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Por que eu não tenho Twitter

Postado em Idiotices, Temas polêmicos em 19 de Outubro de 2009 por irmaodamara

O Twitter é hoje um serviço muito popular na Internet, com milhões de usuários cadastrados. É considerado como uma verdadeira mania entre os internautas.

Vários conhecidos meus utilizam o Twitter e dão suas “twittadas”, além de acompanharem o Twitter de outras pessoas. Mas eu mesmo não possuo uma conta no Twitter (e nem pretendo ter uma).

O motivo principal de eu não ter uma conta neste serviço de microblogging é justamente o fato de ele ser baseado em posts de no máximo 140 caracteres, posts curtos. E eu, quando escrevo, sempre escrevo textos grandes, principalmente nos dias de hoje, já que meus textos atuais têm ficado bem maiores do que os textos que eu escrevia há anos atrás (isto pode ser percebido quando se compara o tamanho dos posts do meu antigo blog dos Sonhos do Allan, no Zip.net, em relação ao tamanho dos posts do meu atual blog dos Sonhos do Allan, no WordPress).

Mesmo quando eu tento fazer com que determinado texto caiba num determinado limite de caracteres, tenho um trabalho danado, uma vez que tenho que ficar cortando palavras, substituindo palavras por outras que têm menos letras, procurando no texto partes que eu possa suprimir, etc. Isto sem contar que eu tenho que tomar o cuidado para o texto não perder o sentido.

Mesmo limites bem maiores do que 140 caracteres acabam não sendo suficientes em algumas ocasiões. Tem vez que eu preciso dividir um post no Orkut em dois ou mais outros posts, uma vez que o que eu quero escrever possui mais de 2048 caracteres.

No mini-currículo de um serviço de currículos pela Internet no qual eu me cadastrei, o sofrimento para fazer caber o texto é ainda maior, já que o limite é de 255 caracteres e eu ainda tenho que escrever algo que descreva meu perfil profissional e que facilite nas buscas pelo meu currículo completo (que tem um limite de caracteres bem maior, ainda bem).

Ou seja, se já é um problema fazer caber texto em limites maiores do que 140 caracteres, por que eu participaria de um serviço onde mal dá para escrever qualquer coisa, por menor que seja (pelo menos, para mim)? E, se eu quiser escrever alguma coisa, escrevo no meu blog, que não tem esse limite sufocante de 140 caracteres.

Posts que cabem nesse limite geralmente são textos no estilo “hoje eu estou triste”, ou “briguei com minha namorada, estou arrasado, tenho vontade de me suicidar”, ou então “soltei um gás fétido pelo meu cu, está fedendo tudo por aqui”, ou seja, frases curtas. Se prolongar o post por mais que isso, já era.

A única diferença entre o Twitter e um serviço de blogs convencional é basicamente o limite de caracteres. Qualquer outra coisa que tenha no Twitter poderia estar contida num serviço de blogs convencionais, como o WordPress.

E por que tanta gente usa o Twitter? A resposta, na minha opinião, é a mesma da pergunta “por que tanta gente gosta de funk?” Sabem por quê? Por que é o serviço da moda na Internet. Assim como já foi o Orkut, na época em que o povão ficava dando F5 nas comunidades para ver se alguém havia postado alguma coisa. Hoje em dia, o Orkut ainda existe, mas já não é mais aquela moda de antes. Comunidades que antes eram badaladas, com muita gente participando, hoje perdem cada vez mais membros (os poucos que sobraram) e os posts, que antes eram aos montes, com tópicos que facilmente chegavam aos mais de 500 posts, hoje são bem menos frequentes. Algumas comunidades chegaram até a ficar às moscas, como umas que eu participava e que antes havia bastante gente participando.

O Second Life foi outra modinha da Internet. Esse serviço dispensa maiores comentários. Basicamente, era algo tido como revolucionário, onde até empresas chegaram a fazer suas instalações virtuais (como ocorre com o Twitter, onde empresas usam o serviço como um canal de comunicação), mas que hoje em dia está esquecido, com poucos perfis ativos em relação ao total de perfis cadastrados. Está tendo o mesmo destino do ICQ, que também foi outra moda da Internet, um software de bate papo, mas que hoje em dia nem é mais lembrado. O ICQ ainda existe, mas é bem menos usado do que antes.

