonitas, como deu para ver pela janela. Basicamente, o local do exame era outra sala de aula, só que um pouco menor.

Chegando lá, ela me falou como eu devia proceder, inclusive disse para eu não sair do local da prova sem o papel impresso com o resultado do exame e que, em caso de emergência, que era para usar um telefone que estava no canto e ligar para o ramal informado.

E então eu comecei a fazer o exame, que foi aplicada em um computador rodando o software da prova certificatória. No início, havia umas perguntas sobre se eu trabalhava para a Sun ou para a Prometric, se eu permitia que meus dados pessoais fossem usados não sei de que forma pela Sun com fins de não sei o quê, etc, perguntas que, segundo a prova, não contava no resultado do exame. Depois, havia um texto que explicava como interpretar as questões (por exemplo, não interpretar a numeração das linhas como parte do código). A partir desse texto, o cronômetro do tempo de prova começou a ser contado. Na minha opinião, deveriam contar a partir da primeira questão, e não a partir desse texto.

A prova poderia ser feita em, no máximo, três horas e meia, bastante tempo. Fiz a prova com calma (apesar de tudo o que aconteceu, inclusive momentos antes do exame), lendo as questões atenciosamente e só depois respondendo.

Eu esperava que a prova fosse mais difícil, mas no fim, a maioria das questões estava bem fácil, algumas com respostas óbvias, principalmente as de competar os espaços em branco. As questões com mais de uma resposta certa informavam o número de respostas certas que tinha que marcar (diferente das provas simuladas, que falavam para responder todas que se aplicam). E a única questão que eu marquei para revisão foi a questão 46, que era uma sobre qual o conteúdo da String após um monte de operações com StringBuilder.

Com 40 minutos sobrando, terminei a prova e confirmei as respostas (após rever a questão 46, gastando vários minutos nela). Daí, o software da prova certificatória tentou imprimir o resultado na impressora. E advinha o que aconteceu? A impressora deu pau!

Peguei o telefone de emergência e liguei para o ramal que estava escrito na folha de rascunho (que eu usei para calcular o resultado da questão 46 e mais a ordem de um array em outra questão sobre ordenação). Minutos depois, chegou aquela moça bonita que me pediu o CPF e eu expliquei o ocorrido. Ela tentou imprimir uma segunda via, mas a impressora continuou a se negar a funcionar.

Daí ela chamou o técnico que cuida dos equipamentos e, vários minutos depois, ele chegou e tentou descobrir o que havia acontecido. Instantes depois, ele descobriu o problema: a impressora estava desligada. Não só isso: o computador no qual a impressora estava conectada também estava desligado.

Depois de ligar os equipamentos, finalmente o resultado do exame foi impresso. E então, eu soube que eu havia sido aprovado (se bem que eu meio que já sabia durante a prova).

E moça falou para eu voltar ao sétimo andar para lá carimbarem o papel impresso. Entrei no elevador e acabei indo para o andar errado, pois havia me esquecido de apertar o botão 7. Fui parar no térreo. Mas depois eu subi de volta e carimbaram o resultado do exame.

Na volta para casa, minha mãe errou o caminho e o carro acabou preso num congestionamento no centro de São Vicente,, após andar em círculos. Mas depois de bastante tempo, finalmente conseguimos chegar em casa.

Durante o tempo que fiquei esperando, fazendo prova e esperando solucionarem o problema da impressora, minha mãe ficou no carro lendo livro e fazendo as unhas.

E essa foi a conturbada história da minha certificação SCJP 6.0 (história essa com final feliz). Futuramente, penso em fazer as certificações SCWCD, SCBCD, SCDJWS, SCEA e SCJD, não necessariamente nessa ordem, e ainda não escolhi qual eu vou fazer primeiro, mas muito provavelmente irei fazer a SCEA por último.

Por hoje é só! Até o próximo post, que provavelmente deve ser menor do que este!

Meu PC e seus 5 anos de uso

Postado em História em 11 de Abril de 2009 por irmaodamara

Irei fazer a prova a fim de obter a certificação SCJP 6.0 agora no dia 15. Nesses últimos dias, estou estudando bastante, já que tenho que saber tudo o que falta para fazer a prova. Nessa reta final dos meus estudos, meu tempo livre diminuiu consideravelmente (e o tempo para postar aqui também). Mas hoje, eu estou aqui de volta e irei falar sobre meu PC, que tem 5 anos de uso e não pretendo substituí-lo tão cedo. Falarei também dos sistemas operacionais que foram instalados nele durante esses 5 anos.

O meu PC foi montado em Janeiro de 2004. É um PC com placa-mãe P4S8X-X, processador Pentium 4, 768 MB de memória RAM DDR1 e placa de vídeo nVidia GeForce 4 MX com 64 MB de memória de vídeo. Tem também uma placa Fax Modem Intel 537 chipset TigerJet (sem uso já há bastante tempo, pois me conecto por banda larga), dois HDs, um de 40 GB da Samsumg e outro de 200 GB da Hitachi, um drive gravador de CD e outro drive que grava CD e DVD.

O HD de 200 GB, um pente de memória de 512 MB e o drive de DVD foram adicionados posteriormente, após o PC ser adquirido. O gravador de CD e a placa de vídeo também, mas essas duas peças foram adquiridas para substituir peças idênticas que pifaram (e o gravador de CD existia antes do meu PC ser montado, foi retirado de outro PC). Além disso, a fonte também não é original do PC, mas é melhor do que a fonte que pifou recentemente e que veio originalmente (uma fonte xing-ling que veio com o gabinete).

O meu PC veio originalmente com um Windows XP instalado pelo técnico numa partição de 12 GB (o resto veio sem particionar a meu pedido, eu pretendia instalar o Corel Linux que veio numa revista, na época, eu apenas tinha ouvido falar do Linux e queria ver como era).

Após uma tentativa frustrada de instalar o Corel Linux, descobri o Kurumin e baixei a última versão na época, a 2.13, que foi meu primeiro Linux. O som não funcionava (tinha que ativar os drivers ALSA manualmente), o mouse travava (quando eu rodava pelo CD), o driver do modem fazia o sistema travar, mas eu usava o Kurumin mesmo assim, sem ligar para os problemas, pois, já que o Windows tem seus problemas, o Linux também poderia ter os seus.

Naquela época, eu usava o Windows como sistema principal e o Kurumin como sistema secundário, sendo usado de vez em quando (as travadas devido ao driver do modem me desestimulavam de usar o Kurumin mais vezes). Posteriormente, eu instalei a versão 3.0 e mais tarde a 3.31, ambas com melhorias, mas ainda possuíam o driver travador de sistema. Com a versão 4.0, o problema foi sanado, pois havia uma nova versão do driver que não travava o sistema. Mas, como eu já estava um pouco acomodado com o Windows XP, ainda não migrei de vez para o Linux, usando esporadicamente o sistema.

Mas em 2006, já bastante insatisfeito com o Windows, principalmente por causa dos vírus (o Sasser, inclusive), resolvi migrar de vez para o Linux, ainda usando o Kurumin 4.0, ainda que já existisse o 5.0, mas quando saiu o 6.0, migrei para esta versão. Depois que eu comprei o HD novo e mudei quase completamente o esquema de particionamento, instalei o Kurumin 6.1. Posteriormente, instalei a versão 7.0.

Paralelamente ao Kurumin, em épocas diferentes, cheguei a instalar em outras partições que estavam sobrando o Conectiva 10, o Slackware 10.2 e o Debian 3.1, todos eles usados esporadicamente, foram instalados mais com fins de testes.

