Como eu descobri ter Síndrome de Asperger

Eu sempre tive um comportamento, de um modo geral, diferente do das outras pessoas. Não só o comportamento, mas a maneira de eu pensar, de agir, de me expressar, de uma série de coisas.

Sempre tive dificuldade de me relacionar com os outros. Na época da escola, eu ficava isolado de outros colegas, pois não me era interessante interagir com os mesmos. Quando eu tentava interagir com os outros, era como se eu falasse uma língua e os outros falassem outra, ainda que eu e os outros falássemos português. Isto também se repetiu na época da faculdade, embora nessa época eu já tentasse a todo o custo mudar isso, com poucos avanços relacionados a isso.

Meu problema de relacionamento não se dava apenas no ambiente presencial, mas também no virtual. Eu percebia que as pessoas me viam de uma forma diferente no Orkut, quando eu participava das comunidades, principalmente em comunidades onde havia bastante conversa. Além disso, eu acabava postando coisas que incomodavam as outras pessoas, ou coisas sem noção (e depois eu percebia que era sem noção). Cheguei a chorar uma vez quando vi que não conseguia me relacionar nem pela Internet, numa comunidade onde o povo conversava sobre assuntos variados. Mais recentemente, tentando arranjar uma namorada pela Internet, comecei a conversar com uma moça muito bonita e vi que ela estava ficando interessada, mas eu só fazia perguntas e eu não sabia o que escrever, até que eu escrevi uma pergunta que parece que ela não gostou e ela me respondeu que eu fazia perguntas estranhas, aí ela parou de se corresponder comigo e eu fiquei muito frustrado.

Nunca liguei para o que os outros pensavam ou curtiam. Sempre quis ter minhas próprias opiniões com relação a tudo, ainda que tais opiniões fugissem do senso comum relacionado. Sempre tive meus gostos musicais independente da moda do momento. Não só os gostos musicais, mas qualquer tipo de gosto, como do que eu gostava de assistir na TV, do que eu gostava de fazer, do que eu gostava de brincar quando eu era criança (brincava principalmente com meu irmão, que era praticamente o único com quem eu me relacionava), do que eu gostava (e gosto) de fazer no computador…

Por muitas vezes, eu acabava não gostando de nada do que havia em uma determinada área, como do teor dos textos que eu tinha que copiar quando eu estava na escola, nas aulas de português, ou como o teor dos enredos de séries de TV que passavam na época (apesar de eu assistir um ou outro seriado), então eu acabava por criar meus próprios textos e meus próprios personagens cujas histórias que eles participavam tinham enredos criados por mim.

Desde que eu me conheço por gente, eu consumo ter manias estranhas, com a de mexer com os braços, as mãos e os dedos de forma repetitiva ou limpar a boca seguindo sempre com os mesmos passos, na mesma ordem. Quando eu era bebê, segundo a minha mãe (e há também uma foto minha da época onde se pode notar isso), eu ficava abanando as orelhas repetidamente. Hoje em dia, eu não tenho tanto dessas manias repetitivas, só de vez em quando, quando estou sozinho, eu acabo por mexer os dedos repetidamente, e por uma quantidade menor de tempo do que antigamente.

Eu sofri muito bullying quando eu era criança, na época em que eu cursava da primeira até a quarta série do ensino fundamental, principalmente na quarta série, quando adquiri um grave problema na fala que tenho até hoje, embora o problema tenha diminuído bastante, com o passar do tempo. Meus colegas da época viam que eu era mais quieto, que eu seguia mais as regras que me eram impostas, viam que eu era “diferente” e me faziam de alvo para seus ataques de bullying.

Era perceptível que eu tinha algo de diferente das demais pessoas da mesma idade que eu. Eu mesmo percebia isso já desde a época que comecei a frequentar a escola. Durante alguns anos, acho que de meados dos anos 90 até 2005, minha mãe me levava ao ambulatório de saúde mental de Praia Grande (posteriormente, passei a ir sozinho), onde eu passava por consultas de psicólogas e psiquiatras. Cheguei a passar por uma fonoaudióloga, mas não fez efeito algum na minha fala, na verdade, só teve efeitos adversos. As psicólogas me ajudaram um pouco na parte emocional, já os psiquiatras passavam alguns remédios, mas nenhum diagnóstico do que eu tinha era dado. Os remédios prescritos iam desde antidepressivos até remédios para síndrome do pânico. Um psiquiatra disse que eu tinha dificuldade de aprendizado (com certeza, eu nunca tive isso, muito pelo contrário), chegaram a me falar que eu tinha um “problema crônico”, falando de um modo meio que pejorativo. Eu sei que tinha alguma coisa, mas eu não sabia o que era, mas parecia ser um problema dificílimo de ser solucionado, visto que, mesmo com os tratamentos, eu continuava do jeito que eu sou.

Em 2005, quando ocorreu a última tentativa de eu me tratar com um psiquiatra, me foram receitados uns remédios que fizeram meu comportamento ficar estranho, eu fiquei mais espontâneo e menos tímido, mas também comecei a agir de forma estranha e fiz coisas que eu não costumo fazer em meu juízo perfeito. Na época, eu acreditei estar ficando louco. Depois de ter uma crise de ansiedade e de eu adquirir dificuldade para urinar, foi comunicado ao psiquiatra sobre os ocorridos e o mesmo suspendeu abruptamente o tratamento, causando efeitos ainda mais adversos sobre mim, como uma depressão profunda. Cheguei a não ter mais vontade de sair de casa e pensei que talvez não voltaria à faculdade. Felizmente, isto ocorreu durante o período de férias e, até as aulas voltarem, eu já tinha quase totalmente recuperado da depressão.

Após o tratamento psiquiátrico fracassado, me tratei com florais com uma terapeuta holística (havia também consultas presenciais semanalmente). Alguns problemas como a ansiedade foram resolvidos, a habilidade de me comunicar melhorou um pouco, mas alguns problemas permaneceram, como o fato de eu nunca iniciar uma conversa e de não saber interagir com as pessoas.

Eu sempre me cobrei para ser o máximo possível como as outras pessoas. Tentava, na medida do possível, ser como as demais pessoas, ainda que muita gente não percebesse e até achasse que eu tentava ser diferente, especial. Lembro-me de que, na época da quarta série do primário, a professora (ou a diretora, ou ambas, confesso que não lembro com exatidão) gritou comigo dizendo que eu era um menino normal ou algo do tipo.

Durante toda a minha vida, formulei muitas teorias que explicariam o porquê de eu ser daquele jeito. Dentre essas teorias, estavam a de que a minha mãe não soube me criar direito e me criou errado, a de que eu era a reencarnação de um cachorro, de um gato ou de outro animal e que a reencarnação atual seria a minha primeira como humano, a de que eu era um espírito inferior (durante anos, eu fui espírita, hoje eu não tenho religião e não sei se Deus existe ou não), dentre outras teorias daquelas.

Sempre achei que boa parte da explicação para o meu comportamento era pelo fato de eu ser tímido. Eu acreditava, por muitos anos, ser extremamente tímido, tão tímido que eu acabei ficando do jeito que eu sou, ainda que outros tímidos que eu via não fossem como eu. Até que um dia, vi uma reportagem do Globo Repórter que falava sobre a timidez e mostrou o que era a timidez. Cheguei à conclusão de que eu não era exatamente uma pessoa tímida, pois fazia coisas que os tímidos não faziam, como falar em público (já fiz isso um monte de vezes). Além disso, vi que os tímidos não se comportavam como eu me comporto.