Pode ser que o Twitter um dia acabe como o Orkut. Ou pior, acabe como o Second Life. Ou ainda pior, acabe como o Third Voice (uma moda da Internet de vários anos atrás, mas hoje em dia ninguém nunca ouve mais falar do serviço (que nem existe mais) e nem tem ideia do que seja tal serviço).

Já fiquei sabendo que o Twitter já está sendo usado por algumas pessoas para disseminar SPAM. Eu já vi este filme antes: hoje em dia, as salas de bate-papo como as do BOL (as poucas que ainda restaram) estão forradas de spammers que, ao serem contatados, disparam SPAM, com propagandas dos mais diversos tipos (e alguns dos spammers ficam passando de sala em sala e jogando propagandas para todos os que estão na sala de bate-papo ver).

Não há nenhum motivo em especial para eu ter uma conta no Twitter. Se eu quiser postar alguma coisa, eu posto neste blog, no WordPress. Ou ainda, posso criar quantos blogs eu quiser, se eu assim desejar (assim como eu criei o blog dos Sonhos do Allan, onde eu escrevo meus sonhos).

Se alguém quiser me “seguir”, como ocorre no Twitter, basta assinar o feed RSS do blog. Tá certo que eu não posto muito (isto é devido à falta de tempo), mas se eu tivesse postando no Twitter, eu também postaria pouco por lá, assim como a esmagadora maioria dos usuários do Twitter. Sabia que 10% dos usuários do Twitter são responsáveis por 90% dos tweets (posts no Twitter)? Vi essa estatística não sei em que lugar.

Pelos motivos apresentados acima, eu não tenho uma conta no Twitter. E, além do mais, se o Twitter fosse bom mesmo, a Miley Cyrus não teria deletado sua conta (e não foi por causa do namorado dela, como foi espalhado por aí). Não teria deletado a conta e não teria cantado rap no Youtube (este sim, um serviço útil na Internet e que não é apenas uma modinha).

Se o Twitter me for útil de alguma coisa um dia, pode ser que eu mude de ideia e abra uma conta naquele serviço. Mas creio que isto seja improvável de acontecer.

E, antes que alguém me pergunte, o Third Voice era um serviço que permitia aos que tinham uma conta (e que tinham que instalar um software cliente para usufruir do serviço) fazer “pichações” em sites da Internet, ou seja, escrever alguma coisa que quiser em algum canto do site desejado. Tais “pichações” só eram visíveis para usuários do Third Voice e residiam nos servidores da empresa responsável pelo serviço. O Third Voice, ainda que nem seja mais lembrado pelos internautas de hoje, foi o percursor das chamadas páginas Wiki, onde uma pessoa pode ir lá e editar.

Google, tradutor multilíngüe que aumenta a história!

Postado em Idiotices em 21 de Setembro de 2008 por irmaodamara

Em maio desse ano, estive brincando com o tradutor do Google, vi que agora ele pode traduzir de quaquer idioma suportado para qualquer outro idioma também suportado, como do português para o alemão, do italiano para o polonês, etc. Testei a tradução do holandês para o português a fim de traduzir o conteúdo de um site em holandês sobre uma modelo daquele país da Europa. Então, tive a idéia de fazer uma brincadeira que faço de vez em quando, que é traduzir um texto do meu blog do português para o inglês (neste caso, para o holandês) e depois pegar o resultado da tradução e traduzir para o português, a fim de rir das deturpações que o tradutor acaba fazendo. Pois bem, fiz isso e vi que o número de deturpações era pior do que eu imaginava, chegando ao ponto de mudar a história para uma nada a ver. Por exemplo, no trecho em português a seguir:

E a Angélica concedeu a primeira tentativa à moça, que errou a resposta (ou a pontaria, não sei o que era para ela fazer exatamente), então, a apresentadora tuchou um mamão mole sem sementes e cortado em quatro na cabeça da convidada, com a casca para cima, em seguida, um punhado de aveia caiu do teto, mas não pegou a cabeça da moça, caiu ao lado dela, à esquerda.