O Conectiva quase se tornou meu sistema padrão, se não fosse por uma quebra de dependência nos pacotes logo na primeira vez que eu fui atualizar sistema pelo Synaptic, além de, nessa mesma atualização, o ambiente gráfico passou a não mais funcionar. Com preguiça de resolver o problema, desinstalei o bicho.

O Slackware 10.2 foi instalado numa época que já havia a versão 11.0, mas como eu já tinha os CDs daquela versão, instalei ela mesma, mais para testar. Instalei com o XFCE (até então, eu usava apenas o KDE, embora eu tivesse usado uma vez ou outra o Fluxbox, o Afterstep e o Gnome 2.4 (ou 2.6, não me lembro ao certo) para ver como era. O Slackware salvou a minha pele quando o filesystem onde estava instalado o Kurumin deu erro, impedindo a inicialização do sistema. Na inicialização do Slackware, este detectou os erros na partição e os corrigiu. Por ter um sistema de gerenciamento de pacotes precário, não o usei muito.

O Debian 3.1 eu instalei com a intenção de substituir o Kurumin, mas acabou não valendo muito a pena usá-lo no lugar do sistema que eu usava, entretanto, eu acabei conhecendo como era o programa de instalação desta distribuição. Com o lançamento do Debian 4.0, eu o instalei, mas depois, eu decidi que seria melhor manter o Kurumin 7.0, ainda mais que este, após instalado no HD, é basicamente o Debian 4.0 e ter dois Debian 4.0 não teria muita utilidade. Com o passar do tempo, O Kurumin foi ficando cada vez mais sem as personalizações dessa distro (eu fazia minhas próprias personalizações) e ele acabou virando o Debian normal. Quando alguém me perguntava que distribuição eu usava, eu falava: eu uso o Debian 4.0. Apesar de eu ter instalado com o CD do Kurumin 7, aquilo já não era mais Kurumin, mas continuava sendo Debian, com seus pacotes do repositório stable (Etch). Este sistema foi usado até duas semanas atrás, quando passei a usar o Debian 5.0.

Hoje, uso a versão 5.0 do Debian, entretanto, ainda mantenho a versão 4.0 em outra partição em caso de algum problema no novo sistema ou no caso de eu ter que usar algum dos programas que eu pouco uso e que decidi não instalar no Debian Lenny.

Sempre usei o KDE 3.x, mas agora, com o Debian 5.0, passei a usar o GNOME 2.22.3 e estou gostando muito. Este será meu sistema operacional padrão durante um bom tempo.

A instalação do Windows existe até hoje, mas é muito pouco usada e o sistema está bastante lento devido à instalação e remoção de vários programas. Já pensei em reinstalar o XP, mas como eu pouco uso ele e não tenho saco para fazer isso, estou enrolando até agora para reinstalá-lo.

Tenho instalado também o Windows 98 para rodar uns poucos programas Windows que não rodam no XP (três no total) e também para matar a saudade do antigo sistema que eu usava no meu primeiro PC (a história deste ficará para outro post).

Planejei instalar o FreeBSD e o OpenSolaris no meu PC, inclusive criei partições para estes sistemas, mas desisti por preguiça. Hoje em dia, costumo testar novos sistemas por máquina virtual, no VMWare (até o Debian 4.0) e agora no VirtualBox (a partir do Debian 5.0), embora eu não tenha criado nenhuma máquina virtual com este último.

Meu PC já deixou de funcionar quatro vezes, duas por causa de mau contato na nos pentes de memória, uma por causa que a placa de vídeo pifou e outra porque a fonte pifou. Meu monitor, que também tem 5 anos de vida e é o mesmo desde que comprei este PC, já foi para o conserto uma vez, após completar 4 anos de vida. Mouse e teclado já foram substituídos algumas vezes, principalmente mouses (teve uma época que eu usei o sistema sem mouse, apenas com o mouse virtual). As caixas de som são as mesmas, mas estão com problema, entretanto, como eu só uso fone de ouvido, não tem problema das caixas de som estarem com problema.

Apesar do meu PC já ter 5 anos de uso, ele ainda faz tudo o que eu preciso e roda meus programas com uma boa performance. E rodará meus programas por um bom tempo, até quando não der mais e eu tiver que trocar de PC.

Por hoje é só. Em um post futuro, eu contarei a minha história na informática, desde meu primeiro PC até os dias de hoje. Agora, com licença, que eu preciso estudar para obter a certificação SCJP 6.0.

Procurando um emprego como programador Java

Postado em Atividades profissionais em 15 de Fevereiro de 2009 por irmaodamara

Ultimamente, tenho procurado um emprego como programador Java na cidade de São Paulo. Diariamente, mando currículos para as vagas que vão aparecendo no site APInfo.com, um site de anúncios de vagas de emprego e de postagem de currículos para profissionais da área de informática.

Dentre as várioas empresas para onde mandei currículos, algumas fazem contato comigo (por e-mail e algumas poucas vezes por telefone), fazem algumas perguntas sobre pretensão salarial, disponibilidade de início e outras coisas. Até o momento, uma empresa já me chamou para fazer a entrevista, que ocorreu no último dia 5 de fevereiro.

Naquela ocasião, fiz uma prova de Java (com as primeiras questões fáceis, mas com as questões posteriores um pouco mais difíceis, que eu acho que eu devo ter me saído bem), uma redação com o tema “como eu sou” e a entrevista propriamente dita.

Fui para São Paulo pegando um carro que vai até o terminal Jabaquara, às 8:00. O carro demorou um pouco para ir, pois ficou pegando uns passageiros adicionais, mas depois foi e chegou à capital com antecedência, dando tempo mais do que o suficiente para enfrentar a longa fila para comprar os bilhetes do metrô. Cheguei às 9:20 mais ou menos. A entrevista estava marcada para as 11:00.

Depois de comprar os bilhetes de ida e de volta, que custam cada um o mesmo preço de um bilhete de ônibus municipal aqui em Praia Grande, R$2,40 (não por lá o metrô ser barato, mas por aqui o ônibus ser caro), peguei o metrô e andei duas estações, parando na estação São Judas.

No dia anterior, eu já havia dado uma olhada no mapa dessa parte da cidade através do Google Maps, então foi fácil andar da estação até o prédio onde fica situada a empresa de recrutamento que ia fazer a entrevista. Chegando lá, havia todo um esquema de mostrar o RG para liberar o acesso ao interior do prédio, algo bem sofisticado, com catraca eletrônica de cartão inclusive, semelhante aos sistemas para guardar veículos em alguns estacionamentos.

Subi o elevador e cheguei no local da entrevista. Cheguei um tanto adiantado. Me mandaram fazer uma prova com 16 questões aproximadamente. Após a prova, fiz a redação, numa folha de papel sulfite. Após a redação, finalmente fiz a entrevista. A entrevistadora me fez várias perguntas. Eu pensei que ela fosse fazer um determinado tipo de perguntas, mas acabou fazendo outras mais informais do que costuma-se fazer em entrevistas de emprego.

Terminada a entrevista, eram umas 13:00 e eu já estava morto de fome. Fui almoçar em um restaurante situado na mesma avenida de onde ficava o prédio onde eu fui. Era um restaurante de comida por quilo. Peguei 700 gramas de comida, mais ou menos. Comi um pouco de lasanha, feijão (que tinha mais bacon gorduroso do que feijão), uns bolinhos de queijo (eram tipo uns kibes), um pedaço de carne e alface, além de um suco de maracujá, que eu pedi posteriormente, para ajudar a empurrar o final do almoço que não queria ir.

