Minha experiência com um MacBook Pro

Quem me conhece, sabe que eu não sou fã da Apple e de seus produtos. Sempre critiquei a postura dessa empresa com relação às suas restrições absurdas de design e usabilidade, além de suas políticas restritivas tanto em seus produtos, como no que entra ou não na app store do iPhone por exemplo, quanto com relação às ameaças desleais aos seus concorrentes, processando a todo custo os mesmos por violação de supostas patentes, não com intenção de ganhar dinheiro em cima, como faz a Microsoft, mas com a intenção de eliminar os concorrentes do mercado. Isso sem contar nos erros de projeto que têm ficado cada vez mais frequentes, como iPad que esquenta muito e iPhone que pega fogo e tem problema de sinal caso segurado pelo usuário da maneira tradicional (e a Apple, na maioria das vezes, não admite as falhas, fazendo de conta que não existem).

Eu sempre critiquei a Apple (na verdade, nem sempre, só passei a criticar após conhecer melhor a empresa e ouvir falar mais de seus produtos e ver como eles realmente eram, antes disso, eu até achava legal a empresa devido a comentários de terceiros e, devido a esses comentários, tinha uma imagem positiva da Apple), mas até então nunca tive que usar um produto da empresa por um tempo prolongado. Minhas experiências anteriores com produtos da Apple se resumiam a duas vezes que usei o iPad, uma vez a primeira versão do tablet, na Saraiva, localizada no Shopping Metrô Santa Cruz, e a outra vez o iPad 2, na Fast Shop, próxima ao Metrô Carandiru. Nas duas vezes, eu abri alguns programas (não vi nada de mais nos mesmos), mas não consegui fechar nenhum deles por não descobrir de jeito nenhum como fazer isso. Na primeira vez, eu tentei até acabar a bateria do bagulho, na segunda o iPad tinha acesso à Internet e pesquisei no Google como fechar os programas e vi que existem tutoriais completos apenas para fechar programas no iPad (algo que deveria ser simples, como clicar num ícone de fechar o programa), mas acabei achando o tutorial demasiadamente complicado e desisti. O iPhone eu nunca usei (me parece que é praticamente o mesmo sistema operacional do iPad), o iPod menos ainda, e o MacBook eu tinha olhado por cima duas vezes em lojas de eletrônicos e não vi nada de mais, mas também não deu para tirar nenhuma conclusão, a não ser que o sistema operacional parece um “Linux com um ambiente gráfico diferente”.

Dos produtos Apple, o que eu tinha uma imagem menos negativa era justamente o MacBook, bem como o iMac (a diferença é que um é desktop e outro é notebook, mas ambos são “computadores tradicionais” da Apple). Eu tinha uma imagem menos negativa principalmente pelo fato de eu não ser fã de smartphones e tablets, independente de ser da Apple ou não, e ser mais fã de computadores tradicionais (desktops e notebooks). Mas, como eu já havia dito, nunca havia usado um computador da Apple por um tempo prolongado.

Nesta última semana, comecei a trabalhar numa nova empresa. Quando eu comecei a trabalhar, não havia um computador para mim, então a empresa teve que comprar um novo (que não é da Apple e provavelmente virá com Windows). Enquanto o novo computador não chegava, eu usei um outro pertencente a um colega que estava de férias no momento. Este outro computador era um MacBook Pro, o único computador da Apple da empresa (acredito eu). Este MacBook Pro possuía processador Core 2 Duo 2,53 GHz e sistema operacional MacOS X (sistema operacional exclusivo dos computadores da Apple), versão 10.6. Eu aceitei usar aquele notebook e passei a semana toda trabalhando no MacBook Pro. Para quem não sabe, eu sou programador Java. Agora, irei contar como foi essa minha experiência com o MacBook Pro. Vou adiantando desde já que não foi uma boa experiência.

Eu até estou conseguindo realizar meu trabalho, mas com um rendimento bem abaixo do que eu costumo ter quando uso um computador normal, com Windows ou Linux. Não devido a “mudar a cor do pasto”, porque eu costumo me adaptar bem a alterações de interface, como quando eu passei a usar o Gnome no lugar do KDE como ambiente gráfico do Linux e quando testei outros ambientes gráficos e sistemas operacionais, mas devido a vários problemas de usabilidade que encontrei.

Um dos problemas era que os programas tinham teclas de atalho diferentes do que costuma ser o padrão dos programas Windows/Linux. Muitas vezes, as teclas de atalho envolviam o uso de uma tecla que só existe no Mac, a tecla Command, a maioria das vezes substituindo a tecla Ctrl, apesar do Macbook ter a tecla Ctrl, que é usada em outras combinações de atalhos.

Além disso, algumas teclas tradicionais não possuem o mesmo comportamento como em outros computadores, como por exemplo a tecla End, que, quando pressionada, deveria fazer o cursor ir para o fim da linha, mas no MacOS X, faz o cursor ir para o final do documento ou não tem efeito algum. Talvez até exista uma maneira de como fazer o cursor ir para o final da linha (uma combinação de teclas talvez), mas não consegui descobrir e nem pesquisei como (isso é uma coisa que deveria ser algo intuitivo de ser feito).

Ainda com relação às teclas, apesar do MacOS X instalado no equipamento ser em português do Brasil, os dois teclados (o do notebook e outro USB, provavelmente o dono do equipamento não gostava do teclado do mesmo e plugou um USB, também da Apple, feito de alumínio) não possuíam teclas de acentuação e a tecla C cedilha, fazendo com que, quando eu precisasse acentuar as palavras, eu tinha que recorrer ao corretor ortográfico (quando tinha no programa em questão) e torcer para que o corretor corrigisse corretamente, quando não corrigia corretamente, ou quando não tinha corretor ortográfico, eu jogava a palavra no Google para ver se aparecia resultado escrito com acentuação correta ou copiava e colava o caractere acentuado de outro lugar, ou escrevia sem acento mesmo. Na verdade, até tinha alguns acentos no teclado, como o acento circunflexo na tecla 6, ativado em conjunto com a tecla Shift (nos teclados tradicionais, padrão ABNT2, a tecla 6 possui o trema), mas quando pressionadas as teclas com acentos, tanto antes quanto depois da letra a acentuar, o acento não ficava sobre a letra, ou seja, não servia para nada.

O teclado de alumínio USB tinha teclas de funções até o F19 (no do MacBook, só havia até o F12, como os teclados tradicionais). Para que serviam essas teclas de funções extra eu não sei, mas o que tinha de teclas de função de mais, tinha de teclas essenciais de menos. Por exemplo, não havia, além dos acentos e C cedilha, teclas como a Insert e a Print Screen. A tecla Backspace estava com o nome de “Delete”, apesar de ter outra tecla Delete, que era a Delete normal.

O principal problema de usabilidade do sistema operacional era a alternância falha entre os programas abertos, usando as teclas Command e Tab (equivalente à combinação entre as teclas Alt e Tab nos PCs normais). Mesmo quando um programa era fechado, ele ainda constava na lista de programas a alternar, atrapalhando a alternância entre programas e obrigando o usuário a clicar mais vezes no Tab ou a clicar no ícone presente no dock (uma barra de ícones que fica na parte de baixo da tela, com um efeito visual quando se passa o mouse sobre o mesmo). Além disso, o MacOS X trabalha com o conceito de alternância entre programas como um todo, com todas as suas janelas abertas (independente de quantas sejam), não das janelas individualmente, o que atrapalha a alternância entre as mesmas.

Parece que, mesmo após um programa ser fechado, ele continuava aberto em partes, constando na lista de programas a alternar e no menu da barra superior (no MacOS X, os menus ficam integrados à barra superior ao invés de ficarem localizadas nos próprios programas, algo aceitável, porque não atrapalha a usabilidade, apenas se muda o lugar do menu). Para fechar o programa completamente, tinha que se clicar na opção correspondente na barra de menus, e isso não funcionava para todos os programas.

Ainda sobre os programas abertos, não há como saber que programas estão abertos ou não, pois o dock exibe tanto os programas abertos quanto os fechados e não há uma barra de tarefas informando quais são os programas abertos, como ocorre nos outros ambientes gráficos. Só se sabe quais estão abertos minimizando todos eles.

O menu do MacOS X não possui uma lista dos programas instalados. Quando eu precisei de uma calculadora (e a mesma não estava presente no dock), recorri à busca presente no menu. Só depois que eu descobri que, para ver quais eram os programas instalados, tinha que abrir o gerenciador de arquivos, chamado de Finder. É como ter que abrir o Windows Explorer para saber quais são os programas instalados no Windows ou ter que abrir o Nautilus para saber quais são os programas instalados no Linux (ou FreeBSD, ou outro sistema que utilize o X Window System) com Gnome.

O programa responsável por editar arquivos TXT é o Editor de Texto (o nome é esse mesmo), apesar disso, caso o Editor de Texto seja aberto sem abrir um arquivo TXT existente, não há a opção de salvar o arquivo no formato TXT. O Safari, o navegador web padrão do MacOS X, possui problemas de usabilidade diversos, como não ter barra de status ou algo equivalente informando o destino de um link e não ter como voltar ou avançar mais de uma página no histórico de navegação (pelo menos, tinha o Firefox instalado).

Com relação ao hardware, o touchpad (área onde o usuário movimenta o mouse deslizando o dedo, presente na grande maioria dos notebooks) não possuía os dois botões relativos ao clique com os botões esquerdo e direito. O teclado presente no notebook possuía teclas com iluminação embaixo (não vi vantagem nenhuma nisso, a não ser se eu fosse usar o MacBook no escuro). O mesmo teclado possuía um botão que sugere que, ao ser pressionado, o drive de CD abriria (como ocorre nos outros notebooks que possuem essa tecla), apesar disso, aquele MacBook não possuía drive de CD e aquele botão não tinha efeito algum.