Houve uma época que eu pesquisei na Internet sobre alguma coisa que eu poderia ter. Cheguei a suspeitar que eu fosse disléxico, uma vez que minha letra é horrível e às vezes eu não entendia algumas coisas, mas aí eu vi o que era dislexia e descartei esse diagnóstico. Cheguei a ler o artigo da Wikipédia sobre Síndrome de Asperger, mas na época, o artigo estava mal escrito e era demasiadamente curto, dizendo que era uma condição parecida com o autismo descoberta nos anos 80 que consistia na pessoa levar tudo ao pé da letra, ou algo assim. Naquela época, eu descartei ter isso.

Entretanto, há cerca de um mês e meio, li novamente o artigo da Wikipédia sobre a Síndrome de Asperger e, ao contrário da primeira vez, acabei me identificando com os sintomas e características descritas no artigo, não com todos os sintomas e características, mas com a maioria dos mesmos, muitos que só eu sabia, pois não havia contado a ninguém. A fim de saber mais sobre a síndrome, pesquisei outros sites, que reforçaram a minha identificação com este diagnóstico, ainda que não feito por um psiquiatra (se eu não tenho Síndrome de Asperger, eu teria o quê então, uma outra síndrome com os mesmos sintomas da de Asperger?) e então eu acabei me autodiagnosticando como tendo Síndrome de Asperger.

Estou “digerindo” até hoje essa descoberta e desde então eu tenho feito mais pesquisas sobre essa síndrome, bem como sobre o autismo, uma vez que Asperger é uma das síndromes do espectro autista. Entrei em um grupo do Facebook sobre a Síndrome de Asperger, o Grupo Asperger – Brasil, e estou relatando minhas experiências acerca dessa síndrome, bem como participando dos tópicos criados por outros participantes.

Com esse autodiagnóstico, acabei por tabela entendendo melhor o porquê de eu ter tanta consideração, tanto carinho pela Mara, uma ex-colega de sala de aula dos tempos do ensino médio, chegando a chamá-la de irmã (ainda mais pelo fato de eu não ter uma de verdade). Provavelmente vocês devem ter percebido que o endereço do blog é irmaodamara.wordpress.com, ele vem do meu e-mail, irmaodamara@yahoo.com.br, que foi criado em 2004, após o término do ensino médio e quando comecei a faculdade. O nome de usuário do e-mail é uma homenagem à Mara. Como eu escrevi, eu sempre tive dificuldades para me relacionar com as pessoas, e para piorar, eu nunca conseguia iniciar uma conversa e sempre ficava quieto num canto. A Mara foi a garota que se relacionou comigo, conversou comigo, fez trabalho de escola junto comigo, me convidou para ir na casa dela passar o dia, veio na minha casa (isso ocorreu depois do término do ensino médio)… Ela me fez me sentir como se eu fizesse parte do grupo. Ainda que ela tenha pisado na bola algumas vezes (todo mundo tem seus defeitos e comete erros), sou até hoje grato pelo que ela me proporcionou. Hoje o nosso contato é mais pela Internet, já que eu estou morando em São Paulo e ela permaneceu em Praia Grande, no litoral paulista.

Descobrir que eu tenho Síndrome de Asperger me fez descobrir que não há cura para o que eu tenho, por outro lado, me fez descobrir que minha condição é mais comum do que eu pensava (eu cheguei a pensar que eu era o único assim), vendo outras pessoas com as mesmas dificuldades que eu. Ainda que eu não seja uma pessoa completamente normal, descobrir que eu tenho Síndrome de Asperger me fez sentir mais normal e não mais um ET.

Meu desejo é que a Síndrome de Asperger seja mais divulgada e mais conhecida pela sociedade, tanto para as pessoas terem mais informações sobre essa condição, tanto para quem está na mesma situação que eu ou tenha um filho nessas condições possa eventualmente se autodiagnosticar ou procurar um diagnóstico de um psiquiatra especializado.

Este post termina aqui. Confesso que este post demorou alguns dias para ser escrito, era para ter sido postado no Carnaval, entretanto, acabei demorando um pouco para terminar de escrever, até porque lembrei de coisas que eu passei e que mexeram um pouco comigo. Até o próximo post!

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68 Respostas to “Como eu descobri ter Síndrome de Asperger”

  1. Muito bom o seu post, Allan! Vivi muitas coisas parecidas, experiências bem semelhantes. É sempre bom saber (ou lembrar) que não se é o único a ter enfrentado dificuldades e ter pensado quase a vida toda que era só alguém “esquisito” e “diferente” dos demais. Abraços, e parabéns pelo blog!

  2. Mateus Says:

    Excelente post Allan.
    Partilho de muita coisa que você passou, ser considerado um “estranho” é algo difícil de lidar na infância e principalmente na adolescencia. Como o Jacod Galon disse, é bom saber que não sou o único diferente nesse mundo.
    Descobri a pouco que tenho a Sindrome de Asperger, não contei a ninguém pois ninguém se importa.
    Abraços, e espero que esse tema seja mais divulgado.

  3. ViniciuS Says:

    Interessante…. não conhecia essa síndrome.

    Fiquem bem… até outro dia.

  4. Jéssica Says:

    tenho 16 anos e tenho essa síndrome
    desde os meus 5 anos que já sabia criar programas em códigos mais elevados, hoje se o brasil permitisse de eu entrar em uma faculdade eu já estaria trabalhando com o superior completo
    eu gosto de ser assim mesmo sofrendo bullying desde os meus 4 anos de idade eu gosto

  5. Allan vc é exatamente como eu,os mesmos sintomas e vivencias.Eu fui internado compulsoriamente pela minha escola porque eu dei explicacoes incriveis d matem. E alegaram q eu nao me coloquei no lugar d aluno e queria ser melhor q os prof eles diseram q nao queriam entrar na minha turma.PRECISO FALAR COM VC IMEDIATAMENTE

  6. Caso precise falar comigo, meu e-mail é: irmaodamara@yahoo.com.br

  7. minha interne é pelo celular, preciso d seu face ,vc vai ver o que os neurotípicos as pessoas q vivem com aspengers pode fazer a ponto d serem contrariadas em cenas em que sao praticadoras do bulling, seja ao aspenger ou a alguem em q o aspenger protege sendo ainda colocando a propria vitima contra o aspenger a mesma que sofria bulling a instantes isso puxando amizade no exato momento q o aspenger argumenta. ALLAN vou enviar um conteúdo por e-mail da minha mae fazendo ou melhor debochando d meu sofrimento,complementando sua visao da ‘mae’ d um aspenger e compare se sua mae nao teve comportamentos parecidos

  8. Olá,
    adorei seu relato. Fiz terapia durante um bom tempo e só fui descobrir me autista depois que vi o filme Millenium e fui pesquisar mais sobre Stieg Larsson e sua heroína Lisbeth (tirando os estupros, o filme é bel legal). Marquei terapia esta semana, mas fiquei chateada de descobrir algo pela internet e não pela psicóloga. Para quê terapia se existe internet? Mas foi muito bom o seu relato. Obrigada.

  9. edvania Says:

    Vc gostaria de se comunicar comigo?
    Eu estou pesquisando sobre Asperger por que minha falou que eu posso ter essa sindrome, pois quando a professora dela estava explicando, ela lembrava de mim, pela descrição das caracteristicas. Eu nunca tinha ouvido falar. E eu sempre me achei estranha.

  10. Laila Says:

    Oi Allan! Adorei seu site!
    Também acho que eu seja aspie, mas preciso de confirmação e isso está me deixando louca pois nínguem sabe da minha suspeita e NÃO CONSIGO CONTAR A NINGUÉM, literalmente. Não sai, já tentei. É como se eu estivesse presa em mim mesma. Tenho medo de não conseguir entrar na faculdade por não saber fazer nada sozinha. Gostaria de conversar com você sobre alguns dos meus sintomas. Talvez a sua ajuda me traga a confirmação que tanto preciso, já que não consigo marcar uma consulta com um especialista. Obrigada de qualquer forma tá?