Depois do almoço, aproveitei que havia uma loja da Kalunga e comprei 100 mídias DVD, pagando com o cartão de crédito. O preço era o mesmo da loja on-line da Kalunga, só que sem o frete. A moça do caixa era muito bonita. Aliás, eu vi muitas mulheres bonitas em São Paulo, principalmente nas estações do metrô (especialmente na fila para comprar os bilhetes) e no restaurante de comida por quilo.

Depois, eu voltei à estação São Judas, andei os dois pontos até a estação Jabaquara e daí peguei um outro carro que foi até Praia Grande, parando na porta de casa. Antes de entrar no carro, cheguei a ver uns aviões da Gol e da TAM voando bem próximo de onde eu estava. Deve haver um aeroporto por perto do terminal Jabaquara.

Na volta a Praia Grande, o carro que eu estava foi parado pela polícia rodoviária, mas depois que o motorista deu algum dinheiro para o guarda (o que eu suspeito ter acontecido, pelo que vi), o carro prosseguiu até seu destino. Cheguei em Praia Grande ainda de tarde, bastante cansado, ainda mais que eu não havia dormido direito na madrugada e ainda tive que acordar às 6:00.

Até o momento, não obtive resposta acerca do resultado da entrevista e dos testes que eu fiz. Por enquanto, ainda vou continuar mandando os currículos. Uma hora, eu farei uma entrevista e serei selecionado para ocupar uma vaga de emprego como programador Java. Isto se eu não trabalhar na empresa na qual já fiz a entrevista, pois ainda poderei ser chamado por aquela empresa.

Mudando de assunto, no último dia 12 de fevereiro, reinaugurei o blog dos Sonhos do Allan, agora aqui no WordPress. No antigo blog, agora há um aviso do novo endereço, que é http://sonhsodoallan.wordpress.com e neste novo blog, já fiz o meu primeiro relato de sonho, um onde eu fui atingido por uma lixeira. Vale a pena conferir.

Isso é que é música!

Postado em Música em 25 de Dezembro de 2008 por irmaodamara

E não esses funks cariocas de meia tigela que só servem para fazer as mulheres balançarem a bunda!

A música tocada no video acoma se chama Toss The Feathers e é tocada pela banda irlandesa The Corrs.

Sobre a reativação do meu blog dos sonhos, o blog já foi criado, mas nada até o momento foi postado. Quando eu fizer meu primeiro post naquele blog, eu avisarei aqui sobre a inauguração oficial do novo blog dos Sonhos do Allan.

E Feliz Natal a todos os que estão lendo este post! Se bem que, provavelmente, quando você estiver lendo isso, o Natal já deve ter passado…

A Volta dos Sonhos do Allan

Postado em Lazer em 18 de Dezembro de 2008 por irmaodamara

Em 2003, mais precisamente no dia 17 de agosto, criei no Blig (o blog do IG) o blog dos Sonhos do Allan e fiz neste dia o primeiro post deste, às 16:27, relatando dois sonhos, um curtinho, da época que eu tinha uns 5 anos e outro bem maior, tido em 1999, o chamado “sonho das três garotas”.

Nascia naquele dia o blog dos Sonhos do Allan, um blog onde eu postava os sonhos que eu tinha nas minhas noites de sono. E, desde então, geralmente em intervalos de uma semana, eu postava meus sonhos que eu tinha, às vezes eu postava um, às vezes eu postava dois, às vezes eu postava três e tinha vezes que eu postava mais de três sonhos em um só post.

No dia 6 de junho de 2004, após 35 posts, o blog dos Sonhos do Allan mudou de endereço, indo para o UOL Blog, isto porque o serviço de blog do IG estava deixando a desejar. O post número 36 ocorreu naquele dia, juntamente com a repostagem de todos os outros posts do antigo blog no Blig, para fins de arquivamento. E desde então o blog é mantido até os dias de hoje no UOL Blog.

Entretanto, a partir de 2007, comecei a diminuir o ritmo das atualizações, postando em intervalos maiores devido à minha falta de tempo (chegando a haver intervalos de dois e quatro meses entre um post e outro), já que eu estava dedicando boa parte deste na confecção do meu TCC da faculdade.

Após a entrega e a apresentação do meu TCC, cheguei a voltar a postar com uma certa freqüência, mas no dia 8 de outubro de 2007, fiz o último post naquele blog, o post de número 136 de sua história. Desde então, não tenho mais postado novos sonhos no blog dos Sonhos do Allan, principalmente devido à falta de motivação para mantê-lo, aliado ao pequeno número de acessos que ele vinha tendo.

Mas agora estou pensando seriamente em retomar este meu antigo blog e inclusive transferi-lo para o WordPress.com, ficando lado a lado com este blog onde escrevo neste momento. Desta vez, sem repostar os posts antigos. Em vez disso, disponibilizarei os antigos posts em um arquivo em PDF para quem quiser ler, além da opção dos internautas acessarem o arquivo do antigo blog no UOL Blog.

Minha motivação para escrever sonhos está voltando e ultimamente eu tenho tido uns sonhos legais, então eu creio que agora é hora do blog dos Sonhos do Allan voltar à ativa.

É provável que, quando eu postar novamente neste blog onde escrevo neste momento, eu já tenha retomando o meu “blog dos sonhos”, como eu o chamava.

Estudando para a certificação SCJP 6.0

Postado em Atividades profissionais em 24 de Outubro de 2008 por irmaodamara

Após a conclusão do meu estágio, passei a dedicar meus esforços para obter a certificação Sun Certified Java Programmer 6.0 a fim de me tornar um programador Java certificado. Estou estudando como nunca as APIs do Java, lendo o Javadoc do Java 1.6 (tudo em inglês, mas dá para ler numa boa quase que como se estivesse em português) e aprendendo o uso de classes e interfaces, com seus respectivos métodos, que antes eu não sabia, mas precisarei saber para fazer a prova certificatória (e estes novos conhecimentos me serão muito úteis quando eu precisar deles a fim de programar alguma determinada rotina que precise destas APIs).

A última parte que eu estudei até o momento foi o pacote java.util.concurrent e suas classes e interfaces, ainda não terminei de ver tudo, mas já deu para sacar como são usadas as APIs de concorrência do Java, além das coleções que suportam concorrência e seus respectivos usos.

Ainda falta uma boa quantidade de APIs a estudar, mas no ritmo que estou estudando, em poucas semanas eu terei visto tudo o que preciso saber. Estou me guiando no que preciso saber por esta página, que informa o que cai na prova certificatória:

http://www.sun.com/training/catalog/courses/CX-310-065.xml

Além de ler o Javadoc do Java 1.6, estou lendo também outros materiais disponíveis na Internet e o livro Java Como Programar Sexta Edição, que, embora aborde o Java 1.5, provê uma base sobre vários conhecimentos necessários à certificação (e o que ficar faltando, eu pego pela Internet, material de estudo é o que não falta).

Pretendo fazer a prova certificatória em Dezembro, no mais tardar em Janeiro. Até lá, terei não só aprendido o necessário para a certificação como também terei feito algumas provas simuladas disponíveis na Internet (os chamados “mocks”) a fim de avaliar se estou mesmo pronto para a prova. O prazo máximo para eu efetuar o teste é em maio de 2009.