Havia um mouse sem fio da Apple (com conexão via bluetooth), o Magic Mouse, que era a única cousa que eu gostei naquele equipamento por possuir, além do scroll vertical, um scroll horizontal, devido ao mouse não possuir uma rodinha, mas sim um sensor no qual o usuário passa o dedo no sentido horizontal ou vertical e faz o efeito do scroll. Apesar disso, uma vez ou outra o scroll horizontal atrapalhava, mas algo totalmente aceitável, nada que comprometa o trabalho.

Pontos positivos do MacBook Pro: o mouse (que na verdade nem faz parte do MacBook, é um acessório externo). Pontos negativos do MacBook Pro: todo o resto. De zero a dez, eu dou nota 1,5 para este que está sendo até o presente momento o pior computador no qual eu já usei até hoje.

Eu, sinceramente, esperava mais do MacBook Pro, ainda mais que muito se ouve que os produtos da Apple, incluindo o MacOS X, são mais fáceis e mais intuitivos de se usar (algo que eu não vi naquele equipamento, muito pelo contrário, o sistema não era lá muito intuitivo, talvez seja porque uma mentira dita muitas vezes acaba sendo aceita como verdade). Para piorar, um MacBook Pro é muito mais caro do que um notebook de configuração similar fabricado por outro fabricante. Não sei o que os fãs da Apple e usuários do MacBook veem no mesmo, caso alguém tenha algo a dizer em defesa desse computador, escreva seu comentário na seção de comentários, expondo seu ponto de vista e/ou defendendo o computador da Apple.

Atualização em 05/08/2012: Após conversar com o dono do MacBook que eu havia usado (desde essa última semana, já estou usando o novo computador que já chegou, e veio com Linux, mais precisamente um Debian Testing customizado), ele me explicou umas coisas sobre o mesmo.

Sobre a acentuação nas palavras, realmente não há como teclar acentos como costuma-se teclar em outros sistemas operacionais, e nem dá para alterar o layout do teclado, mas há teclas de atalho que geram acentos, como por exemplo, Option + C que gera um C cedilha e outras combinações envolvendo a tecla Option com outras letras que geram acentos e, em seguida, o usuário tecla a tecla desejada. Apesar de ser pouco prático, como ele já se acostumou a gerar acentos dessa forma, ele nem acha ruim.

Sobre a tecla Home ir para o início do documento ao invés de ir para o início da linha, me foi explicado que, para ir ao início da linha, tecla-se Command + seta para a esquerda. Isto porque a Apple possui um ponto de vista diferente do que as teclas Home e End deveriam fazer. Como as funções de ir para o início e o final da linha são mais usadas do que as de ir para o início e o final do documento, creio que este ponto de vista acaba por fazer o uso do teclado um pouco menos prático, visto que usa-se mais a ida do cursor para o começo ou o final da linha do que do documento, ou seja, o segundo é que deveria ter combinações de teclas para essas funções, não o primeiro.

Sobre o MacBook não possuir drive de CD, ele possui sim um drive de CD, mas é diferente de qualquer drive de CD que eu já vi. Ele não possui uma bandeja, e sim uma fenda (que eu pensei que seria apenas uma fenda por onde o notebook dissipava calor), onde se introduz o CD ou o DVD (e por onde pode entrar poeira, já que a fenda nunca fica fechada). Aí, para ejetar a mídia óptica, aperta-se o botão do teclado, que também existe no teclado plugado na USB. Sobre o MacBook não possuir botões no touchpad, na verdade ele tem sim, mas não estão visíveis.

Sobre fechar completamente os programas, de fato eles ficam abertos mesmo após clicar no X, em estado de repouso, mas podem ser fechados pelo item correspondente do menu, como eu havia dito no post, ou com a tecla de atalho Command + Q.

Achei essa página acerca das teclas de atalho dos computadores da Apple, para caso alguém fique perdido tendo que usar um desses:

http://support.apple.com/kb/HT1343?viewlocale=pt_BR&locale=pt_BR

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49 Respostas to “Minha experiência com um MacBook Pro”

  1. Guilherme Says:

    Eatamos no mesmo barco, sistema operacional muito mal feito…

  2. Action Chaos Says:

    Olá Allan, já mexi (pouco) num iPhone mas nunca usei um MAC, sempre tive a curiosidade de saber o porquê das pessoas gostarem tanto dos computadores da Apple e seu post veio só fortalecer o que eu desconfiava. As pessoas pagam por grife quando compram um Mac (desktop/notebook) mas, pra muita gente, isso importa mais que qualquer outra coisa.

    No parágrafo 9 acho que era F12 ao invés de F1.

    No parágrafo 11 você comenta sobre o menu ficar integrado à barra superior. Isso, na minha opinião, é uma das desgraças do Ubuntu que tenta imitar esse conceito visual da Apple. Quando o Ubuntu mudou para o Unity eu não sabia que o menu separado das janelas era invenção da Apple mas eu já odiava. Desse modo, você tem que andar muito mais com o mouse e dar mais cliques
    para fazer coisas simples, isso não faz o mínimo de sentido!

    Atualmente estou usando o Kubuntu 12.04 no notebook e já consegui instalá-lo até num PC com 512 MB de RAM, só que com uma CPU boa.

    Pelo que você falou no parágrafo 12, o dock é tão confuso quanto a barra de tarefas do windows 7 que, eu acho, não existe mais no windows 8.

    O saldo positivo disso tudo é que Hitler e Steve Jobs já morreram; grandes homens na arte de influenciar pessoas.

    Ah! Só uma pergunta. Se você fosse investir em um notebook, qual seria a marca? Dell, Samsung, Sony, etc…

  3. Corrigi o parágrafo 9, obrigado pela informação.

    Na minha opinião, o dock do MacOS X é mais confuso do que a barra de tarefas do Windows 7 que, pelo menos, ainda tem ujm pouco do conceito antigo. Pelo menos a barra do Windows 7 exibe apenas os programas abertos.

    Eu sempre comprei os da Dell e são muito bons. Um com processador Core i5 e 6 GB de memória tava 2 mil e frete grátis um dia desses. Eu recomendaria um da Dell, mas não cheguei a testar outras marcas.

  4. Daniel Says:

    Para um cara que diz se adaptar bem, vc se saiu bem mal, esbarrando em coisas simples de se configurar…. como um teclado pra Pt-Br……. Não sabendo ao menos como utilizar a dock….. e sim ela indica qual programa está aberto e rodando…. o Mac não encerra um programa a menos que vc o obrigue a isso, pois ele gerencia memoria de forma mais inteligente e a menos que vc realmente precise, o programa vai ficar em segundo plano esperando vc chamar ele…… com isso ganha-se tempo….
    Esse texto, é de um novato que não gostou de sair da sua zona de conforto……
    E o que há de errado em querer ter um notebook bonito? Paga-se pelo acabamento, pelo design e pelo ótimo OS que o Mac é….
    Cara, copiar uma palavra e jogar no Google pra corrigir, pq não tem a capacidade de configurar um teclado, é foda……
    Conheça melhor as coisas antes de tecer críticas tão infantis…..
    iPhone que explode? Qual aparelho que usa bateria, não está sujeito a isso?
    hahahahahaha
    Que texto mais adolescente revoltado…..

  5. Como eu configuraria o teclado para pt-br, sendo que o teclado físico (algo não configurável) não possui acentos nem C cedilha? Sua sugestão seria plugar um teclado do concorrente?

    Ainda sobre o teclado, ainda que o teclado físico fosse pt-br e fosse no sistema operacional o problema (estivesse configurado errado), creio que o MacOS X deveria ser fácil de configurar o teclado tal como ocorre no Windows ou em alguns ambientes gráficos do Linux, como o KDE, onde é só clicar na bandeira da barra de tarefas e configurar o layout de teclado desejado. Coisa que eu não vi no MacOS X.

    Quando eu mando fechar o programa, a minha intenção é fechar o mesmo completamente, e não deixando ele na memória. No mínimo, o dock deveria mostrar apenas os programas que possuem janelas abertas. E não vejo nenhum ganho de tempo com isso.

    A questão não é do notebook ser bonito ou não, mas dele ser mais ou menos intuitivo, prático e produtivo. Observe que não cheguei a criticar a estética exterior do MacBook Pro. E não acho o MacOS X um ótimo sistema operacional, o que me pareceu foi um Linux piorado.

    Sobre o iPhone que explode, há relatos disso acontecendo em noticiários pela Internet. Não vou dizer que todo iPhone explode, mas que já ocorreu, e mais de uma vez, ocorreu sim, diferente da maioria dos modelos não fabricados na China.

    Por fim, eu não sou adolescente revoltado, tenho 26 anos e 10 anos de experiência com computadores. Já vi muitas interfaces diferentes e posso dizer com convicção que a do MacOS X foi a pior de todas. Até o Blackbox e o Afterstep são mais intuitivos. Além disso, argumentos “ad-hominem” (tentar desqualificar o argumentador) não contribuem em nada com a discussão.