  11. emanuelle Says:

    Meu nome é Emanuelle . Tenho um filho que tem a idade de 3 anos e teve aos dois anos de idade diagnostico de autismo moderado , após todas as dificuldades que tive em aceitar que meu filho é uma criança especial , comecei a desconfiar que eu tenho sindrome de asperguer , fiz até um teste on-line que resultou que eu tenho mesmo , sempre sofri buling na escola , tenho muita dificuldade em me relacionar com as pessoas , de fazer amizades e de manter essas amizades porque as vezes tenho a impressão que as pessoas não querem ser minhas amigas por eu agir de um modo diferente da maioria . eu sempre me senti muito sozinha por ser excluida dos grupos e até dos trablhos escolares em grupo que por vezes fiz sózinha . Agora eu quero procurar um especialista para confirmar isso e poder tratar alguns sintomas , mas tenho medo das consequencias pois serei taxada como uma pessoa deficiente .
    Parabéns pelo seu blog.

  12. Filipe Ramalho Says:

    Olá Allan,
    Não sei se sou aspie mas minha experiência é muito parecida com a sua.
    Quando criança, não tinha amigos. No intervalo do colégio (quando não me deixavam ficar na sala de aula) eu andava pela escola toda sem rumo e sem falar com ninguém. Os colegas de classe me achavam antipático, mas eu não fazia isso por mal. Eu sofri muito bullying e nunca gostei de sair de casa.
    Hoje estou na faculdade. Saio com um grupo de amigos q tive durante o ensino médio, vou pra balada e tudo mais (não porque goste do ambiente mas porque isso faz me sentir normal ).
    Hoje aprendi a me relacionar com pessoas conhecidas mas tenho dificuldade com desconhecidas.
    Tenho preferências diferentes também para músicas e não gosto de esportes (sou muito ruim em qualquer um). Nunca gostei de perder em brincadeiras. Nunca soube me expressar verbalmente (mas não tenho problema na fala). E uma característica interessante: as vezes pareço adulto e em outras vezes, criança.
    Estou completamente perdido quanto a este assunto. Teria alguma dica?

  13. jéssica luana Says:

    Oi,
    adorei ler isso, confesso que chorei muito, hoje em dia tenho 19 anos e curso fonoaudiologia na unicamp, sempre me achei estranaha,anormal e diferente, sempre com poucos amigos que não sei como eles conseguem me aguentar ate hoje !
    Hoje tava lendo um artigo cientifico para minha prova de amanha sobre autismo e asperger, e simplesmente parecia que quem escreveu falou de mim e todas as minhas dificuldades
    já fui muito tímida quando criança, isso pelo fato de sempre sofrer bullying nas escolas, e mesmo trocando de escola, que assim vi que o problema era eu e não os outros, hoje em dia não sou mais, falo demais, o que me causa problemas, falo muito e ao mesmo tempo nada, não tenho linha de raciocínio, sou totalmente egoísta, quando começo falar algo de um assunto posso falar por horas, o que faz ningem me suportar hoje emp dia, não tenho amigos, o que tenho são de infância e por wpp, que são pessoas q não conheço realmente, mas sei que elas me suportam, namorei 4 anos e por esses motivos meu namorado separou
    não consigo falar com clareza e nem escrever, prefiro escrever em tópicos, tenho muito problema.
    e hoje também pude me autodiagnosticar, coisa que to acostumada, já chorei horrores por saber que esse problema é pra sempre e saber que talvez nunca irei conseguir alguém que me suporte, sou muito depressiva, mas guardo isso para mim, para os outros só mostro alegria, mas sofro muito

    desculpa o texto, mas precisava desabafar

    beijo a todos os que sofrem com esse problema, agora o que mais quero é a confirmação que tenho asperger !

  14. marcio Says:

    ola Allan li sobre sua historia, sou um pai que acaba de receber um diagnostico de sindrome de asperger da minha filha de 9 anos e tenho um de 6 anos com tdah minha mais preocupação e seu futuro ja que alguns asperger tem dificuldade de entra no mercado de trabalho ela e muito inteligente lê deis dos 02 anos e e esta no 5º ano do fundamental eu sei que mesmo um asperger e difente de um para o outro vc hj se ve pronto para o mercado de trabalho tem dificuldade o que vc me aconselha ja que eu acho mais facil entender um aspeger de que um psicologo tenter me aconselhar
    grato meu caro amigo

  15. A meu ver, Asperger não é um problema, é uma diferença, o problema, na verdade, é das pessoas com Asperger viverem em um mundo de neurotípicos.

  16. Angela Says:

    Oi Allan adorei ler seu post, muito bem escrito.
    Na verdade eu sou neurotípica e estou casada há 18 anos. Meu marido sempre apresentou comportamentos “estranhos” que me fizeram questionar muitas vezes se valia a pena continuar casada. Fiz como vc: comecei a pesquisar na internet e qual foi a minha surpresa ao deparar com a Sindrome de Asperger. Isso tem pelo menos 1 ano e agora estou me tornando uma expert nesse assunto. Tenho que confessar que cometi bullying muitas vezes, jamais imaginei que meu amor pudesse sofrer tanto quando exigia dele que mudasse alguns comportamentos. Por outro lado estou aliviada porque na verdade quem se relaciona com vcs tem a falsa idéia de desprezo, falta de amor e muitas vezes chorei achando que estava casada com alguém que não gostava de mim. Ele também tem um irmão com as mesmas características e levei à ele esse diagnóstico que o deixou extremamente “feliz” ao descobrir que na verdade vcs não são estranhos vcs são VOCÊS e pronto!

    Bjs

  17. Gustavo Says:

    Cara queria saber se tenho está síndrome, por que sempre fui tímido, quando inicio uma conversação com alguém não consigo mante-la, ás vezes digo coisas que as pessoas se ofendem como se fossem patadas mas falo com boas-intenções, em relação a coordenação motora não consigo ficar com uma postura correta e sempre acho que ando estranhamente, más em relação a esportes sou bom em futebol.
    Sou muito humilde odeio qualquer comparação que me engrandeça perante outra pessoa, pois sou muito inteligente em relação a outras pessoas nunca tiro abaixo de 8,5 , Em trabalho de grupos porém sempre acho que sou melhor e costumo fazer as coisas mais difíceis sozinho e só dou nota para os outros alunos, sempre duvido daquilo que os professores falam, alias ha atividade nos livros em que a professora explica de um modo e eu sempre discuto achando que minha interpretação é melhor.
    Sou muito culto, quando se interesso por algo pesquiso afundo, por exemplo quando criança comecei a gostar de geografia, li livros, copiava mapas, decorava capitais, cidades, bandeiras países, depois começava a gostar de outras coisas e se dedicava apenas naquilo, como por exemplo quando comecei a gostar de escudos de times de futebol, havia épocas que eu sabia mais de 20 times de Roraima.
    Tenho vocabulário extenso más em conversações não sei usá-las.
    Odeio sair de casa, se socializar, não consigo compreender indiretas como por exemplo se uma garota gosta de mim.
    Sou muito inocente, acredito em quase tudo, más sou ótimo em fazer piadas complexas e usar a ironia para fazer ás pessoas rirem.
    Sou muito bem em trabalho de apresentação de slide, não tenho medo de público pois lá posso usar meu vocabulário e transmitir as idéias muito bem, sou ótimo em redações ou criações de textos ou histórias.
    Há varias outras características que consertara não lembrei más Estas são as principais;
    Sera que tenho mesmo essa Síndrome?