Acessando o site da Prometric, empresa responsável pelas provas certificatórias do Java, vi que eu poderei fazer a prova em Santos. Há um lugar por lá que também aplica a prova (no caso, a Tecnoponta, um centro de formação profissional), então, não precisarei ir até São Paulo apenas para fazê-la.

Estou confiante que irei passar no teste e serei um programador Java certificado pela Sun. Até lá, continuarei estudando a fundo nas APIs do Java.

Concluí meu estágio!

Postado em Atividades profissionais em 2 de Outubro de 2008 por irmaodamara

Ontem, concluí o desenvolvimento do sistema que eu estava desenvolvendo no estágio que, como eu já informei aqui, é um sistema web que tem por finalidade registrar as reservas de equipamentos (notebooks, projetores, retroprojetores, etc) e de salas (laboratórios de informática, salas de aula, auditório) para os professores ministrarem suas aulas. Falta apenas eu apresentar o sistema já pronto na reunião do Centro de Informática e instalá-lo no servidor da Intranet da FATEC (e instalar também o Tomcat e o JDK 1.6, caso não estejam instalados), de onde será acessado pelo navegador web. Após o dia de hoje, meu estágio estará concluído, uma vez que já cumpri as 400 horas mínimas já faz algum tempo e meu estágio estava dependendo apenas da conclusão do sistema para terminar.

Este sistema, posteriormente, será disponibilizado como software livre pela GNU General Public License versão 2 no Sourceforge.net para que outras faculdades (ou quaisquer instrituições onde se reservam equipamentos e salas) também possam utilizar o sistema. Antes disso, farei algumas pequenas modificações neste a fim de possibilitar seu uso por estas outras instituições, como a possibilidade de alterar o nome exibido na assinatura dos e-mails, que, por enquanto, está como “Centro de Informática – FATEC Praia Grande”, uma outra faculdade que onde este sistema seria implantado poderia incluir seu nome ao invés do da FATEC. Talvez eu faça outras alterações a fim de melhorar suas funcionalidades e talvez eu até lance versões posteriores, com mais recursos.

A partir da semana que vem, iniciarei meus estudos para obter a certificação Sun Certified Java Programmer 6.0, talvez eu faça a prova ainda esse ano, caso contrário, no começo do próximo ano eu farei.

Até o próximo post e espero que o pessoal do Centro de Informática goste do sistema que eu fiz…

Google, tradutor multilíngüe que aumenta a história!

Postado em Idiotices em 21 de Setembro de 2008 por irmaodamara

Em maio desse ano, estive brincando com o tradutor do Google, vi que agora ele pode traduzir de quaquer idioma suportado para qualquer outro idioma também suportado, como do português para o alemão, do italiano para o polonês, etc. Testei a tradução do holandês para o português a fim de traduzir o conteúdo de um site em holandês sobre uma modelo daquele país da Europa. Então, tive a idéia de fazer uma brincadeira que faço de vez em quando, que é traduzir um texto do meu blog do português para o inglês (neste caso, para o holandês) e depois pegar o resultado da tradução e traduzir para o português, a fim de rir das deturpações que o tradutor acaba fazendo. Pois bem, fiz isso e vi que o número de deturpações era pior do que eu imaginava, chegando ao ponto de mudar a história para uma nada a ver. Por exemplo, no trecho em português a seguir:

E a Angélica concedeu a primeira tentativa à moça, que errou a resposta (ou a pontaria, não sei o que era para ela fazer exatamente), então, a apresentadora tuchou um mamão mole sem sementes e cortado em quatro na cabeça da convidada, com a casca para cima, em seguida, um punhado de aveia caiu do teto, mas não pegou a cabeça da moça, caiu ao lado dela, à esquerda.

Traduzido para o holandês e depois a tradução retraduzida para o português, o texto ficou assim:

E Angélica, a primeira tentativa de uma menina, que não dão resposta (ou precisão, não sei o que ele tinha que fazer) e, em seguida, o apresentador tuchou suave sem um mamão sementes e corte na cabeça dos quatro convidados, a casca e, em seguida, um punhado de aveia a partir do teto caiu, mas não deteve, a cabeça da garota, ela caiu ao lado esquerdo.

O verbo ‘conceder’ se escafedeu da tradução, o apresentador, que mudou de sexo na tradução, tuchou suave algo que não tinha nada de suave, e quatro convidados, que não sei de onde vieram, sofreram corte na cabeça, enquanto, na versão original, a mocinha não sofreu corte algum!

No próximo trecho, o tradutor chama a apresentadora Angélica de safada. O texto original:

O cabelo da mocinha ficou todo sujo de mamão e a Angélica fez cara de safada, como se estivesse gostando daquilo.

Traduzindo e retraduzindo, fica:

O cabelo da mocinha toda roupa suja de mamão e safada Angélica tem rosto, como se eles gozam.

Como assim, toda roupa suja? Que roupa, se não citei roupa no texto? É o cabelo que tá sujo, não a roupa! E a safada Angélica tem rosto (óbvio que tem, mas não escrevi isso), como se eles gozam, ainda que eu não tenha descrito nenhuma ereção no texto.

No próximo trecho, pregos viram unhas. O texto original:

Essa foi ainda pior: um doce com pregos caiu sobre a cabeça da pobre convidada e esta, após ser atingida, fez cara de que havia sido ferida pelo doce, fez cara de dor, como se os pregos fincados a estivessem incomodando, embora nenhum sangue saiu de sua cabeça. Curioso para saber que gosto tinha aquilo, peguei um dos flocos daquele doce cheio de pregos de cima da cabeça dela e comi, e até que não era tão ruim, embora tivesse pregos, que nem feriram minha boca, mas o doce era bem doce.

Traduzindo e retraduzindo, fica:

Isso foi ainda pior: um doce com unhas caiu sobre a cabeça dos pobres e chamou-o, uma vez alcançada, que foi ferido por enfrentar o doce, fez cara de dor, como se as unhas foram fincados a inconveniência, mas não há sangue veio de sua cabeça. Curioso que era, peguei um dos flocos que doce cheio de pregos a partir do topo da cabeça e comeu-los, e mesmo que não foi tão ruim, embora se tivesse unhas, o que não foi ferido o meu pé, mas era doce e agradável.

Ao invés de cair na cabeça da moça, o doce, que agora tem unhas, caiu na cabeça dos pobres, que sabe lá de onde vieram. Sem contar que foi ferido por enfrentar o doce, quando, na verdade, ele caiu, ninguém enfrentou nada. E os pregos (ou unhas), que não feriram minha boca, passaram a não ferir o meu pé (boca virou pé) e o doce ficou agradável!

Então, eu tive a idéia de traduzir e retraduzir o mesmo texto novamente, só que em árabe ao invés do holandês. Voltando ao primeiro trecho, traduzindo e retraduzindo, só que desta vez do árabe, ficou assim (e ficou pior):

A primeira tentativa Angélica adjudicados a uma menina, de incapacidade de resposta (ou de precisão, e não sei o que era, portanto, completamente) e, em seguida, submetidos tuchou suave, sem sementes e mamão da decapitação de quatro convidados, até mesmo as cascas, então, um punhado de aveia caiu do tecto, Mas o presidente não é meninas, porque ele caiu ao lado da esquerda.

Que presidente é esse que caiu ao lado da esquerda e que não é as meninas? Que eu saiba, o que caiu foi a aveia e só, nenhum presidente caiu! E sem contar esse tal mamão da decapiação dos quatro convidados, que, assim como os da outra tradução deturpada, também foram decapitados, e desta vez, até mesmo as cascas.