  6. Cara, não há lógica nenhuma nesse post, como um cara que mexe a mais de 10 anos não consegui configurar um laiout de teclado no mac…. Se o Teclado é fisicamente um teclado em Inglês, coloca no padrão Inglês Internacional e seja feliz… não perde nenhum acento, nenhum letra e não deixa de fazer nada por causa do teclado…. Dizer que é mais fácil configurar um teclado no WIndows que no Mac OS, tá brincando não é? Minha namorada amigo, sem qualquer experiência em PC ou Mac, ganhou um Macbook (que dei) e adaptou-se TOTALMENTE em tudo… se eu falo… amor, ativa o compartilhamento aí… ela só pergunta, onde fica? EU digo preferências do sistema… ela acha ativa… muda permissões… sozinha cara, um sujeito com 10 anos de informática não pode achar que uma fenda de drive óptico é saída para dissipação de calor nunca né amigo… E outra, de onde você tirou que no mac OS Não tem como saber que os aplicativos estão abertos? Acha que a LUZINHA que fica embaixo os aplicativos quando eles estão sendo usados indica o que? Eu sou defensor dos produtos apple em qualquer lugar, mas sou fanático também pela liberdade no Linux (seja qual versão for)… mas você como usuário Linux não deveria esbarrar em coisas tão simples amigo… Eu não consigo imaginar alguém tão perdido assim em um sistema tão intuitivo. Como citou um amigo acima, parece o post de um usuário em zona de conforto apenas criticando um produto por não saber usar… No mais desejo muita sorte e properidade para seu blog, e se decidir tentar novamente entrar no mundo Apple, dê um pulo lá no meu blog que terei todo o prazer de lhe ajudar… Forte Abraço

  7. Não sei onde você não viu lógica no meu post, não teria lógica se eu reclamasse sem argumentar, apontando os problemas que encontrei.

    Com relação ao layout de teclado, na atualização do post, ao final do mesmo (onde eu inseri as considerações do dono do MacBook em questão, após ele ter lido meu post), escrevi que não há mesmo como alterar o layout do teclado (cheguei a procurar onde ficava tal opção, mas não achei, se existir, me informe onde fica, toda informação útil é bem vinda), mas há como acentuar as letras, usando combinações de teclas. Mas de qualquer forma, não tinha como eu saber disso (o dono do MacBook só apareceu na semana seguinte) e eu tive que me virar fazendo o que eu descrevi no parágrafo 8.

    Se sua namorada pergunta onde fica determinada coisa no sistema, suponho que a mesma não saiba como mexer no sistema completo, ou seja, ela não sabe fazer tudo no Mac, e se você não informasse onde fica, talvez ela não acharia.

    Por que alguém com 10 anos de informática não poderia achar que uma fenda na lateral, que é o drive de CD/DVD, seria uma fenda para dissipação de calor? Era um drive de CD/DVD que eu nunca tinha visto antes, e nada indicava que aquilo fosse mesmo um drive de CD/DVD.

    De fato, não há como saber quais aplicativos estão abertos. E não vi luzinha nenhuma. Onde a mesma ficaria?

    Se é defensor dos produtos Apple, está explicado o porquê de defender cegamente o MacBook nesse post e ignorar os problemas da plataforma.

    O MacOS X não é tão intuitivo e tão simples de se mexer. Se fosse, eu não esbarraria em suas peculiaridades, diferente de outros ambientes desktop nos quais eu já testei (e foram vários mesmo, Fluxbox, Blackbox, Afterstep, Gnome, KDE, IceWM, XFCE, WindowMaker, Windows 3.11/95/98/ME/XP/Vista/7, BeOS, ReactOS, Haiku e outros que não me lembro no momento), nos quais eu me virei sem problemas. Logo, não é o caso de alguém em zona de conforto criticando o sistema por não saber usar.

    E eu não sou o único a desaprovar o sistema desktop da Apple, há muitos outros Internet afora (e fora da Internet também) que também desaprovam. De qualquer forma, nem todo mundo gosta do mesmo desktop e cada um usa o que melhor lhe servir, e cada um tem o direito de manifestar sua opinião acerca dos ambientes desktop que testou, seja a opinião positiva ou negativa.

  8. Então grande, o lance é que nos foi imposto usar Linux ou Windows (até mesmo pelo preço dos produtos da apple), e imposto também aprender o que é “difícil”, me diga por favor se existe algum painel de sistema ou painel de controle como se chama no windows onde você pode fazer literalmente TUDO no sistema como temo o Painel de Preferências do Sistema (Nem sei se você o encontrou)… O lance que pecou foi pela sua primeira impressão… Ficou perdido sem ninguém pra nortear como no caso do Windows/Linux onde você possivelmente tinha um tio ou amigo que te ensinava o que não conseguia fazer… Mas o lance da marcação do aplicativos abertos está lá… uma pequena LUZ embaixo dos aplicativos abertos, um ponto de luz… e se quer resolver sus problemas com teclado pode Ir em Preferências do Sistema, Idioma e Texto e procurar o layout que melhor se adapta ao seu Teclado… Cara, é apenas uma crítica construtiva… espero que não fique chateado… Espero que você se dê melhor com as próximas experiências com o Mac OS X, nessa correria louca a que estamos não há tempo para ficarmos corrigindo ou brigando com uma interface/sistema que nos dão só dor de cabeça como é no Linux e WIndows, precisamos ser produtivos… Veja, você passa uma tarde inteira debugando um código, enfim acha o erro lá na linha 7mil e acaba de corrigir, PÃ…. tela azul…. cara isso é desumano… eu já vi Notebook dar Tela azul apenas pelo ato de desligar a Wireless, Eu sou fanático por Linux, mas como desktop não serve mais… COmo Server coloco pra rodar de olhos vendados, mas o que eu demoro um certo tempo pra fazer em um SERVER na mão nos Linux da vida, eu faço em alguns cliques no Mac… como não gostar de uma plataforma dessas… Pra não ficar com essa má impressão aconselho você a tentar instalar o Mac OS em uma VM ou mesmo tentar fazer um hackintosh aí…. Um Abraço .

  9. Sou fan boy do estilo Slackware de ser (desde 2004 configurando servidores no Slack). Há 2 anos fui “chegar perto de Apple” e só tenho uma coisa a dizer -> NUNCA MAIS EU LARGO!
    Não trava, não é lento, nada dá erro, incrivelmente rápido e estável. (e olhe que sou pregador de uso do CentOS)
    Recomendo que comece com o Hackintosh, uma forma barata de usar algo “GAMBIARRADAMENTE” Apple, e detalhe, também não trava… LOL.
    Estou teclando de um macbook white, que não deixa a desejar e anda muito (com ssd colocado a parte).
    Fui da BlackBox ao Gnome Shell e NÃO EXISTE nada em termos de X que ultrapasse o OS X.
    Abraços, bons deploys e boa jornada na sua nova carreira.
    Ressalto como programador web que, para casos de deploy, com certeza poderá surgir uma telinha azul na sua app (server que a roda), no mac isso não existe ;).

  10. Não me foi imposto usar sistema A ou B por causa do preço, uma vez que há Hackintoshes (para quem está lendo isso e não sabe o que isso seria, Hackintosh seria uma cópia pirata do MacOS X modificada para rodar em PCs normais) disponívewis gratuitamente e eu poderia ter usado esse sistema se eu quisesse. E discordo que me foi imposto aprender o que é difícil, pois não houve grandes dificuldades para eu usar Windows ou Linux durante a minha vida, ainda que, no início, eu tivesse uma quantidade escassa de ajuda (não havia ninguém me ajudando, e só meses depois eu iniciei um curso de informática, onde aprendi o básico do Windows 98, e nunca aprendi Linux em nenhum curso), mas ainda assim fui me virando. Se isso fosse verdade, eu teria me achado rapidinho no MacOS X, visto que, teoricamente, ele é mais fácil.

    Não encontrei o Painel de Preferências no MacOS X, mas eu sequer preciso de um painel desses para achar tudo no Windows e nos demais ambientes gráficos que testei (exceto uns mais simplificados, como o Fluxbox). Ainda assim, no Windows, há o painel de controle e, em alguns ambientes desktop do Linux e semelhantes (FreeBSD, OpenBSD, Solaris, etc), como o KDE e o Gnome, também há painéis de configuração, onde muita coisa pode configurada. Mas coisas simples, como o layout de teclado, não deveriam precisar de painel de controle, bastando apenas alterar o layout diretamente na barra de tarefas.

    Se existe mesmo uma luz embaixo dos aplicativos abertos (se bem que seria mais fácil se os fechados nem aparecessem), tire um print screen e me mostre, e aproveite e me diga como tirar print screen no MacOS X, pois não vi nenhum botão de print screen nos dois teclados daquele Mac.

    Creio que seja difícil eu ter uma nova experiência com um computador da Apple, a não ser que ocorra algo semelhante ao que houve na semana que eu usei o MacBook. E justamente devido a não haver tempo de ficar brigando com a interface e de precisar ser produtivo é que eu prefiro as interfaces do Linux (e semelhantes) e do Windows à do MacOS X. Infelizmente, ela não é para mim.

    Se eu achar um erro na linha 7 mil, é que o programa provavelmente foi mal escrito. Um programa bem escrito dificilmente possui um arquivo-fonte com mais de 3 mil linhas, quanto mais 7 mil.

    Sobre telas azuis, eu já vi, por três vezes (que eu me lembre) de dar tela azul em ambiente de trabalho. Ainda bem que atualmente uso Linux no trabalho.

    Discordo que Linux no desktop não serve mais. Acho que você deveria reciclar seus conceitos, ou pelo menos apontar o porquê de não servir mais.

    Hackintosh eu não faço, não curto pirataria de software.

    No mais, continue a usar o sistema que mais lhe agrada.

  11. Como eu disse no comentário anterior, não instalo Hackintosh, pois não curto pirataria de software. Além do mais, já testei um MacOS X original e não curti o mesmo.

    Sobre Não existir nada em termos de X que ultrapasse o MacOS X, aí é questão de opinião pessoal. Na minha opinião, isso não é verdade.