Traduzido para o holandês e depois a tradução retraduzida para o português, o texto ficou assim:

E Angélica, a primeira tentativa de uma menina, que não dão resposta (ou precisão, não sei o que ele tinha que fazer) e, em seguida, o apresentador tuchou suave sem um mamão sementes e corte na cabeça dos quatro convidados, a casca e, em seguida, um punhado de aveia a partir do teto caiu, mas não deteve, a cabeça da garota, ela caiu ao lado esquerdo.

O verbo ‘conceder’ se escafedeu da tradução, o apresentador, que mudou de sexo na tradução, tuchou suave algo que não tinha nada de suave, e quatro convidados, que não sei de onde vieram, sofreram corte na cabeça, enquanto, na versão original, a mocinha não sofreu corte algum!

No próximo trecho, o tradutor chama a apresentadora Angélica de safada. O texto original:

O cabelo da mocinha ficou todo sujo de mamão e a Angélica fez cara de safada, como se estivesse gostando daquilo.

Traduzindo e retraduzindo, fica:

O cabelo da mocinha toda roupa suja de mamão e safada Angélica tem rosto, como se eles gozam.

Como assim, toda roupa suja? Que roupa, se não citei roupa no texto? É o cabelo que tá sujo, não a roupa! E a safada Angélica tem rosto (óbvio que tem, mas não escrevi isso), como se eles gozam, ainda que eu não tenha descrito nenhuma ereção no texto.

No próximo trecho, pregos viram unhas. O texto original:

Essa foi ainda pior: um doce com pregos caiu sobre a cabeça da pobre convidada e esta, após ser atingida, fez cara de que havia sido ferida pelo doce, fez cara de dor, como se os pregos fincados a estivessem incomodando, embora nenhum sangue saiu de sua cabeça. Curioso para saber que gosto tinha aquilo, peguei um dos flocos daquele doce cheio de pregos de cima da cabeça dela e comi, e até que não era tão ruim, embora tivesse pregos, que nem feriram minha boca, mas o doce era bem doce.

Traduzindo e retraduzindo, fica:

Isso foi ainda pior: um doce com unhas caiu sobre a cabeça dos pobres e chamou-o, uma vez alcançada, que foi ferido por enfrentar o doce, fez cara de dor, como se as unhas foram fincados a inconveniência, mas não há sangue veio de sua cabeça. Curioso que era, peguei um dos flocos que doce cheio de pregos a partir do topo da cabeça e comeu-los, e mesmo que não foi tão ruim, embora se tivesse unhas, o que não foi ferido o meu pé, mas era doce e agradável.

Ao invés de cair na cabeça da moça, o doce, que agora tem unhas, caiu na cabeça dos pobres, que sabe lá de onde vieram. Sem contar que foi ferido por enfrentar o doce, quando, na verdade, ele caiu, ninguém enfrentou nada. E os pregos (ou unhas), que não feriram minha boca, passaram a não ferir o meu pé (boca virou pé) e o doce ficou agradável!

Então, eu tive a idéia de traduzir e retraduzir o mesmo texto novamente, só que em árabe ao invés do holandês. Voltando ao primeiro trecho, traduzindo e retraduzindo, só que desta vez do árabe, ficou assim (e ficou pior):

A primeira tentativa Angélica adjudicados a uma menina, de incapacidade de resposta (ou de precisão, e não sei o que era, portanto, completamente) e, em seguida, submetidos tuchou suave, sem sementes e mamão da decapitação de quatro convidados, até mesmo as cascas, então, um punhado de aveia caiu do tecto, Mas o presidente não é meninas, porque ele caiu ao lado da esquerda.

Que presidente é esse que caiu ao lado da esquerda e que não é as meninas? Que eu saiba, o que caiu foi a aveia e só, nenhum presidente caiu! E sem contar esse tal mamão da decapiação dos quatro convidados, que, assim como os da outra tradução deturpada, também foram decapitados, e desta vez, até mesmo as cascas.

O segundo trecho, retraduzido do árabe:

Mocinha cabelo estava sujo e de todos os mamões e Angelica fez safada rosto, como se tivessem beneficiado.