O segundo trecho, retraduzido do árabe:

Mocinha cabelo estava sujo e de todos os mamões e Angelica fez safada rosto, como se tivessem beneficiado.

Todos os mamões? A Angélica tuchou só um mamão!

A terceira frase, retraduzida do árabe:

Este é o pior: doces, com unhas caiu sobre a cabeça dos pobres e chamou-o, quando percebeu, que não enfrentam foi ferido por el-Hilweh, não enfrentar a dor, como se as unhas fincados incômodo, mas não sangue saiu de sua cabeça. Estranhos de saber que era como, peguei um dos chips que doce, cheia de pregos a partir do topo da cabeça e comeu, e mesmo que não era ruim, apesar de unhas, que não feriu a minha boca, mas era doce, e doce.

Quem será esse tal de el-Hilweh, que feriu alguém ainda? Esse cara, assim como o presidente do outro trecho, não estavam no meu sonho! E eu peguei um dos chips, ainda que não tinha chip no sonho! E que doce, cheia de pregos! E os pregos viraram unhas de novo!

Como deu para ver, o “tradutor” piadista do Google não traduziu merda nenhuma, e ainda por cima, deturpou tudo (imagine um estrangeiro tentando traduzir o meu blog e vendo algo que não tem nada a ver). Deturpou ao ponto de inserir personagens novos e acontecimentos sádicos (como as quatro decapitações) na história! E olha que é do Google! Imagine se fosse da Microsoft ou da Apple!

Então, usem o tradutor apenas para se divertirem com traduções deturpadas, nunca usem-o com outra finalidade, como traduzir sites, porque certamente você lerá um texto inventado pelo tradutor e não o texto que você queria!

Só a título de curiosidade: el-Hilweh (ou Ain el-Hilweh) é o nome de um campo de refugiados palestinos no Líbano, abrigando mais de 70 mil refugiados.

http://en.wikipedia.org/wiki/Ain_al-Hilweh

Que não tem nada a ver com o que eu sonhei! Fala sério!

E este post termina aqui! E para quem quiser ler o texto que usei nas traduções e retraduções do Google, além de outros textos, o endereço é:

http://sonhosdoallan.zip.net

Neste blog, eu postava relatos de sonhos que eu tinha durante as noites. Ele atualmente está parado porque eu acabei desanimando de não ter tempo para postar nele, entretanto, um dia eu posso retomá-lo, caso eu queira.

Até o próximo post!

Pegadinha das BSODs

Postado em Idiotices em 8 de Setembro de 2008 por irmaodamara

Hoje, ainda que meu tempo esteja curto por agora, irei postar sobre uma pegadinha feita no Centro de Informática da FATEC de Praia Grande, onde faço estágio, a pegadinha das BSODs!

Este episódio ocorreu em agosto, na segunda metade do mês. Um colega meu de estágio, o Douglas, teve a idéia de instalar uma proteção de tela num dos PCs principais do CI após eu ter posto um screenshot de algumas janelas abertas como plano de fundo. A proteção de tela em questão é uma bem conhecida entre os que se amarram numa tela de erro, a SysInternals, uma proteção de tela que simula BSODs e reinicializações do Windows XP, com erros aleatórios em cada BSOD.

BSOD, para quem não sabe, é aquela tela azul de erro do Windows, quando este dá pau. BSOD é a sigla em inglês para “Tela Azul da Morte” (Blue Screen of Death).

Após instalada a proteção de tela, proteção esta que só é desativada com o pressionamento de uma tecla qualquer do teclado, ou seja, não pode ser desativada com o movimento do mouse, como outras proteções de tela, após cinco minutos, as falsas BSODs começaram a aparecer, cada uma com um erro diferente, e cada BSOD era seguida de uma falsa reinicialização do sistema operacional, após tal reinicialização, uma nova BSOD, e por assim ia até alguém pressionar um botão do teclado ou o monitor se desligar.

O primeiro a cair na pegadinha foi o Luiz Fabiano, outro estágiário do CI. No dia anterior ao episódio da pegadinha, aquele computador pegou um vírus que fazia o PC reiniciar infinitamente e precisou ter o Windows XP reinstalado após tentativas frustradas de corrigir o problema sem formatar. Este fato, de certa forma, meio que contribuiu (acredito eu) para que o Luiz Fabiano acreditasse que o PC estava com algum problema. Logo que apareceu a BSOD, ele disse que era problema de hardware, disse também que o problema era na placa de rede, uma vez que a mensagem de erro apresentada era sobre problema na placa de rede. Após a falsa reinicialização e a nova falsa BSOD, eu perguntei: e agora, que erro que é? E ele ficou sem saber, achou estranho e ficou encasquetado sobre o tal erro. Após uma nova falsa reinicialização, ele apertou F8 para acessar o menu de inicialização do Windows XP e então descobriu que era uma proteção de tela, ainda mais depois que viu o arquivo BlueScreen.zip na área de trabalho.

Outro que caiu na pegadinha foi o professor Fábio, um dos coordenadores do CI. Para piorar, segundo ele, a BSOD exibida apresentava a mesma mensagem de erro que ele havia visto em outro PC (acho que era o dele) há poucos dias atrás. Ele quase ia metendo o dedo no botão de ligar e desligar o PC (depois de ver ele sendo “reiniciado” inúmeras vezes), quando foi avisado que aquilo era uma proteção de tela.

E o mais engraçado foi quando um aluno que não sei o nome, um que tem um monte de pinos na perna devido a um acidente de moto, caiu na pegadinha. Com a autorização do pessoal do CI, ele entrou neste para plugar seu HD externo USB a fim de copiar um arquivo enorme, provavelmente, o Visual Studio 2005, que possuía mais de 2 GB de tamanho.

De vez em quando, ele vinha ver como andava a transferência de arquivo, que durou mais de 40 minutos devido à lentidão do sistema de arquivos do Windows (no meu PC com Linux aqui de casa, tal transferência duraria menos de três minutos), além do fato da porta USB ser 1.1 e não 2.0, o que diminui um pouco a velocidade da transferência.

Numa dessas idas para ver como andava a cópia do arquivo para seu HD externo, ele ficou sentado na cadeira em frente ao PC, uma vez que ele não podia ficar de pé já que estava com aqueles pinos na perna. Segundo ele, os pinos só serão removidos em dezembro. Ficou lá falando comigo inclusive sobre o acidente e sobre mais alguma outra coisa que agora não me lembro (possivelmente sobre o sistema que eu estava fazendo).

Cinco minutos depois, e por coincidência, no momento que o rapaz encostou no PC, a proteção de tela se iniciou e ele não acreditou que, depois de vários minutos copiando o arquivo enorme, o PC deu pau! Eu ainda por cima falei que o PC deu pau porque ele esbarrou no computador. E após a segunda BSOD, ele ficou mais perplexo ainda, não acreditando naquilo e acreditando piamente ter fodido com o PC do CI. Ele já ia quase desplugando o HD externo da porta USB, quando eu o avisei que aquilo era uma pegadinha e apertei um botão do teclado, desativando a proteção de tela. O rapaz fiou bastante aliviado ao ver que a cópia do arquivo continuava normalmente.

O Alexandre, um outro estagitario, também caiu na pegadinha, depois apertou F8 e viu que era proteção de tela, mas não foi tão engraçado quanto das outras vezes que caíram na pegadinha. Outras pessoas foram avisadas previamente sobre a proteção de tela e não caíram na pegadinha.