    Só poderá dar tela azul (no sistema operacional, não na aplicação que desenvolvo) ao fazer deploy caso seja usado Windows, o que não é o meu caso no momento. Mas caso esteja usando Windows e ocorra, basta reiniciar o computador e refazer o deploy. Se persistir a tela azul, basta ver qual o problema de hardware que está ocorrendo, corrigir o problema e reiniciar o processo de deploy.

  12. Então você não prima pela qualidade de UPTIME :) (falo de casos Windows, pois sob LINUX jamais ocorreria).
    Quanto a pirataria, uai, compra o retail da apple e teste, se lhe agradar compre um mac. (quem disse que jobs virá dentre os mortos para obrigar você a comprar um mac para testes? Além do mais está pagando por um teste) ;).
    Quanto ao ambiente deploy, sob Linux concordo e muito, mas sob windows, amigo, optar por reboots… se isso é rotina para você, em corporações onde seu source é testado sob stress, sob qualidade de uso de recursos e etc reboots na infra-estrutura são intoleráveis (quem diria que primaria por algo assim, deixei um srv LINUX 2 anos sem reboot e fiquei muito feliz até conhecer um amigo com unix da sun com 8 anos de uptime…).
    Recomendo que continue usando LINUX, mas se um dia se sentir um LIXO (como foi meu caso -> UNITY = NADA, GNOME 2 fadado a morte, eu desisti do desktop).
    Consumo do kde não me agrada mais, consumo do gnome shell também, e quem usa o 2 passa a usar com gambiarra (merge do 3 + 2 = LINUX MINT). Até o Magéia que me agradara muito no lançamento frustrou-me agora por causa do gnome3.
    Continue no ritmo que está, com certeza não terá decepção.
    PS: fui user windows 3.11 ~ seven, Linux Slackware 9 ~ Mint 12, HOJE só recomendo CentOS ou Ubuntu Server.
    Tempo é dinheiro, ter de ficar remendando gambiarras de terceiros, para mim não vale mais a pena.
    Parabéns pela profissão (java), ressalto que NÃO APÓIO pirataria, mas prefiro meu bolso e comida boa na boca do meu bebê a viver de opensource em termos de S.O. e passar fome (NÃO é seu caso, mas foi o meu!).
    veja isto, por favor: http://aurelio.net/blog/2006/10/16/dois-anos-de-mac-os-x/

    http://aurelio.net/blog/2005/10/02/um-ano-sem-linux/
    Esse é o primeiro post dele. (esse cara era developer na Conectiva, quando ela ainda bombava no Brasil)

  13. Primeiro vamos ao Dock… segue o print e veja a marcação em Preto (marcação tosca só pra te mostrar mesmo… https://dl.dropbox.com/u/7022385/Dock.png
    e agora o Painel de Preferências do Sistema
    https://dl.dropbox.com/u/7022385/Pref_SIstemas.png (isso é como se chega lá…. Podes ver que não dá pra saber se estou mexendo com um Hackitnosh ou com meu Macbook… Mas isso não virou uma discursão legal apartir do momento que vejo que você prefere resolver problemas no sistema Operacional do que se dedicar exclusivamente ao deploy… Mas tranquilo, creio que vá lhe bater a curiosidade e o porque de que 99,9999999% dos usuários apple nunca mais voltam a plataforma WIndows… Simplesmente não dá problema… NUNCA há necessidade de formatação… Quando se tem que formatar uma máquina, veja o tempo perdido pra reconfigurar todo um ambiente inteiro das IDEs.. Nossa, não é bom nem lembrar… Mas boa sorte, Estarei acompanhando seu blog pra ver se um dia você muda de idéia…. ABraço

  14. Acho pouco prático ver quais programas estão abertos olhando uma marcação sutil embaixo, no dock. Mais fácil o dock mostrar apenas os programas abertos.

    Na verdade, é justamente o contrário, prefiro focar a atenção ao meu trabalho do que ter que contornar adversidades de modo nada intuitivo, como basear-se em luzinhas embaixo dos ícones dos programas no dock.

    Acompanhe sempre meu blog, há muitos assuntos abordados no mesmo, como no post anterior, onde eu explanei minha técnica de memorização no Genius.

  15. Patola (Cláudio Sampaio) Says:

    Allan, o pior que eu concordo com o/a Doooguinha nos pontos em que você teve mais dificuldade, e olha que eu NÃO uso Mac, mas Ubuntu com Unity, que tem alguns elementos da interface do Mac – a “luzinha” do Dock do Apple é o mesmo que a marcação ainda menor, com setinhas, no Launcher do Unity, e o menu de aplicação global também é usado pelo Unity. Sinceramente? Depois de poucas horas de uso me acostumei totalmente a esse paradigma, é muito melhor e mais produtivo! As indicações no launcher/dock de aplicativos que estão rodando são MUITO menos obstrusivas que aquele monte de botões com textos truncados na barra de tarefas, que é um dos elementos que mais afeta a produtividade do paradigma Windows de desktop (sim, Windows, independentemente de alguns sistema de desktop do Linux imitarem esta parte ou não). Eu também discordo da sua impressão que a configuração do teclado deveria ficar na bandeja ou na janela da aplicação, achando que ela é uma coisa que deveria ser feita uma vez só e ficar sim nas Preferências do Sistema. Além disso, apesar de não usar Apple, eu uso o modo “compose” desde a época em que mexia com Sparcstations, que é usar uma tecla especial – semelhante à “option”, que eu programei pra ser a tecla Windows – pra compor não só letras acentuadas como símbolos especiais como ←→ ⁰°… etc. – e que é muito, muito melhor que usar as desajeitadas dead keys do paradigma Windows. Pelo que você disse, mesmo sem usar Mac OS X, tudo me leva a crer que é sim uma crítica exagerada de um usuário na sua zona de conforto. Mesmo que você tenha tido experiência com outros SOs, me parece que todos usavam em maior ou menor grau o paradigma Windows. Free your mind! Eu detesto a Apple pelo menos tanto quanto você, provavelmente muito mais, mas vamos ser consistentes na crítica, não?

  16. A questão de ser “muito melhor e mais produtivo”, bem como o modo usando teclas de atalho do Vi/Vim/Emacs ou o uso do mouse em IDEs de programação como Eclipse/NetBeans/VisualStudio, é algo que varia de pessoa para pessoa. O que é mais produtivo para alguns é improdutivo para outros. Eu sou mais produtivo usando Alt/Tab para alternar janelas do que olhar luzinhas e depois clicar com o mouse no programa desejado e só então escolher entre suas janelas abertas.

    Só para finalizar a questão da acentuação do MacOS X, de qualquer forma, eu não tinha autorização de mexer em nenhuma configuração do sistema, ainda mais que, por desconhecer a plataforma, eu poderia bagunçar tudo. Sem contar que, na minha opinião, um computador que é vendido para ser usado do Brasil tem que vir com o teclado daqui. Imagina como deve ser na Rússia ou no Japão, os usuários do Mac tendo que usar outro alfabeto ao invés de seu alfabeto nativo já que o teclado é o mesmo (com layout dos Estados Unidos) para o mundo todo!

    Não se trata de uma crítica exagerada, e sim da minha opinião pessoal sobre a minha experiência pessoal acerca desse sistema. Cada um pode ter a opinião que quiser, independente dos outros acharem a opinião inconsistente ou não.

  17. Patola (Cláudio Sampaio) Says:

    “Variar de pessoa pra pessoa” não é bem o que estamos falando, acredito. Seu discurso claramente alude a usabilidade em geral, não só como uma experiência individual, inclusive nos seus comentários sobre “Mac OS X ser tão fácil e intuitivo de usar”. Como dizem em inglês, “you can’t have the cake and eat it”: decida-se do que está falando, da sua experiência em particular ou da usabilidade em geral! E aproveitando, você cita muito o paradigma windows como seu referencial, quando usabilidade não pode ser medida por um paradigma diferente do adotado.

    Sobre acentuação: eu não estou falando de mudar a configuração (a da tecla “option”, semelhante à compose) e sim de usá-la. Não é só o dono do laptop que a acha mais fácil… :-)

    O negócio do padrão ABNT eu acho de muito menor importância porque via de regra usamos os mesmos caracteres que os EUA, só temos a mais os acentos (incluindo cedilhas) que caem na categoria us-international. Não há motivo pra reclamar. Certeza que os Macs vendidos na Rússia são diferentes e têm teclados adequados.

    Sobre ter a opinião que quiser, onde eu disse que não poderia? Só que opiniões são sujeitas a discussão, e é isso que estamos fazendo. E eu considero a sua opinião inconsistente. E lembrando, você está lendo isso de um Apple-Hater que abomina iPhones e Ipads e lamenta profundamente o sequestro de ex-linuxers (como o August Campos e o Aurélio Jargas) pro campo da Apple.

  18. Pedro Says:

    Cara, me desculpe, mas você não passa de um chato que acha que o sistema operacional é ruim simplesmente porque é diferente do que você usa.
    TODOS, digo com ABSOLUTAMENTE TODOS os pontos que você aborda como problemas na usabilidade do sistema operacional são ridiculamente fáceis de resolver.
    Mas o seu post trata apenas de um usuário que por uma semana muda de plataforma de trabalho com uma extrema má vontade e fica indignado por não ser igual ao que ele conhece.
    Com o mínimo de boa vontade você vai longe.

  19. Fernando Says:

    Sabe o quê eu acho? Você simplesmente não entendeu NADA!!!

    Para quem não sabe, os Mac’s NÃO são vendidos apenas com o layout de teclado americano não! Existem VÁRIOS layouts para as diversas partes do mundo!