  18. cláudia da silva santos Says:

    O lá,Allan eu sou mãe do VINICIUS ELE TEM 6 ANOS e teve o diagnostico fechado agora dia 08.08.2014.Quando a psicóloga falou eu fiquei sem saber o que fazer e ao mesmo tempo senti um alivio por saber que meu filho não era um menino mal educado como as pessoas costumam chamá-lo,tenho muita reclamação dele na escola pois ele não consegue seguir as regras.Obrigada,Cláudia da silva santos

  19. Oi Alan meu nome é Caio e tenho sindrome de asperger e gostei de conhecer seu blog. Parabens pelo blog

  20. Ola eu tenho uma menina com 20anos e ten Asperger desde os 7. Tem sido muito complicado ela esta medicada mas por vezes nem com a medicação la vai tem mudanças de humor e de agressividade agora esta numa escola de terapia ocupacional mas não faz nada estudou com problemas ate ao nono mas depois nada e continua cada vez pior obrigado pelo seu blog

  21. Nadja Says:

    Olá, estamos quase com um diagnostico fechado pra meu filho de asperger, foi através da internet que eu desconfiei e hj apesar de tudo eu me sinto preparada pra cuidar dele e lhe proporcionar qualidade de vida, sei que a algum tempo atrás essa condição era vista como coisas do tipo que vc relatou, a criança ficava estigmatizada, a criança ou adolescente sofria bulling e a própria escola o reprimia, graças a Deus encontrei uma escola que acolheu meu filho, hj com 4 anos e que todos os profissionais me ajudaram e me ajudam todo dia e fazer ele se sentir especial e aceito pelo grupo, ainda que ele seja diferente.
    Eu falo que o amo todo dia, beijo, abraço, ele é carinhoso, meigo, já sabe ler e escrever, aprendeu sozinho, adora computador e me sinto abençoada por ter ele na minha vida, faço o possível para ele levar uma vida normal, e apoio ele em tudo, levo ele pra parques, viagens, permito contato com todos, ele está a cada dia mais independente.
    Acho que o grande problema e desafio hj são os pais admitirem e buscarem ajuda o mais cedo possível pra minimizar os efeitos, sou contra medicações, totalmente, jamais darei droga alguma a meu filho que o possa fazer ficar fora de si, acho que o melhor tratamento é o amor e compreensão da família em todas as circunstâncias, fora isso eles podem casar e terem uma vida absolutamente normal. Desconfiamos que meu esposo tbm seja, ele reluta em procurar respostas, fazer o que ? Abraços

  22. Lívia Says:

    Olá, sou Lívia e acho que tbm tenho essa Síndrome. É impressionante como os profissionais não estão capacitados para diagnosticá-la, fui em psiquiatra, em psicóloga e ninguém me disse nada, me diagnosticaram como “distímica”. Distimia é uma condição de depressão constante que faz com que a pessoas fique mau humorada, que dê respostas “na lata”, enfim… esse era o diagnóstico e não contente com ele fui pesquisar, já fiz diversos testes na internet e diz que tenho tanto traços neurotipicos quanto de Asperger, é como se eu ficasse no meio termo. Mas meus sintomas são: sensibilidade sensorial (audição muito apurada), corto as etiquetas de todas as roupas, não suporto usar nada que me incomode, sensibilidade a luz, evito locais barulhentos (supermercados, shopping, shows…), não consigo demonstrar afeto, frio ou calor além do normal, fico irritada sem nenhuma razão, tenho dificuldade em entender as intenções dos outros, sou crítica, sincera e honesta (até demais), gosto de rotina, atrasos me deixam ansiosa (até choro por um atraso de 2 minutos), não gosto de conhecer pessoas novas, quando nervosa ou triste me balanço para frente e para tras, pareço egoísta e insensivel (isso já foi falado pra mim), tenho poucos amigos, gosto do silencio e solidão, não consigo mentir, sou distraida, imagino histórias e até choro me imaginando na história. Bem típico de Asperger né?! Mas faria de tudo para ter um diagnóstico concreto. Obrigada pelo post!

  23. theressa sandra Says:

    Adorei o blog Allan.Parabéns !
    Me interessei pela S.A a pouco tempo quando percebi que um amigo pode ser portador da síndrome. Ter informação é o primeiro passo para ter um relacionamento saudável e sem preconceito com o outro,já que limitações todos temos,não é mesmo?theressa

  24. Cecilia Says:

    Oi, meu nome é Cecília. e tenho um filho Aspie. Ele tem 18 anos agora, e foi diagnosticado aos 5. Desde essa época ele faz terapia e tem tratamento com uma neurologista maravilhosa. A vida dele não é fácil, ele teve a maioria dos problemas relatados por VC e pelos outros que postaram, mas sinto, pelo teor dos comentários que ele se saiu um pouco melhor. Tendo conhecimento da sua síndrome, pudemos conseguir ajuda e cumplicidade na escola, embora ele tenha tido muitos problemas, principalmente na socializacáo, com a ajuda dos professores e coordenadores pudemos minimizar os efeitos. Meu filho precisa de remédio, infelizmente, para controle da ansiedade e depressão, mas com esses medicamentos ele “funciona” melhor. Fiquei triste de ver, na maioria dos comentários’ até no seu, que vcs não conseguiram um diagnóstico e sofreram tanto sem saber o que havia de errado. Ser aspie já é difícil, não tendo um diagnóstico para ter um ponto de partida para procurar ajuda e angustiante demais’ por isso resolvi escrever: todos que não tem certeza se é portador da síndrome’ procure ajuda profissional de um terapeuta e um neurologista. Hoje existem muitos que são especializados. A Síndrome de Asperger NÃO É UM CASTIGO. Aspies são pessoas fantásticas que têm muito a dar pro mundo. Se encontrem Façam as pazes com vocês mesmos e depois saiam pra vida, ostentando com orgulho essa “diferença” que afinal é também conhecida como a Síndrome do Genio.

  25. Eu não diria que há algo errado, e sim que há algo diferente. Hoje em dia, eu não vejo como algo ruim. Sobre Asperger ser a síndrome do gênio, apesar de haver superdotados aspies, nem todos os aspies são superdotados, apesar de haver uma tendência dos aspies terem inteligência um pouco acima da média (o que não significa que todos sejam assim), então isso não seria verdade.

  26. Parabéns ,ki bom k vc si encontrou…descobri tbm na internet k meu filho Pedro K agora está com 5 anos tbm é asperger e ele está em acompanhamento com a psicóloga e ela vai mi da encaminhamento para a fono …é meio difícil tm k ter muita paciência com ele pois é bastante repetitivo ;cHora por qUalquer coisa e tm k ser tdo da forma dele, K pedir ajuda pra Deus k vai dar tdp certo…. (observação eu sou espirita ) Abraço. ..

  27. carol Says:

    Ola Allan, eu comecei a pesquisar a me interessar por esse assunto hj, depois de ter voltado de uma viagem maravilhosa que fiz com meu namorado pra comemorar nossos dois meses juntos.
    Não tínhamos ficado tanto tempo em companhia um do outro antes, porém o amo demais e vi características que não me deixam dúvidas…é claro que não sou médica nem nada…sou uma pessoa querendo me relacionar com alguém incrível que conheci e que quero fazer feliz com o que estiver ao meu alcance.
    Fiquei com vontade de te escrever porque quero te perguntar sobre romance na sua vida, entendi que a Mara foi bem especial, mas vc acredita que o amor seja tão sincero no comportamento de quem tem asperger como os demais assuntos que lhe são interessantes.
    Tenho 35 e meu namorado 43, acredito que não posso tocar nesse assunto com ele ainda, talvez seja me intrometer demais tentando diagnostica-lo em dúvidas minhas, já que as neuro descobertas são tão recentes e só tem algo para divulgar agora, o que quero saber de vc,,, se estiver com vontade de dividir, é como enxerga sobre relacionamento, auto descoberta em casal e o impacto que a família pode ter nessa fase de olhar as características por esse novo angulo… e claro…de uma forma que jamais ofenda ou magoe.
    Eu o quero exatamente como ele é…não tenho nenhuma intenção de muda.lo em nada, só quero tentar me encaixar da melhor forma e entender… sempre salientando meu carinho nisso.