No dia seguinte, um outro PC que estava em manutenção apresentou uma BSOD de verdade, em português e sem reinicialização, quando a senha para entrar no console de recuperação do Windows XP estava sendo digitada. Naquela ocasião, o problema era no HD.

Por hoje é só, espero que vocês tenham gostado dessa pegadinha e quem sabe tenham a idéia de instalar a proteção de tela SysInternals no PC de alguém para pregar uma peça!

Últimos dias do meu estágio

Postado em Atividades profissionais em 26 de Agosto de 2008 por irmaodamara

Meu estágio, finalmente, está em sua reta final, faltam apenas cinco dias úteis para eu concluí-lo, o sistema que estou desenvolvendo nele está quase pronto, falta basicamente o sistema de envio de e-mails aos usuários em determinados eventos, o sistema de logs para anotar o que os usuários administrativos fazem e a persistência dos dados, onde será usada a ferramenta de armazenamento em memória Perola, ferramenta essa de fácil utilização, bastando apenas seguir alguns passos básicos. Além dessas três coisas, falta também alguns ajustes, como o tema visual do sistema, correções de problemas e insersão de partes que estão faltando.

Creio que dê tempo de eu terminar tudo até a segunda que vem, mas, caso não dê tempo, eu poderei prorrogar meu estágio por mais alguns dias, entretanto, isto significará custos, não para a faculdade, mas para mim, já que o estágio é voluntário e sou eu quem pago a condução e o almoço, um custo de R$ 7,65 por dia. Ou seja, eu pago para estagiar (ainda que a faculdade seja pública) e se a conclusão do sistema atrasar, quem perderá vai ser meu bolso que custeará o atraso.

Mas tenho fé que o sistema irá ficar pronto a tempo e funcionando bem. A parte principal já funciona bem e foi declarada estável, falta só funcionalidades “periféricas”, não tão importantes num contexto geral.

Desde semana passada, eu estava pretendendo postar sobre uma pegadinha que acabou sendo feita no Centro de Informática da FATEC, a “pegadinha das BSODs”, acabou sendo muito engraçado o que aconteceu quando um dos principais PCs daquele recinto passou a ter comportamentos assustadores. Tal pegadinha será relatada provavelmente no próximo post, pois por agora meu tempo está demasiadamente curto.

Até a proxima blogada, espero que na semana que vem ou um pouco depois!

Jogando no Orkut

Postado em Lazer em 4 de Agosto de 2008 por irmaodamara

Durante a semana, como eu já havia postado, eu faço estágio na faculdade, desenvolvendo um sistema de gerenciamento de reservas de equipamentos e salas da instituição, um sistema com interface web em JSP, que cada vez mais está ficando melhor, com mais recursos e tendo bugs corrigidos.

Como eu passo praticamente o dia inteiro no estágio devido ao horário ruim deste, que vai desde às oito da manhã até às sete da noite (com um intervalo mostruoso de almoço de três horas, intervalo este que uma parte dele é usada para almoçar e o restante eu acabo usando para desenvolver o sistema, fazendo assim mais horas de estágio do que as oito horas combinadas), e este horário aliado ao tempo de trajeto de ida e volta do ônibus, tenho que acordar às seis e meia da madrugada e só chego em casa às oito, sobrando duas horas de tempo livre para comer, tomar banho e fazer mais alguma coisa rapidamente, como ver um pouco de TV (geralmente os clipes da VH1 ou as notícias do BandNews) ou ligar o PC e fazer algumas outras coisas que não faço no estágio, como acessar o Orkut, que é bloqueado pelo mal-encarado sistema de bloqueio de sites intitulado Intragov, que me parece que é usado em todas as instituições públicas do estado de São Paulo e bloqueia até arquivos com certas extensões.

Como o tempo é curto, só dá para ver o que tá rolando nos tópicos das comunidades, os recados deixados e só, mais nada, ainda que às vezes eu use alguns aplicativos do OpenSocial que eu adicionei no meu Orkut, como o BuddyPoke, onde tem os bonequinhos dos amigos que se abraçam, tocam guitarra, dão soco na cara do outro, etc. E o tempo na Internet é disputado com outras coisas além do Orkut.

Quando chega o fim de semana, então eu tenho tempo de me divertir na Internet, ver vídeos no Youtube (ontem, eu vi dois episódios do Jaspion, um seriado japonês dos anos oitenta que será motivo de um post futuro), ouvir música, postar neste blog e, mais recentemente, jogar no Orkut pelos aplicativos do OpenSocial no Orkut, principalmente os jogos da Come2Play, onde é possível jogar com outros membros do Orkut e até com membros de outras redes sociais que têm suporte ao OpenSocial, como o MySpace.

Os jogos da Come2Play que eu jogo são basicamente três: xadrez, Simão e dardos. O primeiro é o meu preferido, eu gosto muito de jogar xadrez e poder jogar xadrez no Orkut significa poder jogar xadrez com pessoas de qualquer parte do mundo no conforto de casa, mais precisamente no meu quarto. Já ganhei e já perdi de muitos enxadristas, principalmente americanos usuários do MySpace. Eu mais ganho do que perco, empate houve apenas um, numa partida emocionante onde só sobrou os reis e mais uma ou outra peça no final.

Nos jogos da Come2Play, é possível apostar fichas nas partidas, pode-se não apostar nenhuma ficha, apostar uma, cinco, dez, cinqüenta, cem, quinhentas ou mil. Nos jogos de xadrez, não costumo fazer grandes apostas, no máximo cinco fichas. E o sistema de fichas é integrado para todos os jogos, as que você ganha em um jogo, pode apostar em outro. Eu tenho, no momento, umas duzentas e poucas fichas que ganhei apostando nos jogos, na sua maioria no Simão. O sistema de fichas também permite comprar objetos de status para enfeitar o painel de estatísticas, como uma coroa, um martini (que só serve de enfeite, não dá para beber), etc. Com o meu saldo atual, dá apenas para comprar um capacete de chifre (e eu não vou querer comprar isso, obviamente, e nem pretendo comprar itens do gênero). Uma curiosidade sobre a seção de compra de objetos de status é que esta está traduzida porcamente para o português.

Um outro jogo que eu jogo bastante é o Simão (ou Simon, no nome original em inglês), que consiste num painel de quatro botões coloridos, um vermelho, um verde, um azul e um amarelo. A cada rodada, o jogador deve repetir toda a seqüência de botões apertados e, ao final desta, deve apertar mais um botão para a seqüência, que a cada rodada fica maior e mais difícil de memorizar. É um jogo bom para treinar a memória. E como eu já adiantei, é o jogo onde mais eu ganho fichas, eu sempre costumo fazer apostas mais altas neste jogo, chegando a apostar cinqüenta fichas em algumas partidas. Como eu tenho boa memória, acabo levando uma certa vantagem sobre a maioria dos adversários. Entretanto, às vezes eu perco também.