Todos os mamões? A Angélica tuchou só um mamão!

A terceira frase, retraduzida do árabe:

Este é o pior: doces, com unhas caiu sobre a cabeça dos pobres e chamou-o, quando percebeu, que não enfrentam foi ferido por el-Hilweh, não enfrentar a dor, como se as unhas fincados incômodo, mas não sangue saiu de sua cabeça. Estranhos de saber que era como, peguei um dos chips que doce, cheia de pregos a partir do topo da cabeça e comeu, e mesmo que não era ruim, apesar de unhas, que não feriu a minha boca, mas era doce, e doce.

Quem será esse tal de el-Hilweh, que feriu alguém ainda? Esse cara, assim como o presidente do outro trecho, não estavam no meu sonho! E eu peguei um dos chips, ainda que não tinha chip no sonho! E que doce, cheia de pregos! E os pregos viraram unhas de novo!

Como deu para ver, o “tradutor” piadista do Google não traduziu merda nenhuma, e ainda por cima, deturpou tudo (imagine um estrangeiro tentando traduzir o meu blog e vendo algo que não tem nada a ver). Deturpou ao ponto de inserir personagens novos e acontecimentos sádicos (como as quatro decapitações) na história! E olha que é do Google! Imagine se fosse da Microsoft ou da Apple!

Então, usem o tradutor apenas para se divertirem com traduções deturpadas, nunca usem-o com outra finalidade, como traduzir sites, porque certamente você lerá um texto inventado pelo tradutor e não o texto que você queria!

Só a título de curiosidade: el-Hilweh (ou Ain el-Hilweh) é o nome de um campo de refugiados palestinos no Líbano, abrigando mais de 70 mil refugiados.

http://en.wikipedia.org/wiki/Ain_al-Hilweh

Que não tem nada a ver com o que eu sonhei! Fala sério!

E este post termina aqui! E para quem quiser ler o texto que usei nas traduções e retraduções do Google, além de outros textos, o endereço é:

http://sonhosdoallan.zip.net

Neste blog, eu postava relatos de sonhos que eu tinha durante as noites. Ele atualmente está parado porque eu acabei desanimando de não ter tempo para postar nele, entretanto, um dia eu posso retomá-lo, caso eu queira.

Até o próximo post!

Pegadinha das BSODs

Postado em Idiotices em 8 de Setembro de 2008 por irmaodamara

Hoje, ainda que meu tempo esteja curto por agora, irei postar sobre uma pegadinha feita no Centro de Informática da FATEC de Praia Grande, onde faço estágio, a pegadinha das BSODs!

Este episódio ocorreu em agosto, na segunda metade do mês. Um colega meu de estágio, o Douglas, teve a idéia de instalar uma proteção de tela num dos PCs principais do CI após eu ter posto um screenshot de algumas janelas abertas como plano de fundo. A proteção de tela em questão é uma bem conhecida entre os que se amarram numa tela de erro, a SysInternals, uma proteção de tela que simula BSODs e reinicializações do Windows XP, com erros aleatórios em cada BSOD.

BSOD, para quem não sabe, é aquela tela azul de erro do Windows, quando este dá pau. BSOD é a sigla em inglês para “Tela Azul da Morte” (Blue Screen of Death).

Após instalada a proteção de tela, proteção esta que só é desativada com o pressionamento de uma tecla qualquer do teclado, ou seja, não pode ser desativada com o movimento do mouse, como outras proteções de tela, após cinco minutos, as falsas BSODs começaram a aparecer, cada uma com um erro diferente, e cada BSOD era seguida de uma falsa reinicialização do sistema operacional, após tal reinicialização, uma nova BSOD, e por assim ia até alguém pressionar um botão do teclado ou o monitor se desligar.