  28. Darla Says:

    Descobri há cerca de três meses… Bem se por um lado é chato saber que se tem um, digamos, defeito de fábrica, por outro é um alívio poder dar um nome para certas esquisitices… E saber ainda q há outros aí com características parecidas…

  29. Meu nome é Ana…..Não sou portadora da Síndrome, mas venho partilhar com vocês a importância do conhecimento sobre a Síndrome.
    Sou casada a 07 anos e meu esposo tem 43 anos, estamos juntos a 10 anos e recentemente ele foi diagnostica com a Síndrome, o problema é que não aceita ter o problema, não admite e com esta negação estou perdendo todas as minhas forças em ajuda-lo.
    Sempre o vi como uma pessoa quieta, muito inteligente e de respeito, muito esforçado, tem uma noção geográfica fora do normal, conhecimentos tecnológicos bastante incríveis, mas sua paixão é armamento, “ isto me deixa apavorada”, ele gosta de ler sobre tudo isto, baixar vídeos, domina o assunto.
    Do inicio de nossa relação até hoje foi raríssima as vezes que eu ouvi ele dizer algo de sua infância, sobre seus amigos ou algo assim, ele morava em Rondônia e lá tinha muito animais de estimação e a vida dele era com estes bichos, sua mãe sempre disse que ele era muito quieto, mas nunca deu atenção a isto.
    Bom, resumindo toda a história, para ele conseguir se estabilizar em um emprego demorou um bom tempo, pois havia parado de estudar, com muita luta e a ajuda de algumas pessoas que ele deixou se aproximar foi impulsionado a olhar por uma vida melhor, na vida adulta sempre buscou morar sozinho em cidades diferentes e não se acertava.
    Enfim quando nos conhecemos ele me pareceu uma boa pessoa, no entanto ao mesmo tempo em que estava presente eu percebia que estava distante.
    Quando casamos ele havia conseguido um trabalho e estava efetivado, parecida que as coisas se ajeitariam com o tempo, mas a dificuldade em mudar seu padrão de vida mesmo sendo uma escolha, veio as crises de isolamento, eu não podia relar nele a noite, pois as noites eram feitas para dormir, eu quase pirei com isto e comecei a perceber que ele havia criado alguns padrões onde eu não podia mexer ou interferir, por Deus como tentei , desde roupas diferentes, mudanças de hábitos e até mesmo terapia, para terem ideia ao trocar nosso primeiro colchão de casal o meio do colchão era alto e onde dormíamos era fundo.
    Sou uma pessoa bastante religiosa e temente a Deus, vim de um outro relacionamento de 05 anos onde tive uma filha que hoje tem 20 anos, demorei 08 anos para me casar novamente por não mais acreditar nas pessoas, e meu esposo é o oposto de tudo que eu já vivi, ele é respeitador, caseiro, esforçado dentro dos seus limites, extremamente inteligente e uma boa pessoa.
    Mas em relação a vida afetiva é extremamente difícil, eu tenho grande dificuldade de entender pois ele fica inquieto se não estou por perto, e quando fico por perto não posso se quer relar nele, ou tocar, ele ri e segura nas minhas mãos dizendo que sou muito arteira que é para eu ficar quietinha.
    Devido ao stresse que vem passando no trabalho seu comportamento tem alterado, ele tem descontado no transito se envolveu em vários acidentes onde até morte ocorreu, nunca esta errado, de tudo ele ri e não responde nada parece um deboche, acredita que é o “super homem” pelas besteiras e excesso de confiança que tem, desde em mexer com fogo, incendiando locais onde não se deve pois ele acredita que é capaz de conter.
    Ele não tinha onde mais descarregar tudo que de errado sentia passou a descarregar em mim, com desfeitas, me diminuindo em tudo, somente assim ele podia crescer ou mostrar que era dominante….
    No meio do ano passado ele quase matou a família toda pois ele acreditava que um caminhas gigantesco havia o ultrapassado, onde na verdade isto não ocorreu cada um estava na sua faixa, ele acelerou até ultrapassar e desacelerou o carro na frente deste caminhão, pois apavorante e fez isto por quase um 1km e o tempo todo o motorista do caminhão tentava desviar de nós.
    Foi onde minha ficha caiu era o fim de tudo, procurei uma psiquiatra para tentar ajuda-lo mas quem recebeu ajuda foi eu, eu estava um caco, um ser humano reduzido a um bagaço sem entender ou ter forças para lutar.
    Demorou mais de 30 dias para que ele aceitasse ir a uma consulta com outro psiquiatra, e em 05 meses de psicoterapia e acompanhamento foi diagnosticado com Síndrome de Asperger onde para realmente sair o diagnostico deveria passar por um neuro..foi onde ele parou o tratamento e não aceita se quer falar sobre o assunto.
    Enfim eu continuei indo nas terapias, comecei a compreender mais os problemas e percebo que pela resistência dele estes problemas jamais deixarão de existir e podem piorar por fatores de stresses, enfim eu já não sei mais o que fazer da minha vida, ou melhor, da nossa vida.
    Convivemos em um ambiente juntos e não da nem para dizer que somos amigos, pois pouco há de comunicação, nossa vida afetiva é deflagrada , apenas somos parceiros de moradia……..ja me questionei tanto.
    Este relato é para nós mães e pais devemos sim ficar mais atento aos comportamentos de nossos filhos, eu sei que se a mãe de meu esposo tivesse percebido seu comportamento na infância hoje ele saberia lidar melhor com tudo isto e poderia ter uma vida muito melhor.
    Sei que algumas pessoas devem estar se perguntando, Ana por que você não se separou ainda?
    – Bom eu não sei responder, mas de uma coisa eu sei, as pessoas não são descartáveis, não é por que elas apresentam problemas, sejam físicos, mentais ou sociais que devemos deixa-las de lado.
    Se eu estou no Limite?
    Sim é claro, estou em um estagio onde pouca coisa me importa dentro do meu casamento, eu só queria que tudo isto fosse diferente.
    E o que eu vou fazer?
    Utilizar o pouquinho que me resta de energia para divulgar o quanto é importante ter um olhar de carinho para esta Sindrome e que antes de realmente desistir eu quero ter a certeza que tentei tudo o que é possível para salvar meu casamento.

  30. ANONIMO Says:

    Eu sou tudo isso que voce escreveu ai em cima desde de hoje tomo antidepressivos tenho problema pra urinar vou varias vezes ate eu ficar tranquilho e um problema emocional pois ja procurei o urulogista faço a mesmas perguntas que voce porque eu nao consiguo olhar nos olhos da pessoas porque limito meus movimentos perto delas porque nao inicio uma conversa com elas ja tentei varias teorias fui em varios psiquiatras nao sei mais oque faço mais minha mae e unica pessoa que me entende sei que nao vou ter ela pra sempre tenho medo de ficar sozinho pois nao sei conversar muito certo com as pessoas eu ate converso mais limitadamente nao sou tao inteligente assim como os asperges
    ainda bem que voce teve contato com uma mulher ou garota eu ja tive mais bem poco me sinto mais timido ainda perto delas presipamente das mais bonitas kk e mais eu paresso um et algem que nao pertençe a esse mundo juro que pensei em me matar varias vezes mais eu penso na minha mae na minha familia eu logo desisto nao sei oque vai ser de min talvez eu encotre algem que queria conversar uma pessoa que cuide de min igual a sua mara bom acho que ningem hoje se importa muito com os outros e voce tambem nao e diferente eu tambem nao ligo pra pessoas oque elas pensao ou vao pensar que se foda mais me sinto restringido como em uma prisao embora eu nao esteja em uma de fato mao suando medo de olhar nos olhos tudo isso e mais algumas coisas nao estou pedindo ajuda porque acho que ja tive muita mais eu queria compartilhar isso com voces o a pessoa que olhe isso pra que sirva de alguma utilidade para os que tem algo parecido.