  20. O texto reflete a minha opinião sobre a usabilidade em geral. E, se minha experiência em particular foi ruim, acredito que a usabilidade não seja boa. A ideia do texto, na verdade, é desmascarar o mito que, incondicionalmente, o Mac é mais intuitivo, além de mostrar para pessoas que nunca mexeram a opinião de alguém que já mexeu em um Mac, porque, caso contrário, é bem capaz de só ouvirem coisas boas e adquirirem um notebook que talvez não lhes seja produtivo.

    O padrão ABNT2 de teclado até pode não ser muito importante (eu já usei teclados no padrão estadunidense e acentuei as palavras normalmente), mas deveria haver um jeito de digitar os acentos na forma mais fácil. Sobre usar as combinações de teclas para acentuar as palavras, talvez, se eu soubesse disso, eu usaria tais combinações para acentuar as palavras.

    Que eu saiba, o Augusto Campos não foi sequestrado, o que ocorre é que ele joga nos dois times.

    Sobre todos os pontos que eu abordo serem fáceis de resolver, então explique-os, assim os que acessam o meu blog, além de mim, saberão. Por falar nisso, verifiquei nas estatísticas que há internautas que chegam até meu blog pesquisando como usar acentos no Mac. Se isso fosse realmente algo tão fácil e intuitivo de resolver, não haveria tanta gente pesquisando sobre isso.

    Se existem vários layouts de teclado, por que os daqui não vêm no nosso layout?

  21. Fernando Says:

    Sobre o Layout do teclado é simples te explicar: simplesmente nós usamos os mesmos caracteres dos EUA, simples assim!!! Cara a minha sobrinha de 3 anos sabe mexer no iPad e sabe encerrar um aplicativo! COMO que vc não sabe?! Uma dica: Mude de “profissão”, porque de análise de produtos de tecnologia você não vai pagar nem o cafezinho!!!

  22. Daniel Edwardz Says:

    Isso e pq e ”programador”…
    Eu acho que vc deveria usar esse macbook por mais um mês consecutivo e depois fazer outro review. Pq sinceramente vc so falou água. E quando vc realmente conhecer o sistema e o hardware vc vera o pq o macbook e superior aos da concorrências.

  23. Daniel Edwardz Says:

    ”O seu comentário está aguardando moderação. ” Vish agora sim eu vejo que ele e um ditador que so ira permitir comentarios que convem a ele –”

  24. Se sua sobrinha precisa clicar (ou dedar, pois os tablets são touchscreen, ou apertar um botão, sei lá) em mais de um lugar para fechar um aplicativo, logo, está tecnicamente realizando um procedimento menos prático do que se fosse fechar um aplicativo nos demais sistemas, onde só é preciso clicar no X (ou apertar um botão, no caso do Android).

    Estou percebendo que alguns usuários do MacOS X (talvez a maioria? ou não, sei lá), quando alguém expressa uma opinião contrária à Apple, morrem de raiva e saem metendo o pau, partindo para a grosseria (como se pode ver nos três comentários anteriores, bem como em alguns outros mais acima), ao invés de dialogar e expor seus argumentos normalmente, como em uma discussão sadia. Sugiro os defensores da Apple mudarem o tom dos comentários.

    Os comentários demoram um pouco, mas são sim aprovados, não sou nenhum ditador. A moderação é mais para eu ver os comentários antes de aparecerem aqui, além de evitar um spam não automatizado ou não detectado pelo filtro anti-spam.

  25. O problema não é o posicionamento de não gostar, mas sim a argumentação falha. Só faltou vc dizer que não gosta do Macbook Pro porque tem a tecla command em vez da tecla windows.
    Vc não é nenhum noob em informática, então deveria saber que qualquer mudança desse tipo envolve uma curva de aprendizado. No Mac OS X ela não é grande e nem difícil, mas é preciso passar por ela.

  26. Não acho que minha argumentação tenha sido falha, meus argumentos foram bastante consistentes. Como eu escrevi no texto, fiz meu trabalho com um rendiento bem abaixo do que costumo ter não devido a “mudar a cor do pasto” (costumo me adaptar bem a alterações de interface), mas devido a vários problemas de usabilidade que encontrei, e que foram descritos no texto, sendo o proncipal deles a alternância falha entre os programas abertos, mesmo quando um programa era fechado, ele ainda constava na lista de programas a alternar, atrapalhando a alternância entre programas e me obrigando a clicar mais vezes no Tab ou a clicar no ícone presente no dock. Ou seja, o problema não foi mudar as coisas de lugar ou ter uma coisa ao invés de outra.

    Eu usei o MacBook por cinco dias, para mim, tempo suficiente para testar um sistema diferente, não preciso de um mês consecutivo para usar o MacBook, como disse um comentarista desse post (e nem tenho como ficar com aquele MacBook por um mês, pois ele não é meu). Em bem menos tempo que isso, algumas vezes em questão de algumas horas, eu já consigo usar um sistema e conhecer como ele é, muitas vezes sem muito esforço para me acostumar.

    E o problema não foi “não gostar” ou de se acostumar com as diferenças do sistema, o problema nem é esse, pois as diferenças que eram questão apenas de se acostumar eu até me acostumei, como as teclas de atalho diferentes e o posicionamento do menu. O problema é a questão da produtividade, de precisar de mais esforço e de não ter alguns recursos essenciais (por exemplo, o problema do Editor de Texto, caso seja aberto sem abrir um arquivo TXT existente, não haver a opção de salvar o arquivo no formato TXT, apesar dele ser o responsável por abrir e editar esse formato). Na minha profissão de programador, produtividade é algo muito importante, porque quanto mais um programador produz em um determinado espaço de tempo, melhor para a empresa, pois ela tem o programa pronto mais rapidamente. Ou seja, eu não posso me dar ao luxo de perder tempo alternando tarefas apenas com o mouse e tendo que ver luzinhas embaixo para saber quais programas estão abertos ou não ao invés de usar as teclas Alt e Tab, que seria algo mais fácil e mais rápido. Isso é só um exemplo.

    Acho que irei contatar o Augosto Campos, dono dos blogs Br-Linux.org e Br-Mac.org, para opinar acerca desse meu post, quero ver o que ele acha. Provavelmente, ele terá algo muito mais produtivo a dizer do que alguns aqui…

  27. “Eu usei o MacBook por cinco dias, para mim, tempo suficiente para testar um sistema diferente”

    Allan, eu levei um mês de uso diário no trabalho (>10h) para enxergar as vantagens do Mac.

    Eu trabalhava na Conectiva, com Linux, e já era usuário Linux há 7 anos. Meu objetivo era conhecer o Mac para poder falar mal depois. Um cenário totalmente desfavorável, e mesmo assim, gostei e desde então só uso Mac. Isso foi em 2004.

    Eu só consegui experimentar de verdade quando me forcei a esquecer tudo o que eu já sabia sobre Windows e Linux, para aprender “do zero” e fazer as coisas de um jeito novo, e não da maneira que eu já sabia. Aí comecei a perceber a intuitividade, a facilidade, e depois veio o ganho de produtividade.

    Um leigo aproveita melhor o Mac do que nós, nerds. A nossa barreira é maior, pois primeiro é preciso deixar toda uma bagagem de lado. Se não fizer isso, vai apenas se frustrar tentando emular as velhas práticas num sistema novo.

  28. Vc diz se adaptar bem, mas na realidade tenta aplicar os mesmos conceitos em qualquer sistema que vc vai usar. Isso não é adaptação e já mostra que a sua argumentação é falha. Não vou mencionar todos os pontos, senão o post ficaria muito grande, então vou tocar somente em alguns.

    Atalhos de teclado: trocar banana por maçã (ou control-c/control-v por command-c/command-v) pode deixar perdido meu pai, que tem de mais de 70 anos, mas não um jovem com dez anos de experiência com computadores, e ainda ser o seu ganha-pão e se considerar facilmente adaptável.

    Quanto ao Dock: ele não é a barra de tarefas do windows, ponto. Ele oferece certa liberdade ao usuário – pode-se colocar todo e qualquer aplicativo nele, apenas o que se usa com frequência, ou então nenhum, e só mostrar o ícone dos aplicativos que estão abertos. Vai do gosto do freguês.

    Quanto ao Editor de Texto: ele é um wordpad + notepad, só que não ao mesmo tempo. Por padrão ele é wordpad, tem mais funções de formatação e salva em .rtf e outros formatos. Mas pode-se ir nas preferências e mudar o comportamento dele para agir como o notepad, sem formatação e salvar em .txt (ou então salvar em .pdf).

    Layout do teclado: no tempo que vc gastou nessa solução “brilhante” de jogar palavras no Google pra acentuar, poderia ter arrumado a questão do layout. Poucos segundos e já teria a solução na mão.

    Enfim, acho que vc precisa rever seu conceito de “intuitivo”. Vc deve achar que intuitivo é a solução pular na tela, ou o sistema se ajustar automaticamente para o usuário.

    Pra encerrar, digo novamente que o problema não é o não gostar de mac, e sim a argumentação utilizada. Faça como o Aurelio Vargas disse, primeiro conheça o sistema, para só então falar bem ou mal. Isso vale para qualquer sistema, a bem da verdade.

  29. Se só depois de um mês, usando 10 horas por dia o sistema, achou o mesmo intuitivo, logo, ele não é intuitivo. Intuitivo significa dotado de intuição, ou seja, conhecimento claro, direto, imediato da verdade sem o auxílio do raciocínio (fonte: http://www.dicio.com.br). Ou seja, o sistema, para ser intuitivo, não deve fazer o usuário pensar, ou perder tempo procurando como se faz alguma coisa.