Numa dessas partidas, uma ocorrida hoje, que inclusive eu perdi cinqüenta fichas (mas o meu adversário ganhou merecidamente), acabou sendo a partida mais difícil e mais emocionante até agora, durando cerca de 35 rodadas até eu esquecer o final da seqüência, apertando o botão amarelo onde não era para apertar. A partida demorou bastante para acabar e, de tanto repetir a seqüência, acabei até memorizando parte dela. A partida terminou às 16:30 mais ou menos, portanto, já faz horas que joguei tal partida. A seqüência (ou a maior parte dela) foi: verde, verde, verde, verde, verde, verde, azul, vermelho, vermelho, vermelho, amarelo, verde, verde, verde, azul, vermelho, amarelo, verde, verde, verde, azul, azul, amarelo, amarelo, vermelho, verde, verde, verde, e o resto eu não me lembro (memorizei a ordem de 28 dos 35 botões da seqüência), acho que a vigésimo nono botão era o azul, mas não tenho certeza.

O Come2Play, para se manter, insere anúncios no painel dos jogos, quando uma partida é disputada, geralmente à direita, e também no inicio e no fim das partidas. Dentre os anúncios, há alguns do Google Adsense (alguns destes aparecem em um idioma não identificado, provavelmente russo ou grego) e principalmente anúncios sobre jogos produzidos por terceiros, como o do MechQuest e do Flyff (abreviatura de Fly For Fun). Este último exibe nos anúncios (são basicamente dois) uma mulher muito bem desenhada em mangá e muito boazuda, com os seios fartos quase que completamente de fora e vestida com trajes extremamente esquisitos (duas mulheres, para falar a verdade, uma em cada anúncio). Os anúncios chegam a ser quase que indecentes. Provavelmente deve ser mais um daqueles RPGs com seres esquisitos e com personagens com roupas esdrúxulas.

Retornando aos jogos do Come2Play, um outro jogo que eu jogo (comecei a jogar este fim de semana) é o de arremesso de dardos. Consiste em fazer trezentos pontos arremessando dardos num alvo, com cada área valendo alguns pontos, podendo estes serem multiplicados por dois ou por três caso atinjam uma determinada área minúscula. Os turnos são sempre de três em três dardos, um jogador joga três dardos e depois o outro joga três dardos e assim vai indo até alguém fazer os trezentos pontos. É um jogo onde praticamente só há americanos (e outros falantes do idioma inglês) jogando. Contrasta com o Simão, onde os que jogam são quase que na sua totalidade de brasileiros. Já no xadrez, há um misto de brasileiros e americanos, ainda que com mais americanos do que brasileiros.

Ao contrário do jogo de xadrez, este jogo parece ter sido feito nas coxas e possui vários bugs que chegam a atrapalhar e a interferir no resultado das partidas, por isso, eu raramente aposto fichas neste jogo. Os bugs são horríveis, por exemplo, numa partida que eu disputei, quando eu completei os trezentos pontos, os pontos do turno não foram computados, ou então, quando terminei de arremessar os três dardos, o jogo deu uma travadinha de depois, um quarto dardo foi lançado no alvo e meus pontos não foram computados, ou então quando um dardo é lançado sem eu dar o comando, ou quando o adversário está jogando, mas o sistema indica que é a minha vez, como é o adversário que está no comando, não tenho como lançar os dardos, então os dardos ficam sem ninguém poder lançar, daí o tempo acaba e eu perco, ou então quando o sistema diz que eu estou desconectado da Internet, mas eu continuo conectado normalmente. Eles não deveriam fazer o aplicativo nas coxas e já liberar para uso. Espero que os bugs sejam corrigidos.

Além do jogo de dardos, o Simão apresenta um ou outro bug, ainda que mais raramente. Uma vez ou outra, quando se aperta um botão, aciona-se outro, muitas vezes fazendo o adversário perder. Mais o jogo é bem mais estável, apesar disso.

De vez em quando, os servidores do Come2Play acabam saindo do ar por excesso de tráfego, de vez em quando, o IIS (servidor web usado pelo serviço de jogos online) não agüenta o número de jogos simultâneos e dá pau, exibindo uma mensagem de erro. Acredito que, se usassem o Apache (e com servidor Linux ou FreeBSD ao invés de Windows Bad Server) no lugar do IIS, esses problemas provavelmente não ocorreriam.

Além desses três jogos, joguei o jogo da velha também, mas eu só empatei e não gostei do jogo. É provável que eu procure outros jogos para jogar além dos três que eu já jogo. Tem jogo de damas, quebra-cabeça, bilhar, bolas de gude e outros.

Então é isso, e este post termina aqui! Até o próximo post! E viva os anúncios quase que eróticos do Flyff!

Irgendwie, Irgendwo, Irgendwann!

Postado em Música em 20 de Julho de 2008 por irmaodamara

Nem todas as bandas legais são divulgadas pelo mundo e muitas vezes nem fazem carreira internacional, muitas vezes porque, neste mundo, só se faz carreira e sucesso internacional quem canta em inglês, infelizmente.

Na Alemanha, nos anos 80, havia uma banda que fazia muito sucesso por lá, mas como a vocalista cantava em alemão, nunca estourou mundialmente, só estourou quando um disco foi parar nas mãos de DJs americanos (ou ingleses, sei lá) e essa banda fez sucesso internacional com uma música que falava de 99 balões, e com a música cantada em inglês, ainda que a versão original em alemão seja muito melhor. A banda em questão é a banda Nena, formada pela vocalista que dá nome ao grupo (embora o nome dela seja Gabriele Susanne Kerner), o namorado dela e mais dois caras. Hoje, essa banda já não toca mais, entretanto, Nena ainda canta, fazendo sucesso até hoje lá na Alemanha.

Hoje eu postarei um videoclipe de uma música que eu gostei muito e que provavelmente nunca foi divulgada ou tocada por essas terras, a musica Irgendwie, Irgendwo, Irgendwann, um dos primeiros sucessos da banda, que inclusive foi regravada pela Nena nesta década. Como a VH1 Brasil muito provavelmente nunca exibirá este clipe, lá vai ele aqui sendo postado neste blog!

Numa outra oportunidade, postarie o clipe da música Liebe Ist, outra música que gostei muito, desta vez, uma música de um dos discos mais recentes da Nena!

Até o próximo post! E espero que a Viacom não implique com o Youtube e que não peça para este vídeo ser retirado, já que ele aparentemente foi retirado da VH1 da Alemanha!

Sistema de reserva de equipamentos que estou desenvolvendo

Postado em Atividades profissionais em 9 de Julho de 2008 por irmaodamara

Olá, pessoal! Como eu já disse neste blog, estou estagiando na FATEC de Praia Grande, desenvolvendo um sistema web para registrar as reservas de equipamentos e salas da faculdade. Essa já é a terceira semana de estágio e eu já implementei quase que a primeira parte completa. Na fase de análise do software, ele foi dividido em mais de vinte casos de uso.

O primeiro caso de uso, que é o de agendar eventos (reservas), está quase que completamente implementado e ele está demandando bastante tempo para ser feito, pois é o mais complexo. Inclusive, essa parte do sistema está sendo mais complexa do que eu imaginava, principalmente porque o sistema prevê a recorrência de eventos, ou seja, o evento (uma aula cujo professor precisará de um notebook e de um projetor para exibir a matéria, por exemplo) pode acontecer várias vezes por um certo período de tempo (todas as quartas, uma vez por mês, todas as segundas e quintas, uma vez a cada três semanas na quinta e na sexta, a cada dois meses, todas as terceiras quartas-feiras do mês e outros períodos), e esse período de tempo pode durar até uma data pré-estabelecida, um certo número de recorrências ou até mesmo pode não terminar nunca, recorrenco até o evento ser excluído do sistema. Sem contar que o sistema não pode deixar um equipamento (um notebook, por exemplo) ser reservado para dois eventos que ocorrem simultaneamente. Em outras palavras, ao agendar o evento, o sistema tem que verificar em todos os eventos cadastrados se algum deles, em algum dia, no horário marcado e na duração marcada, têm reservado previamente a mesma sala ou algum dos até três equipamentos que podem ser reservados para um mesmo evento (e a situação se complica quando a recorrência de um evento não tem data de término prevista).