  31. Muitas carecteristicas semelhatis. E como se fossi eu o autor do post ou q o post e basiado em me lendo o post e como se eu tive-se aler uma entrevista q m foi feita sobri a sindrome ou como se fossi um tipo de revista electronica basiado em me em minha vida. Um poto bastante marcante enqe mais m edetifiqei apart da “mara”. Prat allan e mara e pra m e yonila ela e a unica pensoa com qe eu so aberto. E mao e bom saber q existao pessoas com mesmo tipo de problemas ou doensas. O fato precopant eq ela nao tem cora isso asvesis cria um serto disanimo. No q diz respeito aluta contra a sindrome de asperger. Para o melhor contacto esso diriger se para o meu facebook. Qe e facebook/Donaldo alma-negra.com

  32. Francisco Says:

    olá Allan gostei muito do seu post tenho um filho com os mesmos sintomas preciso de ajuda para arrumar um trabalho para ele.

  33. Leandro Santos Cardoso Says:

    Olá Allan, muito prazer… meu nome é Leandro e há cerca de três meses também fui autodiagnosticado como Aspie… Estou chocado e tentando digerir tudo isso, tenho medo de procurar ajuda profissional.

    Quero lhe parabenizar por este espaço que pode servir de um auxílio e suporte para aqueles que percebem não estar em sincronia com o restante do mundo. Passei muito do que você aqui relatou, aprendi a ler e escrever sozinho aos 4 anos de idade, e também nessa mesma época eu já sabia as capitais de todos os países do mundo (hoje não sei todas por causa da divisão da antigo URSS e da Iugoslávia e também não estudei mais sobre) Já fiz três testes de QI e todos deram 132, 132 e 134 respectivamente.

    Falo bem em público porém o meu traquejo social é quase zero. Tenho 35 anos, nunca namorei e as mulheres e também várias pessoas do meu grupo de amigos me acham estranho. Sábado a noite todos saem e eu fico em casa assistindo desenhos de criança… (que vergonha). Nesse teste aqui http://www.rdos.net/br/ fiz 125 de 200 pontos e recebi o diagnóstica de “Você é muito provavelmente Aspie”.

    So falei sobre isso com minha mãe e duas irmãs, que me compreenderam… Porém tento esconder das demais pessoas pois certamente não entenderiam e poderiam dizer que isso é “frescura” ou alguma “desculpa” para meus estados de isolamento.

    No mais agradeço o espaço e desejo sucesso a todos!

  34. Kelly Says:

    Olá Allan! Muito bom seu post, tenho um exaluno que hoje é como se fosse um filho que eu não tive!
    Ele está com 15 anos, e sinto que este moento é o mais difícil da vida dele.
    Gratidão profunda por você partilhar suas experiências!!!

  35. Oi, descobri recentemente também a possibilidade de ter Asperger, meu nome é Andrei. Tenho muito dificuldades na universidade. Eu simplesmente não posso expor minha opinião em quase nada, e quase nada da universidade me interessa. Parece que tudo é feito por pessoas de má vontade e démodé. Me mantenho isolado pra não arrumar mais inimigos e confusão. Me mantenho concentrado em minha formação, desisti de fazer qualquer coisa brilhante. Fico feliz quando o semestre não tem trabalhos e somente provas. Trabalhos com abstrações e escritas arruínam minha vida,tiram todo o meu tempo expõem minhas posições éticas e políticas, isso não é nada bom. As provas na academia são entraves burocráticos contra pessoas com e sem asperger, não visam trazer nada de novo, e são feita para preencher os tempos vazios que pagam os salários de professores. Sabe sou estudante de universidade federal. Aqui é meio enganação muita coisa. Mas descobrir que tenho asperger me ajudou em algumas coisas: não confio mais em mim, e acho sim que minhas opiniões são irrelevantes para as pessoas em geral; percebi a importância do diagnóstico médico para poder revindicar meus direitos, inclusive para garantir minha formação; e a terceira coisa é que minhas opiniões sobre determinados assuntos são importantes mesmo que as pessoas não reconheçam e não queiram saber, pois podem fazer a diferença até para que as pessoas possam permanecer depois com seus mundinhos medíocres, por exemplo crises hídricas e inflação. Em geral eu sempre prevejo muita coisa, eu sabia ano passado por exemplo que as coisas que estão acontecendo hoje no Brasil iriam acontecer. Ninguém acreditou ou quis saber. As pessoas não me ouvem nem para questões do dia dia, teimam e fazem diferente e erram. Eu tenho uma certa experiência de vida, estou com 29 anos e passei por muita coisa. Possuo uma capacidade de ver as coisas além do comum, era muito bom em geografia na escola. Para mim parece que o mundo fica cada dia mais idiota. Me arrependo por estudar ciências sociais, deveria ter feito biologia ou outra coisa que me pagariam no futuro. Vivo muito mal, e com pouco recurso. As minhas capacidades, se não fossem as compreensões formais e idiotas das pessoas estariam muito bem me servindo de maneira profissional. Mas acho que sempre teve muito asperger em todos os tempos, mas estão aparecendo mais agora, pois as pessoas estão ficando mais idiotas e politicamente corretas, ou racionalmente formais, então os asperges que outrora eram colegas, companheiros e indivíduos com diferenças agora se destacam como “deficientes sociais” . Então ter um diagnóstico, para poder conseguir um emprego por cota que for é de vital importância para nossa própria sobrevivência enquanto humano, porém nos rebaixa enquanto indivíduos capazes que no passado passavam despercebidos como qualquer outro indivíduo.

  36. Aline Says:

    Olá Alan,adorei o seu blog. te mandei um email…mas foi devolvido!=(

  37. Talvez tenha digitado errado meu e-mail antes de enviar. De qualquer forma, o e-mail informando sobre este seu comentário chegou.

  38. “Descobri há cerca de três meses… Bem se por um lado é chato saber que se tem um, digamos, defeito de fábrica,”

    Não vejo como um defeito, mas uma diferença totalmente sadia.

  39. Aline Says:

    Allan encaminhei um email no irmaodamara@yahoo.com.br continua sendo esse seu email ? foi nesse que foi devolvido..

  40. Aline Says:

    Olá Allan..meu melhor amigo é asperger, e gosto muito dele.
    Procurando melhor, encontrei seu blog. vi que voce tem um carinho muito grande pela Mara, acredito que seja semelhante á minha história. você nunca conseguiu ver a mara como namorada ? O meu amigo as vezes diz que somos “namorados”, as vezes diz que tem que ser sozinho, que só de mencionar a palavra namoro o assusta.Quando fica com ciumes, se irrita..e diz que tenho que perceber as coisas.Pessoalmente tento conversar com ele, ele fica impaciente e nervoso.E se tento falar que amo ele, ele quer sair de perto de mim,e tenta esconder o rosto, limpar os olhos.depois por mensagem se comunicamos muito.Ele compartilha o seu dia a dia comigo,adora me mandar fotos dos bichinhos dele, jogamos video game juntos e assistimos uns canais especifícos que ele gosta pessoalmente .Ele é uma pessoa maravilhosa,incrivel, verdadeiro que nunca conheci igual.=)
    você tinha ciumes da Mara ?a ponto de achar que ela tinha que ser somente amiga sua ?

  41. aline Says:

    Olá Allan, a sua caixa de email esta cheia?