    Eu não vejo onde pode ter ganho de produtividade perdendo tempo alternando tarefas apenas com o mouse e tendo que ver luzinhas embaixo para saber quais programas estão abertos ou não ao invés de usar as teclas Alt e Tab, que seria algo mais fácil e mais rápido.

    Não apliquei os mesmos conceitos de um sistema no outro (volto a frisar o ponto de que não foi questão de “mudar a cor do pasto”) e me acostumei bem a usar Command + C / Command + V ao invés de Ctrl + C e Ctrl + V.

    Quando conheci o GNU/Linux, os conceitos também eram diferentes em relação a um monte de coisa, como por exemplo, os programas em modo texto, que não existiam no Windows, e nem por isso tive problemas, como os que eu enfrentei no Mac.

    Como eu só mostro apenas os aplicativos abertos? Não vi nenhuma opção no dock de alterar esses comportamentos.

    Sobre o editor de texto, cada programa deveria ter apenas uma função. Ainda assim, até os editores de texto complexos possuem a opção de salvar em TXT, logo, o do MacOS X deveria ter também. Mas isso é um problema menor, já que é possível instalar outros editores de texto.

    Sobre o layout de teclado, volto a frisar que eu não tinha autorização para alterar as configurações daquele MacBook. E, convenhamos, já era para ele estar configurado da maneira correta, ainda que ele tivesse vindo de fábrica assim.

    Poderia mencionar todos os pontos que achar necessário, não há problema algum em fazer um comentário enorme. Eu mesmo escrevo comentários enormes.

  30. Cara, na boa, acho que vc deveria encarar as coisas assim:

    Esqueça tudo sobre Windows;
    Esqueça tudo sobre Linux;
    Esqueça tudo sobre informática;

    Encare as coisas de forma natural, com uma visão sem preconceitos e sem preguiça de pesquisar.
    Pois acredito que ninguém nasceu sabendo Windows ou Linux.

    Uma boa leitura sobre o sistema operativo seria um bom começo!

    Se precisar de ajuda, existe este site http://www.macmagazine.com.br, onde aprendi muito e continuo aprendendo.
    Gosto de aprender coisas novas, e isso torna o mundo da informática muito mais legal e menos tediosa!
    Usando o Windows 15 anos, abusei total! Agora é Apple…e acredito que não saio tão cedo!
    O 10.8.x Mountain Lion é fantástico!!!

  31. Tércio Martins Says:

    Creio que o Allan quis mostrar que a frase

    “O Mac OS X é intuitivo”

    não é uma tautologia. E a maioria dos comentaristas tentou provar que a frase também não é uma contradição.

    A maioria das interfaces gráficas são baseadas em analogias. Algumas funcionam para certo grupo de usuários, e outras não. O Ubuntu adotou uma nova interface gráfica, que possui vários elementos de semelhança com a do sistema da Apple. Muita gente torce a cara até hoje, migrando para outras opções — como o KDE e o XFCE.

    E o Allan está certo quando ele argumenta que o OS X é contraintuitivo para ele, e o testemunho do Aurélio Jargas é a prova clara disso.

    Ora, intuição é o processo de chegar a um raciocínio de uma forma não-lógica:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Intui%C3%A7%C3%A3o#Classifica.C3.A7.C3.A3o

    E várias interfaces gráficas para computadores são criadas a partir de princípios da Gestalt (um ramo da Psicologia que estuda a fundo sobre o processo intuituvo):

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt

    E, se o usuário de certa interface gráfica demora um mês para ter um mínimo de proeficiência no uso dela, é porque a mesma está longe de ser intuitiva.

    Mas existem outros fatores para avaliar uma interface de computador. Existem programas como o “vi” que não são intuitivos. A curva de aprendizagem do programa é tortuosa, e só depois de muito sofrimento o usuário começa a apreciar o editor.

    O “vi” não é intuitivo, mas é produtivo, *SUPER* produtivo. Com o programa você aperta três letras e faz o que no Eclipse levaria vários cliques. Em vários casos produtividade é o fator-chave para a escolha de um sistema, e não a intuituvidade.

    Há alguns anos, recebi a incumbência de montar um servidor Windows Server 2003 com AD (na verdade, um domínio numa floresta) mais um DNS para a rede local, tudo na mesma máquina. Depois de tentar por mim mesmo e de ler vários tutoriais, joguei a toalha, só para contar a história depois e um sysadmin Windows me olhar com aquela cara de “o que você está fazendo ainda na Informática? Fuja enquanto é tempo!!!” E, no entanto, ele e seus colegas gastam rios de dinheiro em treinamentos na plataforma MS. Creio que, para ele, o WS é o sistema mais prático para servidores, mesmo que a curva de aprendizagem não seja das mais fáceis.

    Talvez o sistema da Maçã não seja a coisa mais intuitiva do mundo, mas que é prático para os seus usuários de longa data, disso já não tenho dúvidas.

    E, ironia das ironias, a maioria dos usuários que migrou do Linux para o Mac OS X e prega sobre sua intuitividade continua utilizando o “vim”. Creio que haja um lugar nos Reinos Escuros para esse tipo de gente =D

  32. Nyappy! Says:

    Isso mesmo Matheus, esqueça tudo.

    Eu me lembro que fiz a mesma coisa quando fui usar xmonad. Super intuitivo se você esquecer tudo!

  33. Rodrigo Santos Says:

    Engraçado ler esse texto e já saber todas as soluções, algumas inclusive são muito simples :) Que tal Preferências do sistema – Idiomas e texto – Mostrar o menu Leiaute de teclado na barra de menus?

    Sobre os aplicativos que não fecham, deve-se entender uma coisa. O Mac tem o conceito de “aplicativo” ligeiramente diferente dos demais sistemas. A barra de menus é unificada, então você sempre vai saber onde está o menu “até de olhos fechados” (isso é um conceito de usabilidade). Dá para ver qual o aplicativo ativo através da barra de menus, que é o ponto de acesso mais básico de qualquer aplicativo. A barra de menus ainda fica lá disponível se eu quiser criar uma nova janela ou fazer alguma outra operação (alguns aplicativos oferecem opção de dar o quit ao fechar todas as janelas, quando isso faz sentido para eles). Inclusive em todos os apps existe o menu “Windows”, onde você pode resgatar, criar, ou fazer operações nas janelas. Percebe agora o sentido? Então existem 2 maneiras de fechar um aplicativo: a primeira é ir no menu que tem o nome da aplicação e escolher “Quit Nome da Aplicação”. Outra é usando o atalho Cmd + Q. Isso vem desde o Macintosh clássico, e acho uma forma extremamente flexível agora que vejo bem os benefícios dela.

    Também existe um conceito interessante por trás da Dock, onde você pode lançar os programas que mais usa, e eles sempre vão estar lá disponíveis. Também é fácil visualizar quais programas estão abertos através da luzinha, ou com um simples Cmd + Tab. O dock se propõe a ser o que você mais usa + o que está aberto, e quanto mais se usa mais percebe-se o quanto é produtivo.

    Não é pelo Mac ser intuitivo que as pessoas não terão dificuldades, pois em 90% dos casos elas vão com a mente “suja” de outras experiências, e no seu caso parecem ter pouca paciência para aprender ou entender algo novo.

    Enfim, adoro o Linux, mas também adoro o Mac e o prefiro como Desktop.

  34. Rogério Says:

    Allan, vai parecer que sou um “fanboy” cego, mas nem mesmo fanboy sou, pois também desfruto de outros sistemas operacionais (= Linux e UNIXes) e sou também produtivo neles, mas vou explicar a forma como entendo algumas coisas do Mac.

    O mantra da Dock parece ser “você não precisa saber o que está aberto, você sabe que quer usar um aplicativo que está bem na sua cara e simplesmente clica para acessá-lo”. A luzinha é sutil mas facilmente identificável com pouco tempo de uso.

    Para alternar entre janelas a solução mais rápida e fácil é o exposé, que está de volta em sua forma do Snow no ML como uma opção (mas também acessa-se tranquilamente com as janelas agrupadas por aplicativo, a forma padrão como um baralho de cartas). Ele mostra e permitir escolher entre todas as janelas abertas em uma determinada área de trabalho.

    Como o conceito do Mac gira em torno de aplicativos, as coisas são facilitadas por identificação visual, por isso os ícones dos aplicativos são bem grandes no Alt Tab, e suficientemente grandes na dock por padrão. Quando você alterna para o Finder com o Command Tab, se ele estiver com duas janelas abertas, as duas janelas vêm para a frente e ficam ativas, pois o Command Tab supõe que você quer trabalhar com o *aplicativo* e o seu conjunto de janelas, da forma como você as posicionou. O OS prefere que as janelas fiquem livres, pelo menos nos aplicativos que assim escolhem. Existem aplicativos com paletas (especialmente os mais tradicionais), janelas utilitárias com atalhos ou ferramentas, por isso é extremamente útil que o Command Tab se comporte dessa forma, mas também existem formas fáceis de escolher janelas individuais via exposé ou Command Tab e depois Command ~ para circular entre as janelas. Ou mesmo você pode posicionar janelas de forma que facilite o trabalho com o aplicativo.

    Para facilitar a seleção individual de janelas existe o “exposé de janelas”, que trás para a sua frente só uma janela e é acessível com um simples gesto no trackpad ou atalho de teclado. O pessoal considera mais intutivo o conceito de trabalhar com um aplicativo da forma que é no Mac, sendo Aplicativos > Janelas. Todos são ícones brilhantes e distintos, e aplicativos existem aparentemente com maior abstração que os outros sistemas desktop (talvez tenha viajado um pouco, mas essa é a forma que o design geral do sistema me leva a pensar).