O primeiro a cair na pegadinha foi o Luiz Fabiano, outro estágiário do CI. No dia anterior ao episódio da pegadinha, aquele computador pegou um vírus que fazia o PC reiniciar infinitamente e precisou ter o Windows XP reinstalado após tentativas frustradas de corrigir o problema sem formatar. Este fato, de certa forma, meio que contribuiu (acredito eu) para que o Luiz Fabiano acreditasse que o PC estava com algum problema. Logo que apareceu a BSOD, ele disse que era problema de hardware, disse também que o problema era na placa de rede, uma vez que a mensagem de erro apresentada era sobre problema na placa de rede. Após a falsa reinicialização e a nova falsa BSOD, eu perguntei: e agora, que erro que é? E ele ficou sem saber, achou estranho e ficou encasquetado sobre o tal erro. Após uma nova falsa reinicialização, ele apertou F8 para acessar o menu de inicialização do Windows XP e então descobriu que era uma proteção de tela, ainda mais depois que viu o arquivo BlueScreen.zip na área de trabalho.

Outro que caiu na pegadinha foi o professor Fábio, um dos coordenadores do CI. Para piorar, segundo ele, a BSOD exibida apresentava a mesma mensagem de erro que ele havia visto em outro PC (acho que era o dele) há poucos dias atrás. Ele quase ia metendo o dedo no botão de ligar e desligar o PC (depois de ver ele sendo “reiniciado” inúmeras vezes), quando foi avisado que aquilo era uma proteção de tela.

E o mais engraçado foi quando um aluno que não sei o nome, um que tem um monte de pinos na perna devido a um acidente de moto, caiu na pegadinha. Com a autorização do pessoal do CI, ele entrou neste para plugar seu HD externo USB a fim de copiar um arquivo enorme, provavelmente, o Visual Studio 2005, que possuía mais de 2 GB de tamanho.

De vez em quando, ele vinha ver como andava a transferência de arquivo, que durou mais de 40 minutos devido à lentidão do sistema de arquivos do Windows (no meu PC com Linux aqui de casa, tal transferência duraria menos de três minutos), além do fato da porta USB ser 1.1 e não 2.0, o que diminui um pouco a velocidade da transferência.

Numa dessas idas para ver como andava a cópia do arquivo para seu HD externo, ele ficou sentado na cadeira em frente ao PC, uma vez que ele não podia ficar de pé já que estava com aqueles pinos na perna. Segundo ele, os pinos só serão removidos em dezembro. Ficou lá falando comigo inclusive sobre o acidente e sobre mais alguma outra coisa que agora não me lembro (possivelmente sobre o sistema que eu estava fazendo).

Cinco minutos depois, e por coincidência, no momento que o rapaz encostou no PC, a proteção de tela se iniciou e ele não acreditou que, depois de vários minutos copiando o arquivo enorme, o PC deu pau! Eu ainda por cima falei que o PC deu pau porque ele esbarrou no computador. E após a segunda BSOD, ele ficou mais perplexo ainda, não acreditando naquilo e acreditando piamente ter fodido com o PC do CI. Ele já ia quase desplugando o HD externo da porta USB, quando eu o avisei que aquilo era uma pegadinha e apertei um botão do teclado, desativando a proteção de tela. O rapaz fiou bastante aliviado ao ver que a cópia do arquivo continuava normalmente.

O Alexandre, um outro estagitario, também caiu na pegadinha, depois apertou F8 e viu que era proteção de tela, mas não foi tão engraçado quanto das outras vezes que caíram na pegadinha. Outras pessoas foram avisadas previamente sobre a proteção de tela e não caíram na pegadinha.

No dia seguinte, um outro PC que estava em manutenção apresentou uma BSOD de verdade, em português e sem reinicialização, quando a senha para entrar no console de recuperação do Windows XP estava sendo digitada. Naquela ocasião, o problema era no HD.

Por hoje é só, espero que vocês tenham gostado dessa pegadinha e quem sabe tenham a idéia de instalar a proteção de tela SysInternals no PC de alguém para pregar uma peça!

Primeiro post deste blog!

Postado em Idiotices em 21 de Junho de 2008 por irmaodamara

Olá, pessoal! Acabo de criar este blog no WordPress! Nele, irei postar minhas idéias, meus pensamentos, meus projetos que ando fazendo, comentários sobre alguma coisa específica, notícias, piadas, textos de cunho mais técnico, enfim, o que eu quiser.

Hoje, como é o primeiro post disso aqui, eu vou terminar este post por aqui! Não percam os próximos posts, e assinem os feeds!