  42. Nunca vi a Mara como namorada, mas na época do ensino médio, eu costumava chamá-la de irmã, visto que eu nunca tive uma irmã e queria ter uma. Também nunca tive ciúmes dela, mas tinha medo dela deixar de ser minha amiga de uma hora para outra, visto que conseguir novos amigos era (e ainda é, de certa forma) algo extremamente difícil, e ela uma das únicas na época.

  43. Não está cheia.

  44. Luciana Says:

    Eu estou praticamente me vendo nesta situação, passei toda a minha vida vivendo como uma estranha no ninho, e depois de anos sem conseguir me entender e sem conseguir ser compreendida, acabei também por meio de pesquisas me diagnosticando com Asperger. Para mim foi um alívio!!!

  45. Maria Santos Says:

    Olá Allan!
    Encontrei seu blog pesquisando na internet sobre Asperger. Eu sempre me senti diferente das outras pessoas, sempre me isolei muito, nunca tive muitos amigos, enfim, tenho muitas características da Asperger. Já tive depressão e sofro muito com ansiedade tbm. Depois de muito pesquisar, eu acho que devo ter a Asperger. Estou pensando em procurar um especialista para um melhor diagnóstico. Mas queria te fazer uma pergunta: Quando eu era criança eu gostava muito de balançar para frente e para trás como os autistas fazem, e eu nunca consegui entender pq fazia isso se eu não era autista. Pessoas com a Asperger tbm balançam como os autistas? Vc balançava quando era criança?

  46. Não me balançava, mas tinha (e tenho até hoje) alguns movimentos repetitivos. Nem todos apresentam movimentos repetitivos, que servem como uma válvula de escape para os autistas.

  47. Judite Morini Says:

    Obrigada!!!!
    Ajudou muito a confirmar e esclarecer alguns comportamentos de um familiar. Vou passar pra ele e quem sabe entra no grupo do face. Torcendo pelo melhor pra que todos com essa síndrome sejam compreendidos e amados do jeito especial de cada um.

  48. Andrea Says:

    Olá Allan! Parabéns por ajudar tantas pessoas com seu blog! Tenho uma filha de 13 anos que foi diagnosticada ano passado com Asperger mas que ainda não sabe do diagnóstico. Não sei como contar a ela pois ela não aceita nada que eu falo, sempre nega todos sintomas que tento mostrar para ela. Ao mesmo tempo, ela pergunta porque é diferente, estranha… Sinto que estou traindo a confiança dela ao não dizer a verdade, mas meu marido e a psicóloga acham que ela não tem maturidade e estrutura emocional para saber. Gostaria de saber sua opinião quanto a contar ou não para ela. Obrigada!

  49. Acho que deveria contar sim, é direito dela saber.

  50. Fátima Nunes Says:

    Obrigada Allan! Sou professora da Sala de Recursos de uma escola pública estadual no Rio de Janeiro e seu relato com certeza ajudará e muito no meu trabalho. Vou compartilhar com meus alunos, suas famílias e os professores que trabalham com eles.

    Um abraço!

  51. Obrigado por nos contar este relato.

    Um amigo meu se autodiagnosticou como Asperger graças ao seu relato e estímulo a pesquisa, e logo em seguida me enviou seu post para eu também ler. Não, eu não possuo Asperger, porém, como um – talvez – futuro psicólogo e preocupado com a causa (ainda mais que três amigos meus são Asperger), divulgarei seu texto no Facebook e pela escola, que é uma Instituição Federal Fluminense. Espero que tenha amigos como a Mari e que possa influenciar ainda mais pessoas com suas palavras acolhedoras!

  52. Anderson Bitencourt Says:

    Me identifiquei muito além de aspeger sou bipolar estou tomando 11 comprimidos por dia, e atualmente estou com depressão, sou casado e minha mulher está grávida, coitada toda impolgada e eu não consigo demostrar afeto, certa noite antes de dormir ela me pediu para que eu falasse com o bebê, foi horrível não consegui falar uma palavra, até queria mais não saia isso me machucou mais ainda, enfim só desabafando já que não tenho amigos

  53. Olá allan, meu nome é luiz e eu também tô passando pelas dificuldades de ser um adolescente asperger. Eu tô com dificuldades pra fazer amigos e eu perdi o interesse pelas coisas que eu assistia na TV quando criança. Eu já sofri bullying no ensino fundamental e nos dias de hoje, eu tô procurando outros aspergers como eu, pra eu poder interagir.

  54. Você não precisa procurar outros Asperger para poder interagir. Claro que é bom ter contato com pessoas que possuem o mesmo “problema”, porém não acho que seja estritamente necessário… Como eu disse em meu comentário, eu não sou, porém não vejo problemas em conversar e ser amigo de quem é assim.

  55. Luiz F. Lemes Says:

    Oi Matheus, você não é asperger e conversaria com um amigo asperger, tem algum amigo asperger ou já teve ? No geral, quem não é asperger zoa comigo.

  56. Luiz, eu tenho dois amigos Asperger e não zoo deles. Meus maiores princípios são respeito e compreensão, então nem conseguiria. Acredito que exista mais pessoas como eu.

  57. Dinako Says:

    Com 15 eu procurei muitas respostas,achei a síndrome mas deixei de lado mas com19 eu pesqisei muito mais ai descobri 92% dos sintomas são claros e ainda descubro mais,e dependendo dos cuidados da familia pode piorar tudo,agressões,humilhações,abuso e pessoas ruins,se tudo oq aconteceu faria uma pessoa normal caia em deprssao profunda q pra gente eh muito pior,minha vida esta por um fio,se ao menos uma pessoa pra cvs ,alguem q me ama ,paciência comigo ,um verdadeiro amigo,se alguem quiser cvs meu Facebook eh,Ruki D.Dinako,se alguem n tiver alguentando talvez eu esteja vivo ,