A boa notícia é que essa parte complexa já foi implementada e o que falta para concluir o primeiro caso de uso seria terminar as páginas JSP e terminar de implementar o fluxo alternativo do caso de uso (por exemplo, o que acontece se o evento a ser registrado usa o mesmo equipamento que um outro evento já registrado, num mesmo dia e horário e como o sistema deve proceder).

E o segundo caso de uso é até parecido com o primeiro, o segundo caso é o de solicitar agendamentos de evento, ou seja, quando um professor acessa o sistema pede que um evento seja agendado. A página JSP e o código necessário para o caso de uso funcionar é tão parecido com o do primeiro caso de uso que provavelmente eu até reaproveite o código existente, fazendo algumas alterações necessárias. E os demais casos de uso acredito que serão bem mais fáceis de implementar.

A respeito do banco de dados a ser utilizado, eu pretendia usar o MS SQL Server, que já é usado no servidor do Centro de Informática, mas o sistema está ficando tão orientado a objetos (até a recorrência é representada por uma classe, ou melhor, algumas classes que extendem a classe abstrata de recorrência, cada uma implementando um tipo de recorrência) que provavelmente não irá compensar o uso de banco de dados relacional e nem mesmo o uso de frameworks ORM como o Hibernate, que não dispensa o mapeamento das classes para tabelas. Muito provavelmente, irei usar alguma solução de armazenamento de dados orientada a objetos, talvez o Db4o, o Prevayler ou o Perola (esse último tem maior chance de ser usado).

O desenvolvimento do sistema tem também enfrentado algumas dificuldades não somente de implementação, mas também por outros inconvenientes técnicos, como a lentidão do notebook que uso no estágio (tem três SGBDs instalados: MySQL 5.0, MS SQL Server Express 2005 e Oracle Express 10, eu tenho que ficar matando alguns processos antes de abrir o Eclipse 3.4 com todos os plugins para desenvolvimento web, que é o Eclipse mais pesado de todos, isto sem contar o fato do notebook ter apenas 512 MB de memória) e os diversos vírus que aparecem e que contribuem com a lentidão do notebook velho (lembrando que o notebook está com o Windows XP instalado). Ontem, escaneei o HD do notebook com o Symantec AntiVirus Corporate Edition (outro troço pesado rodando na máquina) e este pegou mais de 40 arquivos mal-intencionados, a maioria sendo o vírus W32.Gammima.AG e trojans. E depois que eu escaneei, apareceram mais vírus! Só não formato o notebook e ponho Linux porque o notebook não é meu, é da FATEC!

Por hoje, é só! Dentro de alguns dias, estarei postando novamente, com probabilidade alta de eu escrever novamente sobre o meu estágio! Tchau e até o próximo post (embora eu tenha usado o método GET no servlet que implementei para fazer funcionar o Ajax do JSP que pega os nomes dos professores dinamicamente)!

Ajude a Wikipédia (e algum outro projeto a ser escolhido), metendo ou não a mão no bolso!

Postado em Uncategorized em 28 de Junho de 2008 por irmaodamara

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!

…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux.org, blog que eu acesso quase que diariamente desde 2005, e o Efetividade.net, blog do mesmo autor do Br-Linux.org, lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

Você também pode ajudar a Wikipédia metendo a mão no bolso! Basta fazer uma doação à Wikimedia Foundation neste site! Eu acabei de fazer a minha parte, doando 9 dólares da minha conta no Paypal (é a minha terceira doação na história, a primeira foi de 5 dólares e a segunda também foi de 9 dólares, no total, já doei 23 dólares, não é muito, mas se cada um que acessar algum serviço da Wikimedia Foundation, como a Wikipédia, doar uns trocados, já ajudará bastante! E, se você possui uma conta no Paypal, considere a possibilidade de doar nem que seja um ou dois dólares! Imagine mil pessoas doando um dólar, no total, seriam mil dólares doados! Eu já fiz a minha parte, e você?

E, se forem participar, como eu, da promoção do Br-Linux.org e do Efetividade.net, votem no OpenSSH como outro projeto, além da Wikipédia, que deve receber uma doação! Acredito que eles estejam precisando mais do que os outros três projetos!

Meu estágio na FATEC

Postado em Atividades profissionais em 23 de Junho de 2008 por irmaodamara

Olá, internautas! Desde a última sexta-feira, eu estou estagiando na FATEC de Praia Grande a fim de cumprir as 400 horas de estágo requeridas. O estágio é a única coisa que falta para eu concluir o curso superior em Tecnologia em Informática com Ênfase em Gestão de Negócios. Não é um estágio remunerado, pois nesses últimos meses, não consegui nenhum, pois as vagas anunciadas por aí pediam conhecimentos demais e exploram o estagiário, entretanto, a faculdade concedeu-me este.

Na primeira reunião do Centro de Informática que eu participei, viu-se que havia a necessidade de se desenvolver um novo sistema de reserva de equipamentos e salas da faculdade, pois o antigo estava capenga, com algumas deficiências. Então, fiquei responsável por desenvolver este sistema, que será uma aplicação web em Java com banco de dados MS SQL Server, que é o gerenciador de banco de dados usado no Centro de Informática. Confesso que será a primeira vez que desenvolvo uma aplicação web para valer, inclusive com frameworks Java e tudo mais, até então, eu só havia desenvolvido para valer em desktop. Esta será uma excelente oportunidade de aprimorar meus conhecimentos de desenvolvedor Java.

Devido a este estágio, passo a maior parte do dia na FATEC, oito horas por dia de estágio e mais o intervalo para o almoço, só volto para casa à noite e ainda assim tenho bem pouco tempo, o tempo dá só para tomar lanche e ficar bem pouco tempo na fretne do PC lendo e-mails e fazendo outras coisas, como postar neste blog. Só tenho tempo agora no fim de semana.

Este sistema que irei fazer será bem completo, nos dois dias que estou estagiando, já levantei mais de 25 casos de uso e dez páginas de documentação, e amanhã continuarei a fazer mais documentação, a parte de análise. Irei começar a implementar talvez no final da semana ou na próxima.

Apesar de ficar tanto tempo estagiando, até que não tá muito puxado meu serviço, eles deixam dar uma olhada nos e-mails, tomar cafezinho, e no primeiro dia, até comi uns negócios num coffee-break que fizeram de manhã, inclusive morangos e umas bolachas waffer esbagaçadas, que pareciam ser fim de estoque de supermercado falido, tudo soltando, mas tava bom mesmo assim.

Bom, tenho que ir dormir, numa próxima oportunidade, escreverei mais acerca do estágio! E até a próxima blogada!

Primeiro post deste blog!

Postado em Idiotices em 21 de Junho de 2008 por irmaodamara

Olá, pessoal! Acabo de criar este blog no WordPress! Nele, irei postar minhas idéias, meus pensamentos, meus projetos que ando fazendo, comentários sobre alguma coisa específica, notícias, piadas, textos de cunho mais técnico, enfim, o que eu quiser.

Hoje, como é o primeiro post disso aqui, eu vou terminar este post por aqui! Não percam os próximos posts, e assinem os feeds!