    Quanto ao ecossistema de aplicativos, é o melhor que já utilizei, mesmo que algumas opções sejam pagas… mas em linhas gerais dá para se virar bem com as gratuitas e/ou as que vêm no sistema operacional. O Mac é o melhor desktop para automação, existem ferramentas extremamente poderosas com o Automator, o Alfred, o Keyboard Maestro, o TextExpander e outras, cujo poderes também se encontram nos detalhes (antes que alguém diga que existem opções comparáveis em outros sistemas, analisando a integração etc etc).

  35. Creio que o comentário do Tércio Martins seja, até o momento, o melhor comentário da história deste blog.

    Com relação aos dois comentários anteriores, o que eles escreveram basicamente já havia sido respondido em comentários anteriores meus, principalmente no que se refere a layout de teclado, dock com suas luzinhas embaixo e seu conceito diferente, etc.

    Talvez eu não tenha respondido sobre o menu na barra superior, mas eu não o considerei um problema e nem incluí tal característica na lista de problemas que apontei ao longo do post, até havia me acostumado com o menu no lugar diferente. Apesar disso, na opinião do Action Chaos expressada em seu comentário neste post, isto seria uma das desgraças do Ubuntu que tentaria imitar esse conceito visual da Apple e, desse modo de como o menu é, o usuário tem que andar muito mais com o mouse e dar mais cliques
    para fazer coisas simples, não fazendo o mínimo de sentido.

    E não creio que o problema seja “mente suja pelo uso de outros sistemas operacionais”, pois eu já havia usado Windows antes de usar GNU/Linux e achei este último melhor, além de eu preferir sempre o ambiente onde eu sou mais produtivo. Além disso, eu já havia escrito no meu comentário anterior a este que eu não vejo onde pode ter ganho de produtividade perdendo tempo alternando tarefas apenas com o mouse e tendo que ver luzinhas embaixo para saber quais programas estão abertos ou não ao invés de usar as teclas Alt e Tab, que seria algo mais fácil e mais rápido (citando apenas um exemplo de onde o MacOS X é menos produtivo do quje os outros sistemas que usei.

  36. Não uso Mac, e pelos relatos realmente certos designs da Apple me parecem incômodos (teclado sem acentos, controle de cursor, aplicações que ficam abertas só com o menu mas sem janelas), agora, tenho que concordar com os críticos deste artigo que o post é muito estranho.

    Uma coisa é dizer “não encontrei como fazer” ou “tal tarefa é mais difícil que em outros sistemas”, outra coisa é dizer “não dá pra fazer”, tendo toda a internet para pesquisar (em vez de usar como acentuador) e descobrir que dá pra fazer, só que de um jeito diferente… É claro que viria uma enxurrada de correções e gente indignada nos comentários!

    Ah, e esse tipo de drive de CD existe em aparelhos de som de carro, no Playstation 3 e provavelmente em outros lugares. Sinto muito, mas é bem engraçado confundir fenda de ventilação, e o caso poderia ir para o “Hall de Usuários Memoráveis”.
    Esse tipo de coisa acontece com todo mundo, mas que é engraçado, é! ;-)

  37. Eu não disse que não dá para fazer, inclusive cheguei a pesquisar na Internet algumas coisas a fim de saber como era o modo de se fazer naquele computador, não pesquisar tudo, pois eu não tinha tempo de pesquisar cada coisinha que eu não achasse como fazer (eu até consegui fazer todo o trabalho que me passaram, ainda que demoradamente) além de que algumas coisas já deveriam ser intuitivas e serem achadas logo de cara.

    Vem enxurrada de correções e gente indignada nos comentários porque a maioria dos fãs da Apple não aceita críticas com relação a sua amada empresa. Se alguém critica, já atacam, como se os computadores da Apple fossem perfeitos.

    Sobre o drive de DVD, eu nunca tinha visto nada do tipo até então. Então, é normal isso acontecer de eu achar que aquilo era uma fenda de ventilação (e parece mesmo com uma).

  38. Artur Ders Says:

    o cara não conseguiu encerrar um aplicativo do ipad… meu sobrinho com 1 ano e meio faz isso sem ninguém ter ensinado. sempre trabalhei com PC. a empresa me deu um MacBook há 2 meses. no primeiro dia apanhei, no segundo dia parecia que usava a vida inteira. confundir drive de cd com ventilação é demais. é igual aquele cara que pensou que a bandeja de CD do PC fosse um porta-copos. kkkkkkk. parabéns meu velho, te desejo sucesso na luta pela sobrevivência da espécie. abs

  39. Afrânio Barbosa Says:

    Ressuscitando o post. A única coisa que eu vejo razão para pagar mais em um computador da Apple são os drives do equipamento. Eles sabem como retirar até a última gota de performance de todos as partes do hardware. A placa de som não tem latência, a placa de vídeo trabalha otimizada, etc. Isso faz toda a diferença quando se é um profissional especializado. Abraço.

  40. Na verdade, faz algum tempo que saiu um comparativo de performance do Ubuntu e do Mac OS X em um mesmo hardware e o Ubuntu se saiu melhor.

  41. Jéferson Says:

    Olá amigo, aproveitando que li todos os comentários vou comentar tendo em vista que já ressuscitaram o post.
    Infelizmente o post não ajudou muito, mas os comentários contribuirão de maneira inigualável, o pessoal em peso realmente mostrou que a avaliação foi precipitada.
    Estou para comprar um mac e seu post veio logo na minha pesquisa do google.
    Já foi feita uma outra avaliação ?
    Consegue o link do ubuntu vs mac?
    Obrigado

  42. Marcio Says:

    Olá Amigos, Comprei um Mac Pro a 02 meses, a qualidade é incomparável, o sistema operacional também e muito bom, o problema é que as pessoas não está acostumado com tecnologia, ai fica falando da Apple, pow o mac pro é o Notebook mais top da atualidade..

  43. “Infelizmente o post não ajudou muito, mas os comentários contribuirão de maneira inigualável, o pessoal em peso realmente mostrou que a avaliação foi precipitada.”

    Não foi precipitada, foi baseada na minha experiência pessoal, que é independente do que os outros acham ou deixam de achar. Sobre o pessoal “em peso”, quantidade maior de opiniões contrárias não significa nada, e usar tal argumento configura falácia Ad Populum. Sem contar que houve também opiniões favoráveis ao meu post.

    “Já foi feita uma outra avaliação?”

    Por que eu faria outra?

    “Consegue o link do ubuntu vs mac?”

    Nos primeiros resultados do Google, há essa avaliação.

    “o problema é que as pessoas não está acostumado com tecnologia, ai fica falando da Apple, pow o mac pro é o Notebook mais top da atualidade..”

    A tecnologia deve servir para facilitar a vida do usuário, não para dificultar. E, se comparar o hardware de um Mac com outros, verá que não há diferenças significativas, exceto uma bateria que dura mais e um preço muito mais salgado. De qualquer forma, foi avaliada a usabilidade do sistema, não a capacidade do hardware.

  44. Jeferson Fernandes Says:

    Bom tarde Allan Taborda,
    Quando fazemos uma avaliação de algo, seja la o que for, para todos os públicos, como por exemplo a Internet, públicos de qualquer idade a qualquer hora e de qualquer lugar, temos em mente formar opiniões e ajudar com as opiniões, da mesma forma como o pessoal que avalia em comentários tende a fazer, e fizeram com o seu texto.

    Porém, você enfatizar que opiniões contrárias não significam nada reflete a sua incapacidade de lidar com as criticas e com a evolução de opiniões.

    Sempre haverão opiniões favoráveis e contrárias, mas se você quer sempre se apoiar nas opiniões favoráveis e não construtivas, sinta-se a vontade para permanecer na zona de conforto.

    Quando questionei sobre outra avaliação esperava que você em pleno exercício como blogueiro, de considerar as opiniões negativas deste post para uma nova visão, um novo horizonte na avaliação, pelo visto não levou.

    Sobre o link Ubuntu vs Mac, não me é interessante, deixou de ser quando você respondeu.

    Sendo assim, finalizo dizendo que seu post não tem nada de avaliação, e sim opinião de um usuário de Windows frustado com Macintosh.

    Saiba lidar com as mudanças, novos pensamentos, novas atitudes, novos horizontes, novos momentos e o que vier, isto te ajudará a aprender que além das coisas que você esta habituado existem coisas tão boas quanto as que você esta habituado.
    Obrigado e boas festas.

  45. “Porém, você enfatizar que opiniões contrárias não significam nada reflete a sua incapacidade de lidar com as criticas e com a evolução de opiniões.”

    Onde afirmei isso? Não há incapacidade de lidar com as críticas, há um debate acerca do tema e eu estou respondendo o que está sendo questionado. A minha opinião não vai mudar porque um grupo de pessoas assim deseja.

    “Sempre haverão opiniões favoráveis e contrárias, mas se você quer sempre se apoiar nas opiniões favoráveis e não construtivas, sinta-se a vontade para permanecer na zona de conforto.”

    Por que as opiniões que compartilham o descontentamento com o sistema desktop da Apple valeriam menos do que as opiniões dos que defendem o referido sistema?

    “Quando questionei sobre outra avaliação esperava que você em pleno exercício como blogueiro, de considerar as opiniões negativas deste post para uma nova visão, um novo horizonte na avaliação, pelo visto não levou.”