  58. Boa Tarde a todos!
    Olá Allan. Muito bom ter encontrado teu blog e ler um pouco sobre você e tua experiencia com as dificuldades ao longo da vida e sobre você ter se identificado com a Síndrome de Asperger.
    Tenho um filho de 32 anos e só descobri no ano passado que ele era um Portador da Síndrome. Ou seja, que é um “aspie”!
    Foi um alívio descobrir quem ele é e porque sempre agiu como agia, porque sempre foi muito difícil não compreende-lo. Não entender o seu mundo ou sua maneira de ser. Mas nunca me conformei em não entende-lo e sempre procurei ir atrás de respostas. Como mãe, posso afirmar que as mães de vocês que comentaram aqui e a tua própria mãe Allan, com certeza não erraram querendo errar com vocês. No fundo elas também não os compreendiam e também sofriam por não saber ou não entender quem vocês são.
    As pesquisas acerca dos Aspergers é algo novo, principalmente no Brasil. Eu tive muita dificuldade em encontrar textos bons e informações relevantes. Mas não desisti. E só não desisti por não concordar com os diagnósticos fechados tanto dos psicólogos quanto dos psiquiatras sobre o meu filho. Desde que ele era criança sempre sendo tachado de algo que ela não era. O meu Filipe já teve de tudo segundo os “especialistas”. Desde de Hiperatividade até esquizofrenia… E foi tratado com medicações que o fizeram inchar e ficar enorme… até que cansei e comecei eu mesma a ler e pesquisar sobre TODOS os transtornos da mente que vocês puderem imaginar…
    Até que um dia cheguei no Autismo. Como a ideia que eu tinha sobre autistas era muito equivocada, pois temos a tendência de achar que autista é só aquela crianças ou pessoa que não se comunica, não olha nos olhos, não interage, mau fala etc; eu sempre descartei essa possibilidade… Até que entendi que existe um Espectro Autista e que nele existem vários níveis de comprometimento e várias síndromes relacionadas ao autismo. Fui lendo, lendo… pesquisando, pesquisando… até que cheguei na Síndrome de Asperger! Foi como ler a biografia do Filipe! Exatamente TUDO batia com as características dele.
    Que ALÍVIO saber quem meu filho era. Ou melhor, o que ele é. Imediatamente entrei em contato com a AMA (Associação Amigos do Autista) onde fui muito bem atendida, orientada etc. E de lá cheguei à APAE, onde em menos de 6 meses conseguimos o Laudo com o diagnóstico fechado. O qual garante a ele muitos benefícios!
    Meu filho é inteligente, capaz, formado em História… Mas sempre teve uma autoestima muito baixa e comprometedora ao ponto dele desejar morrer… Ter pensamentos suicidas por não encontrar o seu lugar no mundo. Por ser incompreendido, sempre tratado como um estranho no ninho… Nunca namorou, nunca nem beijou na boca! Porque é tímido, diferente, muito radical em suas ideias e ideais, entre outras coisas… Mas agora, nós sabemos quem ele é. Ele sabe
    quem ele é. E isso tem facilitado um pouco algumas coisas. Graças a Deus, hoje vemos uma luz no fim do túnel e creio de todo meu coração que coisas mudarão! Acredito que o mundo está olhando de forma diferente para a questão das pessoas que possuem TEA (Transtorno do Espectro Autista) e nosso país também está acordando para essas questões e criando Leis e caminhos para facilitar o difícil caminhar de quem é Autista ou convive com um…
    Se vocês quiserem posso ajudá-los na orientação de algumas informações às quais tive contato e posso também orienta-los para conseguir o laudo com disgnóstico fechado para que pelo menos algumas coisas se tornem mais suaves na vida de vocês.
    Meus e-mail são: angelaterra@usp.br ou angelagep2013@gmail.com.
    Adoraria poder ajudar de alguma forma.
    Obrigada pela grata surpresa de ler o teu testemunho, Allan e de me identificar com algumas das mães de vocês que comentaram aqui.
    Sejam maleáveis com elas. Com certeza elas os amam, mas não sabem como chegar à vocês. Não os entendem na profundidade que precisam e por isso muitas vezes os relacionamentos de vocês foram comprometidos. Mas existe um caminho, existe uma solução… é a informação à respeito Da Síndrome de Asperger e do Espectro Autista como um todo. E isso depende de nós difundirmos e divulgarmos.
    Obrigada,

    Angela Maria da Silva

  59. Veridiana Fray Says:

    Senti e sinto as mesmas coisas, há diversas semelhanças entre nossas experiência. Eu tenho fobia social, somente converso com quem realmente me sinto segura, caso contrário, eu não abro a minha boca. Dessa forma as pessoas pensam que somos antissociais e de certa forma, nós somos. Sou amorosa com minha família, confio em meu marido e filhos, porém o resto..é muita coisa prea minha cabeça. Sempre foi assim na escola, o que eu falava era considerado inapropriado. Tenho um senso crítico fudido e sou servidora da justiça do trabalho!!!! Eu não compreendo muita coisa que acontece lá, é muita incoerencia, incongruência….. Eu não consigo fazer o social, eu não tenho condição de usar máscaras, isso acaba com minha energia e me deprime.

  60. Eduardo Says:

    Olá, gostei do texto e me identifiquei demais. Faz tempo que também tento me entender e, assim como você, não tenho uma confirmação profissional, apenas uma ideia de auto-diagnostico que sinto que pode ser auto-enganacao também.. Me foi sugerido fazer uma avaliação neuropsicológica para esclarecer um pouco essas questões, pena que é caro demais.
    Bom, obrigado por me fazer sentir entendido, mesmo que não nos conhecemos.

  61. Izelia Oliveira Says:

    Oi Allan! Tenho 38 e também me autodiagnostiquei como Aspie ( embora as pessoas achem que é ridículo eu pensar assim), tenho uma filha de 13 anos que foi diagnosticada há 3 anos com a síndrome. Me identifiquei com tudo o que vc vivenciou. Experimentei muitas dificuldades sociais pelo meu comportamento “estranho”( excesso de sinceridade, não conseguir expressar meus sentimentos e opiniões). Mas apesar de tudo isso fico feliz por ter conseguido me tornar uma boa profissional e uma pessoa capaz de aprender a superar suas limitações e medos. Agora só o que quero é ajudar minha filha a desenvolver suas habilidades, ter boa autoestima e se tornar uma pessoa plenamente feliz aceitando a si mesma. Parabéns pelo seu blog!

  62. Karine Says:

    Me identifiquei com todos os sintomas! Só isso que eu vou dizer!

  63. Esse tópico me chamou atenção. Por que a algum tempo venho procurado esses meus sintomas e manias coisas anormais que os outros provavelmente não fazem ou achão que é algum tipo de retardo e sinceramente fiz vários tipos de pesquisas em blogs e em sites para diagnosticar oque poderia ser esses sintomas, fiz vários testes e todos acabaram por terem exito sobre a relação entre meus sintomas e os sintomas da sindrome aspenger.

    Infelizmente não sei de modo algum como posso falar sobre essa sindrome com minha familia, provavelmente não iriam acreditar ou serie muito vergonhoso falar sobre isso eu simplesmente acho impossivel. Normalmente fico isolado no meu quarto não consigo me socializar com os outros, não gosto muito de ir a escola pois me sinto um cara muito diferentão, para min sinto que não á sentido está lá eu até tento socializar mais quando tento falar algo sempre sai algo repentino e bem diferente do que os outros estão falando ou que falariam para socializar. Oque eu quero dizer e que não consigo realmente iniciar uma conversa normal, eu não faço ideia de como explicar isso que eu sinto, mas só queria deixar um pouco do que estou sentindo aqui no blog.

  64. Esses problemas ocorrem desde quando eu era uma criança, por causa da minha hinperatividade e também outros problemas acabei que me aposentando minha mãe achou uma forma de me aposentar nisso, e ela acha que essa que eu tenho problemas mentais ou algo do tipo.

  65. Na infancia sofri muito bullyng e tenho dificuldade de confiar em outras pessoas, no momento tenho 17 anos.

  66. Esse facebook, está parado a tempos só deixo foto de um anime por que eu uso essas fotos de animes desde “2012” não consigo nem colocar minha foto no facebook, por que tenho aflição de alguem hackear meu facebook e xingar os outros ou algo do tipo, mas isso não importa.

  67. Jacqueline Carvalho Says:

    Oi, tudo bem?
    Eu sou a Jacqueline e, embora eu ainda não tenha passado por um especialista para ser diagnosticada, através de várias pesquisas estou chegando à conclusão que tenho a Síndrome de Asperger.
    Sabe, eu acho que as pessoas com não deveriam encarar isso como uma doença, mas apenas como uma condição e uma maneira diferente de viver e encarar o mundo.
    Os síndrome de asperger deveriam se reunir, organizar fóruns de debates e trocas de idéias, criar o dia do “orgulho asperger”, se reunindo em um ambiente onde cada um poderia expor o seu talento ou preferencias…Isso iria ajudar a diminuir o preconceito e fazer com que os síndrome de asperger se sintam melhor e mais acolhidos. Afinal de contas, a síndrome de asperger não é um problema, é uma condição!
    Um grande abraço.
    Deixo meu contato: JacqueKiara Vegana
    (Facebook)

  68. Na verdade, eles já organizam fóruns de debates e trocas de ideias, além de se reunirem de vez em quando, e já existe um dia do orgulho autista (Asperger é um tipo de autismo), que toda vez que ocorre, alguns pais de autistas protestam nas redes sociais dizendo que ninguém deveria se orgulhar de ser autista porque existem os “severos”, que dão muito trabalho aos pais, que não os aceitam como eles são.

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