    Nova visão que deve ser obrigatoriamente favorável ao MacOS X? Sendo que eu testei o sistema durante 5 dias e, de lá para cá, o sistema continuou praticamente o mesmo em questão de usabilidade? Por que uma segunda avaliação seria favorável nessas circunstâncias?

    “Sobre o link Ubuntu vs Mac, não me é interessante, deixou de ser quando você respondeu.”

    E por que perguntou? Porque achou que era invenção minha?

    “Sendo assim, finalizo dizendo que seu post não tem nada de avaliação, e sim opinião de um usuário de Windows frustado com Macintosh.”

    Eu já comentei, neste mesmo blog, que eu uso Debian GNU/Linux. Há outros sistemas além do Windows e do MacOS X.

    Além disso, no título do post, está escrito “minha experiência”, não “avaliação”. Até pode ser uma avaliação, mas uma avaliação pessoal. E de acordo com o a Constituição, eu posso fazer este post e postar o que eu postei.

    “Saiba lidar com as mudanças, novos pensamentos, novas atitudes, novos horizontes, novos momentos e o que vier, isto te ajudará a aprender que além das coisas que você esta habituado existem coisas tão boas quanto as que você esta habituado.”

    Eu acho que as mudanças têm que ser para melhor, e a meu ver, não é o caso do sistema da Apple, onde se usa mais o mouse do que os outros sistemas, inclusive para tarefas simples, com um mouse de mais de 200 reais no qual os diferenciais não justificam tal valor (para piorar, o mouse é de plástico normal e as pilhas duram apenas um mês, pelo que eu fiquei sabendo).

    E não seria questão de “aprender além das coisas que estou habituado”, como já expliquei anteriormente, não tem nada a ver com hábito, ou com mudar a cor do pasto, tanto que a mudança para as interfaces do GNU/Linux foram uma mudança de paradigma muito maior, incluindo o uso de comandos em modo texto.

  46. Não consigo entender o autor do post, se qualquer pessoa dá uma experiência particular, madura e real sobre o uso de um mac ele sempre rebate com a frustração dele, até o Aurélio (o verde) falou como ex-dev da conectiva (tem bagagem viu?) de uma maneira clara, simplificada e etc ele simplesmente o ignorou, é como um médico que estuda o combate contra o câncer há 20 anos e depois chega outra pessoa com uma ideia sobre outra doença (para combatê-la), o cara mostra sérias e positivas evoluções de uma doença por meio do que este “novato” vai usar para tentar a cura de outra e simplesmente é ignorado. Meu Deus, seja flexível, ninguém está te forçando a usar um caríssimo mac (sim, esses produtos apple têm preços abusivos), só foi mostrado que dá para ter produtividade em alto nível. Eu mesmo passei 1 ano para me adaptar a um mac, pense, 1 ANOOOOOO, nem em linux demorei tanto, mas hoje não me vejo usando (corporativamente falando) algo diferente do OSX como desktop, não adianta comparar um produto polido com produto entregue de qualquer jeito (M$?)
    Se sua experiência foi frustrante, beleza, tem comentários mostrando um lado positivo e você ignora com o máximo de frieza possível. Entenda uma coisa, sua experiência pode te deixar 100% convicto de que chocolate doce é bom, mas haverão pessoas que se apaixonaram pelo amargo, nem por isso o amargo é um lixo ou o doce é, só tente valorizar o expertise de algumas pessoas que comentaram, só isso. (Deu para sentir que há pessoas embasadas e experientes no que falam)

  47. “Não consigo entender o autor do post, se qualquer pessoa dá uma experiência particular, madura e real sobre o uso de um mac ele sempre rebate com a frustração dele”

    Por que as experiências positivas são categorizadas como maduras e reais e as experiências negativas são categorizadas como frustrações? Eu não tenho que mudar a minha opinião porque alguém assim deseja. E minha experiência, feita de forma imparcial (e não me forçando ser favorável a uma empresa que é considerada “chique” por alguns fãs da mesma, como fazem alguns) e baseada nas minhas necessidades computacionais, é a que foi a descrita neste post, não foi a sua experiência ou a de outra pessoa. Experiências são muito pessoais e cada um tem a sua.

    Mas é fato que até alguns dos fãs da Apple confessam, ainda que não abertamente, que a usabilidade do sistema não é lá essas coisas, visto que o Aurelio Jargas, o verde, comentou aqui mesmo neste post:

    “Allan, eu levei um mês de uso diário no trabalho (>10h) para enxergar as vantagens do Mac.”

    Além de você mesmo ter comentado:

    “Eu mesmo passei 1 ano para me adaptar a um mac, pense, 1 ANOOOOOO, nem em linux demorei tanto”

    No mundo corporativo, onde os prazos são curtos e temos que cumprir nossas tarefas no menor tempo possível, não temos um mês ou um ano de tempo para se acostumar a usar um sistema, sendo que, como já comentei aqui, em bem menos tempo que isso, algumas vezes em questão de algumas horas, eu já consigo usar um sistema e conhecer como ele é, muitas vezes sem muito esforço para me acostumar. E, como o Tércio Martins escreveu em seu comentário, se o usuário de certa interface gráfica demora um mês para ter um mínimo de proficiência no uso dela, é porque a mesma está longe de ser intuitiva.

    “até o Aurélio (o verde) falou como ex-dev da conectiva (tem bagagem viu?) de uma maneira clara, simplificada e etc ele simplesmente o ignorou”

    Não o ignorei, o comentário dele foi prontamente respondido. E “ter bagagem” por ser ex-desenvolvedor da Conectiva não faz o comentário dele ter mais peso do que qualquer outro, nem faz diferença para a discussão. E se considerar que o comentário dele é mais válido por ele “ter bagagem”, configura-se a falácia de apelo à autoridade.

    “é como um médico que estuda o combate contra o câncer há 20 anos e depois chega outra pessoa com uma ideia sobre outra doença (para combatê-la), o cara mostra sérias e positivas evoluções de uma doença por meio do que este “novato” vai usar para tentar a cura de outra e simplesmente é ignorado.”

    Exemplo confuso e sem ter algo a ver com o tema discutido (Mac não é uma evolução, mesmo você querendo que seja), e nenhum comentário foi ignorado aqui.

    “Meu Deus, seja flexível, ninguém está te forçando a usar um caríssimo mac (sim, esses produtos apple têm preços abusivos), só foi mostrado que dá para ter produtividade em alto nível.”

    Não me foi mostrado em nenhum momento onde eu poderia ter tido melhor produtividade, nenhum exemplo tangível, nada, apenas estão falando que é intuitivo e mais nada, querendo porque querendo que eu acredite nisso a qualquer custo. Ainda sobre produtividade, como o Tércio Martins escreveu usando o exemplo do editor “vi”, o “vi” não é intuitivo, mas é produtivo, *SUPER* produtivo. Com o programa você aperta três letras e faz o que no Eclipse levaria vários cliques. Em vários casos produtividade é o fator-chave para a escolha de um sistema, e não a intuitividade. Todavia, o MacOS X nem mesmo pode ser considerado produtivo, visto que é necessário o uso do mouse em demasia para qualquer tarefa, além do problema já mencionado de alternância de tarefas, que é falha no uso do Alt-Tab (na verdade, Command-Tab).

    “não adianta comparar um produto polido com produto entregue de qualquer jeito (M$?)”

    Realmente, não adianta comparar um produto polido, como o Debian GNU/Linux e suas várias opções de interface, com um produto entregue de qualquer jeito, como o MacOS X e seu editor de texto que não salva arquivos TXT e lista os programas no editor de arquivos (novamente, volto a frisar que meu sistema operacional preferido é o Debian GNU/Linux, não existe apenas Windows e Mac como muitos fãs da Apple pensam).

    “Se sua experiência foi frustrante, beleza, tem comentários mostrando um lado positivo e você ignora com o máximo de frieza possível. Entenda uma coisa, sua experiência pode te deixar 100% convicto de que chocolate doce é bom, mas haverão pessoas que se apaixonaram pelo amargo, nem por isso o amargo é um lixo ou o doce é, só tente valorizar o expertise de algumas pessoas que comentaram, só isso.”

    Que existem outras opiniões, isso eu sei, não estou anulando-as, estou apenas dando a minha, baseada na minha experiência com o uso do MacBook Pro. E o que eu estou vendo é que há outros querendo anular a minha opinião e ignorando com frieza minhas argumentações, postando novamente as mesmas argumentações pró-Mac que já foram rebatidas. Recomendo vocês mesmos seguirem o que pregam.

  48. François Says:

    Você já mudou de profissão né brother? Desenvolvedor, usa computador a mais de 10 anos, já usou tanto linux quanto windows e diz que se adapta fácil… pra alguém assim apanhar tanto com Macbook (isso porque ficou uma semana com o pc) eu tenho certeza que você está na profissão errada!

    Não leve a mal, mas apanhar de um sistema tão simples não é algo comum pra alguém com seu histórico. Ele é bem diferente do Windows, por isso pode levar um dia ou dois pra se adaptar, mas uma semana sofrendo já é demais.

  49. Não mudei de profissão e nem vou mudar, estou na profissão certa, a profissão de programador foi a melhor que eu poderia ter escolhido e estou feliz com a minha carreira de programador.

    E o sistema não é simples, como eu demonstrei no post, ele é ruim e com baixa produtividade. Não é pelo fato do sistema ser bem diferente do Windows, pois o GNU/Linux também é e o uso do mesmo foi relativamente simples, sem todos esses problemas de usabilidade existentes no sistema da Apple. E mesmo um dos caras que comentaram aqui disseram que levou não sei quanto tempo, por 10 hora por dia para se adaptar a esse bagulho, então fica meio difícil de acreditar que o MacOS X é simples.

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